Virei o rosto de um lado, depois do outro. Eu olhei pra mim mesma e pensei uma coisa que fazia muito tempo que eu não pensava: caramba... eu tô bonita. Peguei o celular na bolsa. Mandei uma mensagem pra Alex. "Tô indo." O celular vibrou na hora. "Ok." Só isso. Eu ri sozinha, balançando a cabeça. Típico dele. (…) Quando a porta do apartamento abriu, eu ainda estava ajustando a alça da bolsa no ombro. — Capitãããão! Ítalo apareceu correndo na sala. A risada dele ecoou pelo corredor. Ele parou no meio do caminho, me olhou e arregalou os olhos. — MÃE?! — Oi. Ele ficou paralisado por um segundo. A boca abriu e fechou. — Você tá... diferente. — Diferente bom ou diferente estranho? — Fechei a porta devagar, segurando o riso. — Diferente bonito! — Obrigada. — Eu ri e agachei pra ab

