Capitulo 7

3254 Palavras
O vestido escolhido por Elena para aquele dia, era um lindo vestido azul de cetim com detalhes em renda com cintura alta, meia manga, um vestido digno de princesa, pensou Ísis. — Algum evento especial hoje? - Ísis pergunta, recebendo de Elena um olhar um tanto quanto confuso. - Parece um vestido de Baile, não me parece algo para um dia comum. - comenta sinalizando o belo vestido sobre a cama. — Não sei ao certo alteza, a Imperatriz Viúva, que escolheu esse vestido. - Elena fala, começando ajudar Ísis a vestir as camadas de saias que compõem o vestido. - Vossa majestade pediu que a encontrasse antes do café na sala do trono. Ísis não comentou nada mais, contudo sua mente dava várias voltas, tentando entender tanto o sonho que tivera, quanto o que sua suposta avó poderia querer com ela. Algumas horas depois, Ísis estava perfeitamente arrumada, o vestido abraçava suas curvas delicadamente, os cabelos firmemente presos em um coque perfeitamente elaborado por Elena, penteado que Ísis tinha certeza jamais poderia elaborá-lo tão perfeitamente. Suas mãos suavam, demonstrando o nervosismo da princesa de pé em frente as grandes portas do trono, Ísis não entendia o motivo de tanto nervosismo, não era sua primeira vez ali. Contudo, ao em seu interior dizia que deferente do dia anterior ela não estava ali como um forasteira… ela era a princesa daquele reino, e por mais que tentasse se convencer do oposto, algo no seu interior dizia que não tinha escapatória, aquele era seu destino. As portas se abrem, revelando a grande sala do trono e todo seu esplendor, na sala ao lado esquerdo de frente ao trono estavam Enzo, Pedro, Heitor e Uriah a direita em canto um tanto quanto isolado estava Artur. No trono está a Imperatriz Viúva, o imperador de pé ao seu lado. — Pensei que teria que esperar a manhã inteira até se dignasse a aparecer princesa. - Fala a imperatriz, Ísis até pondera rebater, mas não teve tempo, pois logo a imperatriz continua. - Vossa Alteza, está a muitos anos fora de casa, retornou em um momento delicado para o reino. Estamos enfrentando muitas guerras e conflitos internos. Precisamos acalmar o povo e melhor forma é mostrando a impotência e o poder da coroa. - A imperatriz se levanta, e aproxima da princesa. - E você representa esse poder e essa impotência, com a morte da Imperatriz, você é a nova Imperatriz do reino e precisa assumir esse posto de imediato. — Segundo as leis do reino somente um m****o legitimo da família real pode reinar, sua mãe princesa era o m****o legitimo da família real e com sua morte, o imperador perde o direito ao trono. - Enzo explica ao notar a expressão de confusão no rosto de Ísis. — Mas eu não preciso ser casada para assumir o trono? — Não, você precisa apenas ter bons aliados, e ser forte o bastante para governar, e isso vossa alteza tem de sobra. - Pedro responde. — Em r*****o aos aliados, permita-me apresentá-los - a Imperatriz fala se aproximando de Uriah. - Príncipe Uriah, noivo da Petra Gonçalves, filha do Duque de Maile. - A Imperatriz apresenta Uriah, Ísis foi pega de surpresa a respeito do título de Uriah, mas tanto quanto Artur, que não disfarçou sua expressão de espanto. - Duque Heitor Gonçalves, casado com a Duquesa Marly Brassard, irmã do Marechal Enzo Brassard. - Apresenta Heitor e Enzo, se aproximando de Pedro. - E bom acho que o Marechal Pedro dispensa apresentações. - Ela fala e todos riem. - Bom Artur já fez questão de se apresentar ontem, General Artur Castro, viúvo da Princesa Consorte Marli Garcia, prima do Príncipe Uriah. - Nesse momento o queixo de Artur foi quase ao chão, rapidamente ele voltou a sua postura, mas esse lapso em sua postura