CAPÍTULO 06

1325 Palavras
Gisele preferiu esperar no carro ele sair do banho, temendo os olhares dos homens daquele lugar, quando Ricardo saiu ela olhava-o de uma forma terna ainda mais apaixonada e atraída, ela deu um beijo em seu rosto enquanto dirigia, abriu o short dele abaixando a cueca e masturbando o nervo que ficava duro com seus movimentos, ele não acredita, ela abaixou a cabeça e passou a chupa-lo, Ricardo não sabia se prestava atenção no volante ou se deixava a onda de prazer crescer ainda mais. Ele estacionou num lugar vazio e acariciava os cabelos dela enquanto seu nervo preenchia toda a garganta, segurando suas bolas e sentindo-se cada vez mais excitada com os pulos que ele dava. Ela passou a chupar mais rápido ele segurava com força os cabelos dela avisando que iria gozar e enterrou de vez seu pênis na boca, despejando o liquido quente, contorcendo os dedos fazendo-a ficar totalmente arrepiada. Ela engoliu o prazer dele, rápido levantou o vestido, virou a calcinha de lado e penetrou o pênis enrijecido nela, pulando tomada pela adrenalina, suspirando cada vez mais ofegante com o toque dele em seu c******s, rebolando as vezes e tornando a pular, ela soava, excitava-se com os cabelos caindo em seu rosto. Gostava da cena, de estar no meio do nada com um homem forte e gostoso, seu prazer era crescente, ficava cada vez mais excitada, passou a rebolar com toda sua força, sentia seu g**o quente esquentar o pênis dele, gemia mais e mais, soltando um sorriso prazeroso ao sentir que ele também a preenchia de prazer, sentia-se potente por derrubar um gigante. Demorou um tempo para que ambos se recuperassem, porém não era seguro ficar por muito tempo parados com aquele carro ali. Gisele arrumava os cabelos enquanto ele dirigia, estava feliz porém incomodada com o g**o que escorria entre suas pernas; ela continuava observando as ruas ficarem cada vez mais humildes, sujas e cinzas, o lugar passava a impressão de um grande lixão, não aceitando que fosse tão comum aquela realidade, observando que ele mesmo estava tão acostumado que não se importava, a rua estava cheia "viva" com crianças correndo para todo canto, sem respeitar se quer os carros, o som alto saia de todas as casas, cada uma com o ritmo diferente, gerando um som total na rua indecifrável. Eles estacionaram na frente da casa dele, ela não queria acreditar que ele morava ali, o irmão adolescente veio e abriu o portão, Ricardo apresentou Gisele a ele: “De quem é esse carrão?” perguntou o irmão de Ricardo admirado com o carro. “É meu” respondeu Gisele tentando entender o porquê de tamanha admiração. “Nossa é lindo, não devia estar aqui, um carro desse chama muita atenção de bandido”. “Não se preocupa não cunhado, ele é todo blindado e rastreado por satélite, se for roubado logo volta para mim”. “Como são as coisas um carro deste porte, com um dono que pode comprar outro a hora que quiser, se for roubado logo é recuperado, mas o carro de um dono simples se for roubado não volta nunca, justo dele que não pode comprar outro.” “Pois é” respondeu ela olhando Ricardo ser abraçado por duas meninas “é por isso que rico é rico e pobre é pobre_ ela piscou para o cunhado e seguiu atrás de Ricardo”. Gisele tentou cumprimentar as crianças, mas elas se esconderam, ela achou engraçada a timidez delas, pois as crianças de sua família eram ensinadas desde cedo a interagir com confiança e superioridade, era bonito a humildade das crianças. Conforme entrava não acreditava em tamanha simplicidade, não achava possível tanta gente morar numa casa tão pequena, a recém casa comprada por ela dava três daquela, e ainda assim os pais não achavam o suficiente, "os pais" pensou ela "meu pai me mataria por estar aqui". Logo saiu da cozinha a mãe dele, uma senhora pouco arrumada, com um pano de