Marcus se virou e viu quatro pares de mãos que empunhavam armas em direção a ele. Fazendo um sinal de desdém com as mãos como se dissesse “dane-se” ele bufou e se endireitou forçando a dor a ficar escondida. — O chefe quer vê-lo. — disse a voz de um dos homens de Mariano Pedra Santa. Sergey Polonov não era mais uma ameaça, ele se vingara de seu pior inimigo, mas a guerra ainda estava longe de terminar. Marcus pegou seu casaco no chão, o sacudiu com dificuldade e o vestiu lentamente, os homens apenas o observavam temerosos. — Vamos! — ordenou e os capangas apenas abriram o caminho para ele como antes. A sala ainda estava cheia de homens de Nirkov e de Pedra Santa, seus líderes o olhavam, um com admiração e outro com um ódio mortal. — Eu adoraria ficar para os agradecimentos, mas tenho

