Já era noite quando Zeke e Soo-min se aproximaram da última árvore do caminho central do campus de Direito. A pilha de papéis nas mãos deles já beirava o cômico — retratos de Donna com os cachos emoldurando o rosto, um olhar firme e sereno, agora todos arrancados de postes, murais, bancos e até da lixeira reciclável da entrada do prédio da Tisch. Donna observava tudo de onde estava sentada, ao lado de Dylan, em um banco de pedra sob as folhas amarelas do outono que dançavam ao sabor do vento leve. A luz do poste acima deles projetava sombras suaves em seus rostos, e o silêncio entre os dois era confortável, carregado por tudo o que havia sido dito — e por tudo o que ainda restava dizer. Dylan olhou para ela, o olhar quase tímido sob as lentes dos óculos. — Obrigado. Donna ergueu uma so

