De volta a um terreno conhecido, mas não desejado, Marcus tocou no pequeno pingente, réplica exata do que Analú carregava no peito. Ele havia mandado fazer dois iguais e um menorzinho para pôr na pulseira da pequena Lua Rosa. — Eu os farei pagar meu anjo rosa e minha morena de olhos negros. — jurou beijando a joia. Com a mochila bem equipada com explosivos e munição. Marcus se preparou para a sua pequena festa — Era hora de fazer estragos e chamar muita atenção. Seguiu em direção a fazenda onde ele passara algum tempo, ele havia pedido para que Lucero tirasse a Consuelo de lá, então com terreno livre dos mocinhos, Marcus estava pronto para trás uma infinidade de corpos para contagem. O agente evitava o contato direto, suas energias eram guardadas para alguém em especial. Ele já estava