não passou despercebido nem por Enzo e Heitor, muito menos pela Princesa Ísis. — Majestade, acho que devemos ir ao que importa, afinal estamos sem tempo. - Pedro chama atenção de todos. — Está certo senhor Marques… — Majestade, desculpe interromper, mas acho que faltou a senhora dizer que sou o noivo da princesa. - Artur interrompe a imperatriz, recebendo em respostas uma certa cara de descontentamento, mas para surpresa de todos a voz suave da princesa Ísis ecoa pela sala. — Como a Imperatriz disse, estou há muito tempo afastada do reino, tenho que me situar de toda a situação e creio que não tenho tempo para romances. — Princesa, eu te esperei por anos, nunca parei de procurá-la, eu te amo… — E uma bela história, General, talvez você realmente goste dessa princesa, da princesa que desapareceu a muitos anos, mas preciso que entenda que essa não sou eu, e mesmo que fosse não correspondo a esse sentimento. - Ísis finaliza sem mesmo olhar na direção do General, que avança em sua direção, mas logo é parado por Heitor. — Peço que mesmo não estando entre os vivos, que respeite minha prima, a princesa consorte não merecia passar por tudo que passou ao seu lado General. - Uriah se aproximando de Artur, esse sendo encarado fixamente por Heitor, o desafiando a contradizer a fala do Príncipe. — Respeito? Quem são vocês para falarem de respeito? - Artur os desafia a frente de todos - A quantos anos nos conhecemos? E nunca se dignaram a me dizer quem eram! O descontentamento de Artur era visível a todos ali presentes, assim como o incomodo de Uriah com toda a situação, e mesmo sem olhá-lo Heitor estava ciente disso. Uriah era o Príncipe Herdeiro de Fridom, um dos principais aliados de Sosayti, seu Imperador Uziel era temido em todo mundo, assim como seu filho, contudo ninguém nunca virá o rosto ou soubera o nome do último. Mas essa era uma fama da qual Uriah não gostava, afinal se tinha uma coisa que loiro odiava eram guerras, e Heitor sabia disso, contudo ele também sabia que Uriah não suportava injustiças e falta com respeito, e era exatamente isso que Artur estava fazendo. Em meio aquela tensão, nenhum dos presentes notou a troca de olhares sutil entre a Princesa e Enzo, tendo essa com um simples olhar demostrado sua insatisfação com aquela tensão toda. O Marechal não esperou que Princesa pronunciasse uma palavra e antes que Heitor, Uriah ou mesmo Artur tomasse qualquer atitude, o último estava de joelhos a frente de Ísis, com a espada de Enzo rente ao pescoço. — Não sei como são as coisas aqui, mas pelo que estudei sobre monarquias, existem algumas regras as quais deve seguir em uma corte. - Ísis fala encarando Artur. - Na verdade, em minha mente, boa parte dessas regras devem ser respeitadas pela sociedade na totalidade. E a principal delas é o respeito, eu não renuncio a tal coisa. Ísis levanta seu olhar encarando a todos os presentes ali que a observavam atentamente, ela sabia que estava sendo avaliada, suas ações naquele momento iriam determinar como a tratariam dali para frente. Duas coisas já estavam claras para todos, a primeira era que sua r*****o com Enzo era solida e de certa forma íntima, já que não necessitou de nenhuma ordem e o mesmo ja sabia o que fazer, a segunda, não havia nenhuma chance de se casar com Artur. — Ísis, jamais… - Artur começou a questionar, mas teve que travar os dentes para não gritar de dor quando Enzo pressionou sua espada no pescoço de Artur, fazendo um corte considerável que levou a um filete de sangue escorrer pela espada, caindo logo depois no chão aos pés de Ísis. — Essa não é a forma correta de se dirigir a Imperatriz de Sosayti, e aconselho que caso queira manter sua cabeça sobre os