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1121 Palavras
–Tudo no esquema Luquinhas? –Tamo armado até os dentes menor.—coloco uma pistola na cintura. Já tá todo mundo pronto pra missão, eu vou ficar na cobertura, já que meu pai não quis que eu ficasse na linha de frente. Seria mais fácil para eu tomar um tiro e terminar de morrer quando chegar em casa. Sabe como é a dona encrenca que tenho como mãe. –Tu te liga lá em menor, não quero b.o para mim não. Tu já sabe quem é tua mãe.—avisa meu pai, colocando o fuzil atravessado nas costas. –Fica sussa coroa, vamo voltar inteiro. A missão era fácil. A gente tem que parar o caminhão no meio do caminho, roubar a carga e eliminar os que tiver dentro. Os filho da p**a roubaram uma carga do nosso morro, e vamos nos vingar hoje. É sem ideia. Já é das antigas que a Rocinha não se bate com a Maré. Nunca vão ser morros aliados, por conta dos vacilos do dono. Entro no banco de trás do carro e o menor que tá no volante sai em alta velocidade. São três carros pequenos. Um na frente que vai para parar o caminhão e os dois de trás tão na cobertura. Eu tô no segundo carro. Arthur tá no primeiro o tio Lucca também tá lá. O caminhão vai passar por uma estrada de chão, a gente vai está lá esperando. Não vão tá esperando, aí é que a gente ataca. Olho cada minuto no meu relógio de pulso, eles já estão chegando. O x-9 que colocamos lá, avisou o horário que eles vão passar. Tudo certinho. –Se prepara aí, já tão chegando. Quando eles passarem, o primeiro carro irá parar na frente, e eles vão ter que parar ou metemos bala. Arthur, meu pai e mais três caras ficam dentro do carro, já preparados com suas armas. Quando o caminhão está bem perto, eles aceleram o carro e param na frente, já descendo e apontando suas armas. No caminhão tem três homens, eles começam a atirar. Pego a minha metralhadora e atiro no lado da lataria, onde o carona fica. Eles não param de atirar contra nós também, onde estamos os polícia vai demorar pra chegar. –Bora filho da p**a, pode ir descendo!—Arthur grita, mirando seu fuzil.–Bora c*****o!Não tenho o dia inteiro aqui! Eles descem, rendidos. Dois deles estão feridos. