A mão de Marco afaga lentamente minha barriga. Já fazia algum tempo, que estávamos deitados no sofá, em silêncio. O celular dele havia parado de tocar e minha raiva por Giulia já havia dado uma boa diminuída. - Já pensou em algum nome? - Ele pergunta, com os olhos fixos nos movimentos que sua mão fazia sobre minha barriga. Solto o ar dos pulmões. - Ainda não. Vai demorar um pouco para saber se é menina ou menino - Olho para ele - Tem alguma sugestão? Ele balança a cabeça levemente, ainda entristecido pela morte da mãe. - Não. - Se for menino - Ele me olha no mesmo instante - Podemos dar seu nome. - Marco Mendonça Oliveira Júnior - diz saboreando as palavras, com um leve sorriso no rosto. - E se for menina, podemos dar o nome da sua tia - Tinha certeza que tanto ela, qua