ombros que se cale. - Enzo praticamente rosna, ali estava o temido Marechal Brassard. — Marechal Marques, deixarei que cuide da punição do General Castro. - Ísis fala, ela inclina a cabeça levemente para esquerda, observando o homem de joelhos a sua frente. - Nada muito radical, apenas ensine a ele bons modos, talvez alguns dedos ou um nariz quebrado o ensine a se portar na corte. Artur encarou a princesa perplexo, não acreditava que aquela mulher a sua frente era a mesma que no dia anterior havia n****o veemente ser a princesa. Outros olhares também estavam fixos na princesa, mas não era de perplexidade, havia olhares de medo, admiração, orgulho… Com um acenar de Pedro, alguns guardas se aproximam do g***o, fazem uma leve reverência a Princesa, pegam Artur pelo braço, um de cada lado, e o forçam a se levantar, então o conduzem para saída da sala do trono, seguidos por Pedro. Então a voz da Princesa ecoa novamente, chamando por Pedro, ninguém viu, mas Artur esboçou leve sorriso, pensava que Ísis havia mudado de ideia. — Pedro, salvo engano o senhor Castro é destro, então caso opte por causar algum dano aos membros superiores, peço que se concentre no m****o esquerdo, afinal ele precisa trabalhar. - Então, com um acenar, Pedro se retirou do salão, levando consigo aquele que um dia foi noivo da princesa para receber sua punição. O leve sorriso logo deu lugar a uma expressão de fúria, se recusava acreditar que tal coisa estava acontecendo, como o Imperador deixara que uma mulher desse ordens as seus homens. Alguns resmungos do prisoneiro eram ouvidos enquanto seguiam com destino as celas, nenhuma palavra foi pronunciada pelos guardas, mas ao contrário do que Artur pensava, eles não concordavam com os resmungos, e sim porque sabiam que o Marechal Pedro era um mestre na arte da t*****a. — Bom, Imperatriz Viúva, acredito que pode continuar agora. - Ísis fala assim que o g***o se retira da sala do trono. - Afinal, acredito que não nos reuniu aqui apenas para nos apresentar. — Claro, como disse no início, estamos enfrentando vários conflitos tanto internos como externos, para manter o povo de Sosayti seguros devemos mostrar que a família real continua firme. — Mas quando souberem que a Imperatriz morreu e uma bruxa se passou por ela durante todos esses anos, a confiança do império ficará abalada. - Heitor pontua. — Por isso não será permitido que essa informação saia do castelo. - Enzo comenta. — E como planeja mostrar que a família real continua firme? - Uriah pergunta. - Como falaram, segundo as leis do império somente um… — Herdeiro legítimo direto pode assumir o trono. - A Princesa Ísis completa, ela havia entendido as intensões da Imperatriz. - Antes que continue majestade, se me permite perguntar… — Sei o que planeja perguntar Princesa, mas a resposta é não. Meu tempo já passou, caso eu retorne pensarão que não temos herdeiros e isso não é verdade princesa. — Mas… — Sem, mas princesa, entendo que ainda esteja relutante em aceitar que seja a Princesa, mas como mostrou a todos hoje nasceu para governar. - A imperatriz Viúva fala. - Vamos fazer sua coroação. — Mas, e quanto a antiga Imperatriz, vão questionar se a Princesa Ísis for coroada do nada. - Heitor pontua. — Está doente. - Ísis fala baixo, mas todos os presentes ouviram. — A Rainha está doente, então a Princesa assumirá o governo temporariamente. - Enzo fala. — A Princesa está desaparecida a anos… - o Major Antunes fala entrando. - O povo vai estranhar tanto o retorno da princesa quanto a doença repentina da rainha. A sala ficou em silêncio, todos se viram em uma situação da qual não imaginavam uma saída, mas a solução estava ali e ninguém os notara ainda. Em um