Capítulo 9

1035 Palavras
Wellington sem conseguir descansar direito, devido a morte da sua melhor amiga fechava os olhos e via a imagem dela em sua frente. Abria os olhos e não tinha ninguém ali, apenas suas esposa dormindo ao seu lado. Ele olha o relógio que já marca seis horas da manhã e se levanta saindo do quarto indo para a parte de fora do hotel, ele caminha até a trilha da cachoeira que é aberta e se depara com uma pequena fogueirinha, pelo menos as cinzas uma das madeiras que não havia se queimado por completo tinha algo escrito nela. A data que foi acessa, vinte e nove de setembro, e próximo tinha uma a inicial de um nome um W, ele reconheceu a letra se sentou ali. Olhando o tronco de madeira e os olhos começaram a se encher de lágrimas. E ele começa a falar com o pedaço de madeira dizendo, o seguinte: essa data é um dia antes de você decidir ir embora e me deixar para trás, se eu soubesse que minha cura, custaria a sua vida eu nunca teria deixado você se aproximar tanto de mim ao ponto de você, morrer por alguém que nunca mereceu seus sacrifícios muito menos seu amor. Estou sentada bem em sua frente dele, ele só não me ver. E escuto cada palavra dele e sorrindo, feliz por ver ele bem e digo, acariciando de leve seu rosto, lhe dizendo. Mesmo sem ele ouvir: desabafe meu amor, você não me ver e não me escuta, mas eu posso te ver e escutar. "VOCÊ OUVIU SUA TONTA", ele se levanta gritando na direção da cachoeira. E se abaixa novamente em posição fetal e chora, resmungando. Porque você se foi, mesmo não amando você na época como você a mim eu te amava como amiga. Você foi e vai ser a melhor pessoa que apareceu em minha vida, espero te encontrar um dia no outro lado e eu quero poder te amar do modo que você me ama. Involuntariamente, pego uma vareta no chão, e inconscientemente ainda te amo bobinho. Ao perceber o que eu fiz, joguei a vareta ao longe, onde caiu na água da cachoeira e ele olha para o splash da vareta na água ele se senta e olha de relance ele ver algo escrito na areia. Ainda te amo bobinho! Como ele não viu que uma vareta escrevendo sozinha ao lado dele, ele imaginou que já estava ali. Você me conhecia tão bem, que sabia que eu ia acabar aqui, chorando pela sua partida e morrendo de saudades e ainda deixa escrito: ainda te amo seu bobinho. A única bobinha é você, por amar tanto alguém tão burro como eu, que não deu valor ao que você sentia, que não fez nenhum esforço de ao menos ter tentado, para saber se iriamos dar certo juntos. Provavelmente, dariamos visto que somos parecidos em tudo, nas brincadeiras, no modo de falar um com o outro. Você sempre roubando beijos das minhas bochechas, eu só nunca soube o significado do beijo que você dava na minha testa. Ele falou! Mas tomou um susto ao ouvir uma voz masculina atrás dele, sentar ao seu lado e dizer. O beijo na testa é um sinal de respeito, ela não só te amava como respeitava, você não sentir o mesmo que ela. Acredito que sua partida foi para deixar você livre, para se apaixonar por quem você quisesse. Disse o amigo dele dono do restaurante pousada. Ela queria te ver feliz, ao lado da pessoa que você escolheu para ficar ao seu lado. Tenho certeza que ela ficaria triste ao te ver aqui sozinho, chorando por ela, enquanto sua esposa acordou a mais de duas horas a tua procura, deixei ela tomando o café da manhã dela e lhe disse que iria lhe procurar. Que saberia onde te achar, fui primeiro ao túmulo, pensei que seria o primeiro lugar que você iria. E eu fui mas, aquele maldita coruja não deixa eu chegar perto do túmulo. Ele falou! Sua amiga disse o dono da pousada era não, é porque o corpo morre mas a alma ainda fica, por um tempo por aqui, até terminar de resolver suas pendências aqui. Ela meu amigo era tão especial e mentirosa, ela dizia que chegava aqui as 5 horas, só que na verdade ela montou um acampamento sem muita coisa e ficou dormindo por aqui por semanas, fiz de conta que não sabia, para saber até onde els iria com isso. E então ela se conectou aquela coruja, quando o sol descia a coruja já voava por aqui esperando por ela. Depois descobri por meio das entidades das matas que ela salvou os filhotes daquela coruja de serem comidos por uma serpente enquanto ela, a coruja saia para buscar alimentos para os filhotes. Ela também era corajosa, ele tirou a cobra de dentro do ninho ds coruja com a própria mão, enquanto era observada de perto pela mãe coruja, foi dai que veio a conexão delas duas. Você presenciou como a coruja ficou aflita ao ver sua amiga e heroína de seus filhotes sem vida no chão, só sabia que algo estava errado com sua amiga, por causa do comportamento da coruja. Se não fosse isso ela teria ficado a festa do seu casamento todo ali sozinha, pelo menos o corpo. Quando ela pediu para ficar um pouquinho sozinha ela, sabia que iria morrer e queria morrer aos olhares de sua amiga coruja. A coruja veio até nós chorando, aquela zoada horrível que sua esposa falou, que a coruja estava emitindo. Era nada mais que choro e lamento por uma perda, a zoada que nós ainda escutamos ds coruja por dois dias desde que vocês estão aqui é o choro da perda de alguém que foi muito querido e amado. E lhe digo caro amigo é raro uma ave de rapina como a coruja se afeiçoar tanto por um humano. Como essa foi por sua amiga e ela só se calou porque a noite o espírito de sua amiga a vem consolar, para que ele não incomode e nem assuste os clientes que estão na pousada, principalmente por sua causa e o da sua esposa.
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