***Narrado por Catherine***
Era madrugada quando despertei com uma gritaria na casa, me levantei ainda vestindo o meu pijama, quando alguém passou por mim todo ensanguentado, se agarrando ao meu corpo, me jogou no chão, quando olhei era o Tio Antonie.
— Oncle que se passe-t-il?(Tio que está acontecendo?)
Falei ainda tocando o rosto como se estivesse num pesadelo, ele ainda conseguiu balbuciar algumas palavras, antes de dar seu último suspiro.
Antonie: Ibrahim, Ibrahim dirige sa fille. (Ibrahim, Ibrahim corre filha.)
— Ibrahim? Mais il n'a pas quitté Paris? (Ibrahim? Mas ele não foi embora de Paris?)
Me levantei e caminhei pelo corredor, escutei choros e súplicas, quando consegui alcançar a escada, consegui ver a sala, nela todos da família ajoelhados lado a lado com as mãos na cabeça, a frente o meu primo Ibrahim com uma arma nas mãos, parecia estar possuído por algo r**m.
— Ibrahim? Que fais-tu? (Ibrahim? Que está fazendo?)
Ele me olhou, caminhou até a escada e estendeu suas mãos, direcionei meus olhos para elas e estavam manchadas de sangue que ele rapidamente limpou em suas roupas, com medo desci as escadas e vi meus pais que me olhavam muito assustados.
Segurando minhas mãos com força, ele me levou até a frente deles e sorriu de um jeito aterrorizador.
— Não se preocupem, irei cuidar muito bem dela.
***De volta a Narradora***
Quando Catherine se deu conta do que estava realmente acontecendo, Ibrahim atirou na cabeça de seus pais e os homens que o acompanhavam fizeram o mesmo com os demais, assustada ela solto a mão da dele e se ajoelhou se agarrando a mãe e a abraçou chorando muito.
— Mãe… o que você fez, seu louco, assassino.
— Levem ela.
Fala Ibrahim para um de seus homens que puxa Catherine ainda agarrada a mãe, arrastada pelo braço e jogada em um dos carros que arranca do local em alta velocidade.
O jovem, ainda dominado pelo m*l, pede que tragam os galões de gasolina e eles despejam pela casa, em seguida ateiam fogo e vão embora sem se importar com o estrago causado na vizinhança.
Arrasada, Catherine é colocada num dos cômodos do porão da casa onde o grupo de Ibrahim mora, encolhida num dos cantos, chora desesperada sem saber o que seria de seu futuro, a polícia é acionada ao chegar no local o fogo já tomava conta de toda a casa, os vizinhos saiam e alguns eram obrigados a abandonar suas residências por segurança.
***Narrado por Ibrahim***
Aquela vingança estava na minha mente desde o dia que aquela maldita família que colocou para fora, queria ter tido tempo para beber o sangue daqueles filhos da p**a, mas pelo menos agora tenho aquilo que tanto desejei, minha Catherine enfim será minha.
Eu estava com tanto t***o e e******o, sabia que não ainda não poderia fazer Catherine minha mulher, ela precisava de tempo, havia acabado de perder os pais pobre priminha, mas eu tinha minha Alexia que a substituiu muito bem durante todos esses anos.
Peguei um vestido de Catherine e ordenei que ela vestisse, além daquele perfume de rosas que peguei em seu quarto.
— Alexia, vista isso e coloque esse perfume, quero te fuder como um animal, mas dessa vez sentir o cheiro de Catherine, só de saber que ela está tão perto sinto meu p*u duro de tanto t***o.
— Porque não vai comer ela, então, não vou usar isso.
Agarrei Alexia pelo braço e a joguei no chão, sobre teu corpo o vestido e aprontei para o banheiro, peguei meu cinto e bati em suas costas a fazendo gritar de dor.
— Vá la agora e faça o que mandei, estou sem paciência para discutir com uma v***a qualquer.
Alexia com uma cara feia caminhou até o banheiro, minutos depois voltou do jeito que ordenei, fechei os olhos e toquei seu rosto imaginando ser minha doce Catherine.
