Descemos e assim que chegamos na sala Gia estava lá andando de um lado ao outro.
- Que ótimo, resolveu descer? Achei que iria passar o dia todo no quarto donzela. Ela fala nervosa e Christian olha para ela com raiva.
- Com quem você pensa que está falando dessa forma Gia? Meu marido questiona e eu não estou nem aí para essa daí.
- Minha sogra está esperando à horas para olhar nossos vestidos, e Anastásia fazendo hora no quarto.
- Não linda, eu não estava fazendo hora. Eu estava fazendo amor com meu marido. Pisco para ela indo para cozinha levando à mesinha de café da manhã. Ela me olha em choque e eu sorrio mais. Dou bom dias às ajudantes da minha sogra e depois volto para sala.
- Você não tem o direito de falar com ela dessa forma. Se eu ver novamente esse comportamento, vou pedir ao meus pais para te deixar na casa dos seus pais até o dia do casamento. Ela fica com medo visível no rosto e eu sorrio para ela.
- Não vai mais acontecer. Ela fala simplesmente isso.
- Espero. Haya, vou indo. Na hora do almoço venho almoçar com você. Assinto e ele me dar um beijo na cabeça. Queria na boca, mas no costume deles, eles não fazem isso perto de outras pessoas. Mas que eu queria, eu queria. Ele se vai e ficamos só eu e à nojenta da Gia.
- Você está gostando né? Acha mesmo que terá ele aos seus pés sempre. Gia fala com raiva.
- Não Gia, aos meus pés não. Pelo meu corpo todo. Falo piscando para ela e ela me olha com mais raiva.
- Ele será meu marido e terá que cumprir suas obrigações comigo também. Gargalho dela. Patética.
- Bom dia luz da minha casa! Grace aparece também com maior sorriso no rosto. Mulheres felizes e bem resolvidas são outra coisa.
- Bom dia Sogra! Me levanto à abraçando.
- Está pronta para ir? Tomou café bem?
- Ótimo sogra.
- Que bom, não quero à luz da minha casa passando m*l. Assinto sorrindo. Há, depois ligue para sua mãe. Ela me disse que ligou para seu celular e não atendeu.
- Claro sogra. Até esqueci do meu celular. Digo e ela assentiu sorrindo.
- Então vamos. Temos ainda um almoço para preparar. Ela fala e saímos após arrumar nossos lenços na cabeça. Fomo conversando, excluíndo Gia totalmente do assunto. Acredito que até Grace, cansou dela.
Fomos andando até à loja passando pelas lojas vizinhas. Minha sogra estava de olho em uma gargantilha de ouro. Estava deslumbrada, tanto que seus olhos brilhavam. Claro que ela comprou e disse para mandar à conta para à casa dela, pois meu sogro aceitaria à conta.
- Escolhe algo para você Ana. Christian paga. Ela fala e eu balanço à cabeça em negação.
- Não precisa sogra. Eu estou tranquila.
- Se eu fosse você tinha comprado muitas jóias de ouro para fazê-lo pagar pelo que ele te fez. Sorrio dela. Maneira estranha de fazer alguém pagar algo. Dar um desfalque no bolso dos nossos maridos após uma briga é o melhor remédio para deixá-los pensativos. Gargalho mais.
- Sogra não temos esse castigo no meu país. Claro que temos de vez em quando um surto, onde pegamos nossos cartões de crédito e zeramos o limite, mas nada de fazer o homem surtar tanto assim.
- Pois aqui eles surtam. Ainda mais quando brigamos. Vamos na loja e fazemos à festa, e quando veem à conta, se desesperam e prometem não fazer mais.
- Eu quero escolher uma joia também sogra. Gia fala esbarrando em mim.
- Escolha para você usar no seu casamento. Grace fala e Gia se alegra me olhando. Louca mesmo.
Ela escolhe uma gargantilha de ouro e dois braceletes também de ouro. Toda feliz ficou escolhendo e me olhando com desdém. Eu não preciso de jóia nenhuma. Eu tenho o que ela não tem e nunca terá. Sorrio para ela e à mesma fecha à cara. Logo depois fomos para o ateliê do meu sogro.
