Capítulo 27

1351 Palavras

Meu celular não parou de tocar pelos próximos quarenta minutos insistentemente. Mesmo sem olhar o visor, sabia que era Marco e não tinha cabeça alguma para falar com ele naquele momento. Uma parte de mim não queria acreditar que ele havia atropelado César, enquanto a outra parte afirmava com toda certeza que havia sido ele. No horário de sempre, a van chega para buscar Renata e me despeço dela com um abraço, a observando entrar no veículo com as demais crianças. Após sair do condomínio e dar alguns passos, sou para de repente por alguém que segura meu braço. - Por quê está dizendo que foi eu que atropelei ele? - Marco questiona irritado. - Me solta, Marco - digo séria. - Não atropelei ninguém. - E você acha que vou acreditar? Bateu nele ontem! Marco olha ao redor, pressionando os l

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