Fui perguntando o caminho todo para o Theo, tentando adivinhar onde ele me levaria, mas ele apenas sorria e dizia que era surpresa. O meu coração batia acelerado. E se ele me levasse a algum lugar onde eu não pudesse comer, ou sei lá? A ansiedade gritou alto. Quando chegamos, Theo beijou a minha mão e disse: — Vamos? Assenti com a cabeça e saímos do carro. O restaurante tinha o nome estampado na fachada, e só de olhar, já dava para sentir que seria perfeito. — Japonês? Como você sabia que essa é minha comida favorita? — perguntei, surpresa. — Um passarinho azul me contou que esta linda garota ama um j**a — respondeu, sorrindo e colocando a mão gentilmente na minha cintura enquanto entrávamos. Fizemos o nosso pedido, rimos e conversamos durante a refeição. Quando a sobremesa chegou, n

