HENRIQUE NARRANDO Que caos! Eu nunca pensei que uma madrugada duraria tantas horas como essa. É sério, eu só queria estar dormindo. Fui até a caixa de primeiros socorros e busquei um remédio para passar no rosto de Luana, que estava arranhado. Tive algumas surpresas com ela essa noite. Ela se tornou uma mulher literalmente feroz. — Aqui está, Luana. — Me sentei ao lado dela no sofá e peguei o antisséptico. Passei em seu rosto, depois, o limpei com o algodão. — Não dá para fazer mais nada além de limpar e passar essa pomada aqui. — Mostrei-lhe e ela concordou. Passei em seu rosto, e ela suspirou de forma pesada. — Já são quatro da manhã. — Reclamou. — Eu sei. Se você não tivesse implicado de ir embora, estaria dormindo em meus braços há algumas horas. Fora que estaria sem esses arranhõ

