Capítulo 7

1176 Palavras
— Pai — Hum — Eu sei que o senhor já me contou sobre a minha história, mais eu queira saber de uma coisa, será se posso. — Depende o que é? — Eu queria saber sobre os meus pais verdadeiros, eu te amo muitooooooo mais eu queria saber porque eles não me quiseram — Olha eu não vou te prometer nada tá, mais vou tentar vê se descubro alguma coisa lá na cidade — Tá bom, eu te amo pai — Também te amo meu filho.— Fomos o resto do caminho conversando e chegando no aeroporto entramos no jatinho que já estava nos esperando e voamos para a minha cidade natal, a cidade que encontrei o amor da minha vida. Assim que desembarcamos na cidade eu pego um táxi no aeroporto e fui para a casa dos meus pais, onde minha irmã estaria também com a família, pois ela veio passar uma semana com eles. Assim que chegamos lá descemos do carro e eu toco a campainha, pois só minha irmã estava sabendo da minha chegada, queria fazer uma surpresa para os meus pais. — Surpresa!— digo no mesmo tempo mais o Nicolas quando mamãe abriu a porta. — Ô meu Deus, que surpresa maravilhosa, que saudade eu estava de você meu filho.— ela me abraça e eu faço o mesmo, depois lá abraça o Nicolas e eu vou falar com meu pai. — Porque não nos avisou que estava vindo pra cá meu filho, em tinha ido pegar vocês no aeroporto. — Assim mão seria uma surpresa pai — Tudo bem, estou muito feliz que você e sua irmã está aqui, ja tem alguns anos que nos reunimos todos juntos — Verdade, mais hoje vamos matar a saudade — isso mesmo, eu vou no mercado comprar algumas coisas para fazemos um churrasco.— Papai fala e sai com o marido da minha irmã e ela vem comigo até o meu antigo quarto com a mala de Nicolas. — Como você se sente estando aqui depois de anos?— Mikaelly pergunta deixando a mala em um canto e me olha — Normal, só sinto saudades da mulher que amo — Mais voce deveria parar de ser tão b***a e partir pra outra meu irmão, se ela te amasse assim como você diz tenho certeza que ela não teria ido embora sem falar com você e pior terminar o relacionamento por mensagem de texto, pelo amor de deus. — Mikaelly eu te amo do fundo do meu coração, mais se você gostar nem que seja um pouquinho de mim não toque nesse assunto, eu não vou ficar com ninguém, eu não quero e também já sou de maior para saber cuidar da minha vida, eu estou aqui para descansar e curtir um pouco não lembrar dos problemas. — Tudo bem, eu só não consigo vê você sofrendo calada. —Nao se preocupe eu estou bem . — Fico feliz em saber.— Ela fala e sai do quarto logo em seguida, eu deixo as malas em um canto e depois tiro minha roupa e vou para o banheiro onde tomo banho e visto só uma calça de moletom e deito na cama para descansar um pouco por causa da viagem. (...) Acordo já um pouco tarde, visto uma camiseta branca e desço para a sala onde vejo apenas minha mãe e meu filho conversando, lembro como se fosse hoje quando eu falei para minha família que ia adotar uma criança, no início eles ficaram um pouco inseguro, pois tinham medo de como eu poderia ser um bom pai.mais graças a deus eu consegui e hoje de uma forma ou de outra faço parte da família. Assim que chego perto de onde eles estavam conversando escuto um pouco da conversa. — É sério vovó? Que legal.— Nicolas fala empolgado — É sim, mais você ainda está muito pequeno — Claro que não vovó, eu sei que é um assunto delicado para o papai , mais eu queira saber o que tinha alí. — Do que estão falando mãe?— interrompi ela que acaba tomando um pequeno susto. — Meu deus Raul, porque chegou assim calado? Eu já sou velha sabia, posso morrer com alguma doença no coração — Desculpa não queria assutar a senhora, mais do que estão falando? — O Nicolas que quer saber o que tem naquele quarto que você fechou. — Porque quer saber disso agora Niky? Lá não tem nada pra você, então não volte a questionar esse assunto.— falo um pouco irritado, não que eu esteja com raiva dele ter perguntado mais é que só de lembrar já me deixa m*l, e eu estou fazendo de tudo para esquecer aos poucos. — Tudo bem, eu vou chamar o vovô mais a tia pra jantar.— Meu filho fala emburrado e sai da cozinha em passos rápidos e eu passo minhas mãos pela cabeça. — Porque não conta pra ele Filho? — Eu não posso mamãe. — Porque? — Porque eu não consigo nem falar no nome dela, aquele quarto está cheio de lembranças sobre o início até o fim do nosso relacionamento, eu não consigo mostrar tudo pra ele e ainda ter que responder as perguntas que ele vai fazer, eu simplesmente não posso. — Tudo bem, vamos jantar. — Acho bom.— depois de alguns minutos Nicolas volta com meu pai, minha irmã e o marido dela, e sentamos todos na mesa e começamos a jantar a meio de conversas. — Sabe filho, eu não entendo. — O que pai? — Como o Nikolas pode parecer tanto com você quando era pequeno não sendo seu filho legítimo. — verdade pai, com o senhor falando agora, eles se parecem mesmo — Deve ser o destino né filhão — Sim papai.— Essa não era a primeira vez que eu ouvi essa pergunta, muitas pessoas já disseram que agente se parece, e pra falar a verdade isso realmente é verdade, mais como eu sempre digo deve ser o destino. Logo após essa conversa terminamos o jantar e eu recebi uma ligação do trabalho. — Pai vou usar o seu escritório um pouco tá. — Tudo bem vai lá.— Subi para o andar de cima e fiquei algumas horas trancado no escritório do meu pai e quando terminei fiquei um pouco com o Nicolas na sala de jogos. — Então Niky o que está achando daqui? — Eu ainda não sei, aqui na vovó é bom mais não sei o resto da cidade e principalmente como será a escola, eu não queira me mudar — Eu garoto, para de ser medroso, eu tenho certeza que você vai gostar e fazer amizade rápido lá, não é a toa que você é meu filho.— Falo sorrindo e ele faz o mesmo.— Agora vamos dormir que amanhã vou te mostrar a cidade, já tem muito tempo que você esteve aqui. — Tá bom, boa noite pai — Boa noite filho.— subimos para o quarto e dividimos a cama.
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