prato no ombro e um sorriso sincero no rosto, ela abraçou Gisele, lhe passou um sentimento bom de acolhimento e carinho, fazendo Gisele sentir-se bem. “Como se parecessem” disse ela olhando para os dois “A senhora é linda como seu filho dona Leila, obrigada por me receber” Gisele tirou da bolsa um embrulho e a deu “trouxe uma lembrancinha para senhora.” As crianças pegaram o embrulho, era um perfume importado, dona Leila não queria recebe-lo, nunca tinha visto um daqueles mas imaginava que era caro. “Aceite dona Leila é de coração.” Ela aceitou o presente, chamou Ricardo e o irmão dele para ajuda-la a colocar a mesa da cozinha na área dos fundos, depois foi colocando as panelas aos poucos lá. Gisele achava que uma senhora daquelas deveria ter alguém para fazer isso para ela, pensou um pouco melhor e descobriu que senhoras como aquela, faziam isso para senhoras como a mãe dela. Ficou pensando sobre o assunto, mas logo foi abordada por uma das irmãs dele que pedia para ver seu sapato, suas joias e tudo, era uma criança curiosa, e ao seu ver m*l-educada. Os parentes iam chegando, traziam travessas e caixas de bebidas alcoólicas, logo a pequena área estava repleta, um som alto tomava o lugar e Gisele comtemplava tamanha liberdade e brincadeiras entre eles e alegria, era estranho aquela união, tanta gente, tão pouco espaço, tanta pobreza, mas tanta alegria e satisfação, ela não entendia. Todos a cumprimentavam e a elogiavam por inteiro, o que para ela era estranho, ela não era celebridade, mas parecia que seu namorado era considerado assim, isso era estranho e engraçado. Na hora de sentar para comer ela estava desesperada, conhecia poucas coisas que estavam na mesa, e nunca tinha feito seu próprio prato, ela via as pessoas se servindo os mais velhos ficando na mesa e os mais jovens sentando onde tinha lugar até mesmo no chão, não tinha cadeiras para todos. Ricardo percebeu a aflição dela e colocou sua comida, ela estava receosa com tão poucos talheres, mas resolveu imitar os que já comiam. Na primeira garfada sentiu seu paladar apaixonar-se pelo arroz de forno de dona Leila e das panquecas da tia dele, tudo ali era perfeito, inclusive as saladas. Ela comeu mantendo a classe e assim que terminou discretamente pediu mais um pouco para ele, que a serviu aliviado. Todos falavam ao mesmo tempo, ela não sabia se se compreendiam, mais ria das altas risadas que imitiam. Aquele era um lugar feliz, repleto de amor e companheirismo, o qual não existia de forma tão intensa na sua família. Eles passaram a tarde com a família dele e a noite Ricardo quis lhe mostrar a vila onde crescia, contando um pouco sobre sua rotina, a encantando com seus feitos. Sentaram na praça ele olhava para as estrelas, e ela olhava algumas pessoas que estava ali, umas fazendo ginastica nos aparelhos, outras bebendo com seus amigos, e outras apenas conversando enquanto suas crianças brincavam. Ela achou aquele lugar livre, não tinha ninguém com segurança, a liberdade e a simplicidade a encantavam, seria aquela a verdadeira alegria? Depois de namorarem um tempo voltaram para a casa dele, os parentes tinham ido embora e a mãe descansava na sala, as crianças dormiam, ouvia-se apenas o barulho de sapos do brejo atrás da casa dele. Ele a serviu o jantar, ela estranhou comer resto do almoço, e se perguntou onde parava a comida que sobrava na casa dos pais dela. Comeu com o mesmo gosto do almoço e Ricardo fez questão que ela dormisse lá no quarto junto com as irmãs, mas ela negou-se, usou a desculpa que precisava tomar um banho e trocar de roupa, e ele a levou para casa dela. Foi estranho para ela adentrar sua casa imensa e sem vida, mas estava feliz por entrar em sua banheira e relaxar, e mais feliz ainda por estar com ele.
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