canto da sala estavam duas pessoas, uma bela dama cuja pele era tão branca quanto a neve, seus olhos em um tom de mel, os cabelos em tom claro de castanho, seu vestido era simples com pouco volume todo cinza. Ao lado da dama, um jovem de pele clara, mas não tão clara quanto da dama, os olhos negros e pequenos, os cabelos castanhos não tão grandes, mas também não eram curtos, a franja caia levemente em sua testa lhe dando uma aparência que muitos considerariam fofa e inofensiva, mas não se engane aquele não era nada mais nada menos que o ser mais poderoso daquela sala, muitos ousariam dizer do mundo. — É simples façamos uma festa para comemorar o retorno da princesa, depois de um tempo anunciamos a doença da rainha e depois a morte. - Fala o estranho, chamando atenção de todos para a dupla no canto. Heitor com espanto faz menção de falar algo, mas não teve tempo. — Caso não tenha percebido Angel, a rainha está morta e acredito que será um tanto quanto estranho uma festa em minha homenagem sem minha mãe presente. - A princesa fala, ao contrário dos demais aquele homem não era um estranho para ela, era o mesmo que aparecera em seu sonho assim como a dama, apesar de sua roupa está mais consoante o tempo em estão agora. — Não perguntarei como sabes quem sou. - Angel fala cruzando os braços com uma expressão que o deixou ainda mais fofo. — Nesse ponto acredito que posso ajudá-la majestade. — Você é a Dama Misteriosa! - A imperatriz viúva fala. — Pode me chamar de Sinis Majestade. - Sinis se apresenta, reverenciando a imperatriz. — Como poderá ajudar a Princesa? - Enzo questiona. — Da mesma forna que Senka se passou pela Imperatriz durante todos esses anos. — E por que nos ajudaria? Até onde sabemos, você é conhecida por levar tragédias por onde passa. - O Imperador, agora príncipe consorte, se pronuncia pela primeira vez. — Levo tragedia apenas àqueles que merecem alteza, o que não é o caso aqui. - Sinis responde calmamente, sem se ofender com a fala do príncipe. — Foi a Aurora, que os enviou aqui? - Ísis pergunta, para espanto de Angel e Sinis, e confusão dos demais, afinal aquele nome não lhes eram nada familiar, quem seria essa Aurora? Se perguntavam. — Suponho que teremos muito a conversar já que sabe de Aurora. - Angel fala se aproximando de Ísis, o que causou em Enzo uma reação um tanto exagerada, dado que com a espada em punho ele se põe a frente de Angel, com intuito de evitar sua aproximação. Esse, no que lhe concerne, parou em frente a Enzo e inclinou a cabeça levemente para esquerda o observando. - Sua lealdade é digna de admiração Marechal, vejo que é capaz de morrer pela imperatriz, afinal somente isso justificaria estar a minha frente em postura de ataque. - Comenta com um sorriso discreto. — Não se preocupe Enzo, eles não me farão m*l, afinal algo me diz que se quisessem me ferir já teriam o feito. - Ísis fala com uma mão no ombro de Enzo e outro sobre a mão que empunhava a espada, então ele abaixa a espada lentamente, mas sua postura ainda é rígida. - sonhei com vocês noite passada, estávamos em um jardim que me explicaram pertencer à Aurora. - Ísis explica observando a reação da dupla. — Esteve em Porthladd Diogel? - Sinis pergunta recebendo como resposta um pequeno acenar de Ísis. — Isso quer dizer que possui um grande missão majestade e que Aurora confia em você. - Angel afirma. — Se eres digna da confiança de Aurora, tens a nossa confiança. - Sinis completa com um leve acenar. — Mas lembre-se Ísis, tens nossa confiança, não nossa lealdade, afinal somos leais apenas a Aurora, caso faça algo que possa prejudicá-la, não exitarei em eliminá-la, assim como todos ao seu redor. — Como ousa ameaçar a princesa! - Enzo