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1839 Palavras

– Quanta gentileza, amorzin. – dei um t**a em seu braço, o fazendo rir. – Cadê suas chaves?– ele não respondeu, só abriu os braços e com eles um sorriso de lado. Bufei, o encarando. Ele continuou sorrindo. Comecei a procurar nos bolsos da jaqueta abruptamente e logo me vi obrigada a procurar nos bolsos da calça. As chaves tinham que estar no bolso traseiro. É claro! Abri a porta do carro e empurrei Igor para dentro. O fazendo bater a cabeça no teto do carro e xingar baixinho. Sentei no banco do motorista, séria dessa vez. Não queria nem saber o que tinha em mente. E me perguntei pela milionésima vez o que tinha na cabeça para aceitar ir a um bar com Igor. Cada vez que eu ficava perto dele algo como um dos meus alicerces de razão ruía, e voltar a reconstruir isso levava doses diárias de a

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