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1169 Palavras

A viagem de volta foi silenciosa. Não porque não houvesse coisas a dizer… Mas porque havia coisas demais. O cientista estava entre Zuri e Lisbeth, sentado, imóvel demais para alguém naquela situação. Os olhos abertos, mas vazios. A respiração controlada. O corpo obediente. A hipnose de Lisbeth ainda estava ativa. — Ele vai manter-se assim por quanto tempo? — perguntou Zuri, observando-o com atenção. Lisbeth estava encostada na parede oposta, braços cruzados, expressão relaxada. — O tempo suficiente… desde que eu reforce — respondeu, aproximando-se do homem. — A mente humana é frágil, Zuri. Só precisa de direção. Ela inclinou-se levemente, colocando dois dedos na têmpora do cientista. — Vais cooperar — disse num tom baixo, mas carregado de autoridade. — Vais responder a todas as pe

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