Chegamos lá e Gia já foi para os panos toda empolgada. Comecei à olha esses panos coloridos me fazendo lembrar do meu vestido e à reação da minha mãe.
- Sogra, eu quero esse pano. Gia fala, mostrando um pano todo vermelho. Minha sogra pega uma renda e coloca por cima.
- Acredito que vai ficar lindo. Grace fala e me olha. E você já escolheu algum pano.-
- Estou em dúvida desse rosa ou esse verde.
- Os dois combinam muito com sua pele. Leva os dois e mandamos fazer dois vestidos. Assim no dia você escolhe com qual você vai ao casamento. Gia me olha com raiva e eu não podia sorrir mais.
- Obrigada sogra. Farei isso. Pego os dois panos e depois fomos para à costureira que tinha dentro do ateliê. Gia ficava toda hora chamando à atenção de Grace para ela como se eu me importasse. Ela parecia uma criança querendo ter atenção toda para ela. Eu só ficava de olho e rindo, porque ela acha que vai casar com meu marido.
Ficamos no ateliê tirando medidas, e vendo os modelos que poderiam ser os nossos vestidos. Eu amei o que foi desenhado para mim. Os dois ficaram lindos e eu já vi que vou ficar com dúvida na hora de escolher. Gia estava empolgada com o vestido dela também. Quando saímos do ateliê, ela não parava de dizer em como ela ficará linda para seu noivo. Ela falava olhando para mim, como se eu me importasse. Não vejo à hora de chegar no sábado e ver à cara dela. Coitada, terá uma surpresa tão grande.
Em casa antes de ajudar Grace na comida fui falar com minha mãe. Ela deve está preocupada. Vou no meu quarto e pego meu celular. tem várias ligações dela. Ligo para ela me sentando na cama.
- Mãe. Falo assim que ela atende.
- Oi meu amor. Te liguei várias vezes. Está tudo bem?
- Está tudo ótimo mãe. Christian e eu nos acertamos e estamos maravilhosamente bem. Digo feliz.
- Que ótimo meu amor. Fico muito feliz por você. Ela fala também feliz por mim.
- E você mãe? Está bem?
- Também estou ótima meu amor. Estou na Inglaterra com Bob.
- Vejo que temos uma relação aí. Ela suspira e sei que acertei.
- Tem meu amor, mas está complicado.
- Porque mãe? Indago sem entender.
- Porque ele quer mais. Ele quer que eu venha morar com ele aqui e eu não quero deixar você em Seattle sozinha.
- Mãe, parar. Eu não sou nenhuma criança. Quero que você cuide da sua vida. Você já se dedicou muito à mim, então precisa se dedicar à você agora.
- Mas se precisar de mim? Como vai ser?
- Eu sempre vou correr para seu colo quando tiver com problemas mãe, mas isso não significa que você não possa refazer sua vida.
- Você está falando sério? Ela indaga ainda em dúvida.
- Claro que sim dona Carla. Se bob é sua felicidade, vá em busca dela. Se agarre à ele e vai ser feliz. Se precisar do meu colo, estarei em Seattle.
- Vou confiar em você princesa, mas se precisar de mim, me ligue que eu vou correndo onde você estiver.
- Eu sei que sim. Eu te amo muito mamãe.
- Eu também minha vida.
- Agora vai lá e cuida da sua vida e da sua felicidade. Digo.
- E você também. Nada de deixar seu marido para outra. Ela fala sério.
- Nunca mãe. Depois desse m*l entendido eu aprende. O marido é meu e de mais ninguém.
- Isso aí minha linda. Agora deixa eu ir. Me liga e atende o celular.
- Pode deixar. Te amo.
- Também te amo. Desligamos e eu acabo sorrindo dela. Espero que ela seja feliz.
- Achei que você iria continuar aqui sem fazer nada. Minha sogra está esperando você para ajudar com o almoço. Escuto à voz de Gia. Ela estava dentro do meu quarto.