— Catherine, como sonhei com esse dia que teria você na minha cama, como sonhei em chupar sua b****a e ver gemendo de prazer ao gritar pelo meu nome.
Quando abri os olhos novamente e era minha Catherine, com seu sorriso doce e meigo, seus cabelos vermelhos e aqueles olhos que me queimaram por dentro, retirei seu vestido, deslizei minha boca por seus belos s***s pequenos e rosados que cabiam em minha mão perfeitamente.
Aquela boca gostosa, sentia sua língua tímida ao encostar na minha quando a segurei pelo queixo e invadi sua boca de forma indecente. A deitei sobre a cama e retirei seu vestido, Catherine me olhava enquanto estava sem camiseta, peguei suas mãos e passei pelo meu peitoral.
— Pode tocar, Catherine sou todos seu.
Depois peguei sua mão e enfiei dentro de minha calça a fazendo tocar meu p*u duro de t***o, com a minha mão sobre a dela a fiz massagear de leve, me levantei e retirei minha calça ficando completamente nu, com ela sentada na cama, me aproximei a abri sua boca colocando meu p*u e ela começou a chupar deliciosamente.
— Isso priminha me chupa bem gostoso, aí que delícia, ahhhh
Estava tão louco de t***o que não demoraria para gozar em sua boca, enrolei seus cabelos em minha mão e a pressionei a fazendo ir mais rápido, eu a olhava e seu olhos se fixavam aos meus.
Depois a empurrei sobre a cama, rasguei sua calcinha, toquei sua b****a com meus dedos abrindo sua entrada para dar passagem a minha língua que fazia voltar e chupava seu c******s a fazendo contrair o corpo e gemer segurando seus s***s.
Sentia o líquido quente escorrer em minha boca, segurei forte em suas coxas e pressionei indo mais fundo sugando seu g**o doce, depois peguei um preservativo rasguei com os dentes, louco de t***o para fudê-la a penetrei com força, ela soltou um grito com as mãos, agarrei seus s***s e beijei sua boca, misturando nossos gostos.
— Você é uma p**a gostosa Catherine, grite pelo nome, diga quem é seu macho agora.
— É você Ibrahim, meu macho gostoso, que me fode forte.
Eu a estocava com força, suas mãos deslizavam e suas unhas deixavam rastros por minha pele, sentia seu corpo quente e sua pele se arrepiar, ela jogava a cabeça para trás e se contorcia como uma c****a enlouquecida pelo desejo.
A virei de costas e a coloquei de quatro e sussurrei em seu ouvido e vi em um sorriso safado escapar entre seus sussurros de prazer.
— Hoje vou te comer de todas as formas Catherine para nunca esqueça quem realmente é seu dono, sua v***a.
— Isso, me coma de todas as forças, quero que me f**a forte Ibrahim.
Toquei sua b****a encharcada, lambuzei os dedos e depois lubrifiquei bem seu anus, segurando em sua cintura eu a penetrei, ela gemeu alto e eu sorria satisfeito, estocava com força e ela mergulhou seu rosto no travesseiro se agarrando aos lençóis.
Puxei teu corpo e me agarrei aos seus s***s, beijei e mordi seu ombro, sentia o suor escorrer entre nós, com uma das mãos a toquei e masturbei, ela levou uma das mãos a minha nuca dando passagem para que pudesse beijar seu pescoço e escutava seu gemido em meu ouvido, até que gozei e ela em meus dedos, soltei seu corpo que caiu sobre a cama e chupei seu g**o que escorreita entre meus dedos.
Deitei ao seu lado e deslizei meus dedos por suas curvas, ela se agarrou a mim, fechei os olhos novamente sentindo minha respiração ofegante, quando sai do transe Alexia estava nua ao meu lado, me olhando de forma maliciosa.
Alexia: Se for para ter um sexo selvagem assim, pode me chamar de Catherine que não vou ligar, seu gostoso.
— Não seja ridícula, Alexia, seu tempo em minha cama é temporário.