Barbosa Tirei o capacete e travei a moto na garagem do mano mesmo. Carreguei o capacete comigo até a porta, que tava aberta, e entrei. O cara tava tentando ficar de pé com ajuda da médica que o Guto pagou pra vir. Por alguns segundos ele ficou, mas logo caiu de novo no sofá. Ele me encarou feião. Fechei a porta, joguei a cabeça pra trás e fui até ele, que tava impaciente. Barbosa: Tá progredindo em poucos dias, mano. — sorri, mas só recebi uma olhada torta. — Tá bem, cachorro? GB: Tu se sentiria bem sem poder andar? — sentou na cadeira de rodas com ajuda da médica. — Ia se sentir bem se não conseguisse ir no banheiro sozinho? E se não conseguisse mijar? Diz aí. Barbosa: Fala assim não, mano... tu podia tá morto. GB: Seria melhor. — revirou os olhos. Olhei pra médica, que foi até a c