de desvincula de Ísis e avança em direção a Angel, que com um movimento de sua mão lança o Marechal ao outro lado da sala. Enzo bate na parede, caindo no chão, em seguida, um pouco desconcertado, ele tenta se levantar, conseguindo com demasiada dificuldade, o que poderia ser considerado um milagre, afinal ele poderia ter facilmente quebrado todos os ossos ou pior! Esse foi o pensamento de Ísis ao ver o Marechal tentar se levantar, logo ela corre em sua direção ajudando-o a se levantar. — Está tudo bem? Não se esforce pode ter quebrado algum osso. - Fala passando o braço do Marechal sobre seus ombros, ela encara Angel, seu olhar transmitia um certa raiva, mas ao encarar o de Angel não viu nada ali, nenhum sentimento, apenas um vazio e esse vazio causou um arrepio na espinha da jovem. — Sinis, ajude a Imperatriz no que for necessário, e mantenha o esquentadinho vivo. - Angel fala observando Enzo. - Acho que Aurora tem planos para ele. - Então, com essa frase, Angel se vira, anda lentamente em direção a porta, mas desaparece antes de alcançar a mesma, deixando o g***o demasiado confuso tanto com sua fala quanto com sua saída um tanto quanto curiosa. Assim que Angel se retira, Sinis se aproxima de Ísis e Enzo e mesmo sobre protestos do Marechal, ela o toca fazendo todas as dores que sentia em seu corpo desaparecer. Sinis realiza uma leve reverência a Ísis. Sinis anda calmamente para o centro do salão, ali fecha os olhos, então na frente de todos, os longos cabelos de tons castanhos claros se tornos curtos e negros enfeitados com uma bela tiara. A pele pálida assume um tom um pouco mais escuro, chegando a um pele morena em um tom próximo a canela, o vestido cinza simples, se torna um vestido esplendoroso vermelho. Quando Sinis abre os olhos, esses que antes possuíam tom de mel claro, agora são verdes vividos, aquela era a Imperatriz Heloísa Duarte. — Acredito que devemos começar as preparações para a festa em comemoração ao retorno de minha filha. - Sinis fala, o que para o espanto de todos, até a voz era igual a da Imperatriz. — Como podemos confiar que não fara como seu colega? Tentará m***r um de nós, ou simplesmente fugirá? - Heitor questiona. — Ele não tentou m***r ninguém, nem fugiu. - Sinis responde calmamente encarando Heitor. - Se Angel quiser m***r alguém, ele o fará, ninguém poderá impedi-lo. — Está dizendo que o que fez ao Marechal não foi um tentativa de assassinato? - A Imperatriz Viuvá questiona. - E se ele não fugiu para onde ele foi? — Não. - Dessa vez, para o espanto de todos, é Ísis que fala. - Conheço de ferimentos, qualquer um que fosse lança a essa distância e força teria morrido na hora ou pelo menos quebrado alguns ossos, e o fato de Enzo estar bem e ter se levantado logo depois indica. — Que algo ou alguém me aparou na queda. - Enzo completa - Teria sido essa tal de Aurora? — Não, foi o próprio Angel, ele não o ferirá por que ela tem planos para você - Sinis fala observando Enzo que ainda se apoia em Ísis. - Acredito que ele tenha feito isso apenas para mostrar um pouco do poder que tem, e testá-lo marechal. - Sinis se vira novamente para Imperatriz Viúva e fala - Emitirei um memorando anunciando o retorno da Princesa e que faremos um baile para comemorar, creio que quanto mais rápido colocarmos o plano em ação, mais rápido tudo estará resolvido. Princesa acredito que o Marechal precisa descansar um pouco e eu sei que vocês possuem algumas dúvidas a meu respeito, amanhã conversamos todos quanto o Marechal Brassard estiver melhor e Marechal Marques tiver cumprido sua missão. - Então, com uma reverência simples, Sinis se retira do salão.
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