Amizades

1227 Palavras
Para onde esse cara vai-me levar, será que seria para uma amostra do inferno, como que do nada isso acontece. Fiquei ali por mais duas horas, logo depois voltei para casa, onde tomei um banho e vesti uma roupa simples e confortável, vejo se tinha alguma mensagem importante no meu celular e como não tinha, voltei a abrir aplicativos aleatórios e por músicas. O mesmo homem de hoje cedo, apareceu a minha frente, ele estava a sorrir atoa, o que me deixou com mais dúvidas ainda. -- Já te avisei, o seu amigo tem toda razão, eu não sei porque tanta resistência, eu vou-te dar dois dias para pensar. - ao sumir, fico sem entender. -- i****a! - gritei começando a chorar nervosa com tudo isso, eu sei que temos que passar por um processo de autoaceitação, e eu só consigo me perguntar porque eu e não porque às outras pessoas. Ouço a batida na porta do quarto, me fazendo sair daquele transe que eu estava. -- Pode entrar. - digo-me levantando da cama e passando a mão no meu rosto, eu senti a presença da minha mãe na porta, e não queria que ela se preocupasse, porque se me visse chorando, iria-me fazer várias perguntas. -- O jantar está pronto. - a minha mãe disse num tom baixo e saiu fechando a porta novamente, ela sempre foi assim, porque ela sabe-me respeitar, não gosto que fiquem entrando toda vez no meu quarto. Não demorou para que a minha pessoa descesse, sentei-me a mesa de frente para minha mãe e comecei por meu prato. -- Mãe, eu sei que eu sou nova, mas penso em viajar, o que você acha? Não sei, fazer um intercâmbio. - levo a comida a boca, é como se não tivesse tanto gosto assim. -- Está louca? Você quer me deixar já tão cedo menina, mas… às escolhas são suas. - ouço ela e percebo a mesma encarar-me séria. -- Não é que tipo, eu estou m*l, preciso passar um tempo fora, eu realmente não estou bem aqui, a escola não está me fazendo bem, às pessoas não me compreende, tudo parece está caindo sobe a minha pessoa. -- Calma, o que está acontecendo com você ? Sua amiga não estava ai? Eu não estou-te entendendo. - a minha mãe diz parando de comer, vindo-me abraçar, eu sabia que iria sentir falta daquele abraço. -- Estava, por isso mesmo, ela é outra que falou umas coisas que eu não gostei. -- Você precisa de alguma coisa? -- Nada, eu só preciso ir. - digo encarando a mesma, meio sem graça por está mentindo na cara dela, não é uma coisa que eu queria está fazendo, eu nunca gostei de mentir, pois dessa vez é preciso antes que eu seja internada como maluca. -- Tá, para onde quer ir? Porque a gente pode dá um jeito, vamos conversar com o seu pai assim que ele chegar. - ela disse pegando celular, talvez iria contar para o meu pai, mais um sermão, estou a evitar isso. -- Depois a gente ver isso, vou subir, estou sem fome. - digo parando de comer, levanto-me e levo o copo de suco junto, vou bebendo e subindo devagar. Uma semana passou-se... A minha vida mudou completamente, eu nem imaginava que poderia estar convicta a ser uma vampira e a acreditar em tudo que aquele cara falou comigo, até hoje não me informou o seu nome, ele disse que eu tenho que saber somente o que ele quer que eu saiba. Acho que ainda não contei, mas eu estou indo para uma escola de vampiros, falando assim parece até engraçado, será que lá tem matemática e história? Cara isso existe mesmo? Com essa realidade que está a acontecer comigo, nesse exato momento estou em pé com o meu carrinho cheio de malas esperando algo acontecer como falaram, em pleno aeroporto. -- Querida...- ouço uma voz, viro-me olhando para trás, não conhecia. -- Desculpa, eu te conheço ? - pergunto não entendendo. -- Não, eu sou o Castro, o seu guia. - diz o mesmo com uma aparência bem pálida, pareci até que passou lápis de olho, e um eterno sem nenhum amassado. -- Ata, satisfação Castro, sou a Pâmela. - digo estendendo a minha mão para o mesmo que apertou, logo caminho ao seu lado. Entro na sala de espera, onde estava mais vinte pessoas sentadas à espera de alguma coisa, sento-me também e por fim, Castro fechou a porta. -- Acho que já podemos ir, não tem ninguém mais, estão todos aqui, que seja uma boa viagem para vocês. Assim que ele acabou de falar, abriu a porta do outro lado, espera, estamos indo de avião? Não é possível, deixo o carrinho e começo a pegar as minhas malas, Castro ajudou-me com algumas, assim que adentro por aquela porta, tudo estava tão escuro a cada passo que eu estava a dar, que quando me aproximei da parede, vi uma claridade, e logo entrei, revelando um campo enorme, Castro me olhando rindo nitidamente. -- Isso se chama, magia meus queridos, vocês vão estudar muito sobre isso, agora por favor vamos entrar, sigam-me. Saímos de um aeroporto no qual fomos parar em outro mundo, por apenas atravessar uma porta? Isso é fascinante, definitivamente. Podia perceber bastante olhares de outros vampiros, já imaginava que aqui eu também iria sofrer um certo bullying por ser novata. Assim que paramos ao correr daquela grande escola, ele começou a citar os nomes, fazendo com que nós se aproximasse dele e pegasse um tipo de horário para certas coisas, uma chave para o armário e a chave do meu quarto. -- Vocês dividem o quarto com outra pessoa, vocês ainda vão se conhecer, por hoje vocês têm o restante do dia para fazer amizades, arrumar o quarto e o que mais você quiser, podem ficar a vontade para comer, temos um refeitório com ótimas guloseimas sanguíneas, agora, dê-me licença alunos. O mesmo saiu rindo, me fazendo ficar parada sem reação, ele iria se dá de bem com aquele professor de história, eu não consigo nem acreditar que estou aqui para viver isso, através do número da chave, guio-me ao corredor dos quartos, procurando pelo número na porta, destranco a fechadura e abro a porta devagar, olhando cada detalhe desse quarto. Logo chegou uma garota, parando na porta. -- Número 28? - a mesma pergunta, balanço a cabeça positivamente. -- Bem bonito. - digo num tom baixo, tinha duas camas de solteiro, duas penteadeiras, grandes cortinas de cores neutras, uma mesa de estudo com um notebook, deixo às malas em cima da cama. -- Eu era bem menininha, agora que me transformei até os meus trajes mudou, sinto-me mais confiante. -- Estou vendo. - a garota disse colocando às suas roupas dobradas na cómoda, e tudo separadamente de cores, quanto cuidado. -- Desculpa, eu nem me apresentei, eu chamo-me Pâmela e você? - pergunto a observando. -- Mia, satisfação. - disse a mesma sorrindo fraco, e ainda sem parar de fazer as suas obrigações. A mesma era bem bonita, cabelo escuro com algumas mechas loiras, a sua pele era branca, com os lábios rosados, um corpo bem bonito, ouço a mesma coçar a garganta me fazendo sair do meu transe, eu encarar demais e ela percebeu eu reparando-a de cima em baixo, que vergonha Pâmela.
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