- Gia, eu posso não saber muito das leis e nem dos costumes do seu país, mas uma coisa eu tenho certeza. Essa ala é minha e do meu marido e você não pode vir aqui na minha ala. Sua ala fica do outro lado e você nunca me viu se intrometer na mesma.
- Eu vim te chamar. Ou você acha que vai ficar aqui sendo à princesa da casa sem fazer nada? Respiro fundo.
- Se você se atrever à vir na minha ala da casa, entrar no meu quarto, eu juro que você não vai fazer isso de novo. Falo passando por ela. Ela segura meu braço.
- Você vai fazer o que? Vai contar para meus sogros e para meu futuro marido? Ela pede sorrindo.
- Não Gia. Eu não costume trazer os outros para resolver meus problemas. Eu mesmo o faço. Falo me soltando dela e deixando à mesma para trás.
Desci e Grace estava despreocupada na cozinha. Ela me perguntou se liguei para minha mãe e disse à ela que sim. Conversamos em como minha mãe estava feliz de refazer à vida dela, mesmo Grace não entendendo, porque no costume deles, à mulher que fica viúva, vai para uma casa de viúvas, onde vive o resto da vida. Expliquei à ele que no nosso costume, à mulher pode querer ficar o resto da vida sozinha, por causa da sua viuvez, mas nem sempre isso acontece. Casamos de novo. Buscamos à felicidade novamente. Ela deu de ombros e continuamos ali, Gia, eu e ela fazendo o almoço.
Logo Christian chegou, junto com meu sogro. Meu sogro não trabalha mais, porém sai todos os dias cedo para ajudar na província vizinha com algumas consultoria empresariais.
Gia não calou à boca um só minuto. Ela sempre falava do seu casamento e ainda dirigia à fala para meu marido. Falando que estava querendo saber onde eles iriam passar à lua de mel. Christian não respondia nada e ainda estava com raiva do assunto. Eu estava tranquila, Carrick estava tranquilo e Grace nem se fala. Ninguém aqui estava dando ideia para Gia.
Depois do almoço fomos todos para à sala tomar o famoso chá. Nos sentamos e Christian estava conversando de negócios com o pai e eu estava pensando que depois tinha que ligar para Mark e saber como está tudo lá. Me levanto e vou para meu quarto.
Pego meu celular e ligo para Mark. Ele atende no segundo toque. E eu pergunto para ele como ele está. Ele me diz que muito bem. Pela voz de alegria deve ter conseguido ficar com Leila. Indago sobre à empresa e ele me diz que está tudo indo como eu deixei. Hanna estava passando os cliente para ele e assim estava dando certo. Ele me fala que Leila conseguiu contratar um engenheiro. Fico feliz com isso. Digo à ele que vou ficar mais um pouco afastada, mas que qualquer coisa pode me ligar. Ele disse para não me preocupar e assim desligamos.
- Algum problema com sua empresa? Christian indaga atrás de mim e eu me viro sorrindo.
- Não amor. Está tudo ótimo. Vou até ele e me jogo em seus braços.
- Queria ir para nossa casa e ficar lá trancado com você em nosso quarto o resto do dia.
- Eu também gostaria disso. Falo mordendo os lábios.
- Podíamos sair à noite. Você quer? Me animo com isso.
- Onde vamos aqui? Pede empolgada.
- Uma boate. Mas ela fica afastada da nossa região. Não pode se ter uma boate aqui devido à cultura da nossa província, mas podemos ir e nos divertir um pouco. Assinto feliz. Ele beija minha boca com vontade e desejo e eu vou desabotoando sua camisa.
- Haya, não. Bem que eu queria, mas tenho que voltar. Ele fala ainda com à boca grudada na minha. Faço biquinho. Ele morde o mesmo. Prometo te compensar mais tarde. Ele me dar outro beijo e depois sai abotoando sua camisa. Era esperar então à noite para esse desejo todo ser compensado.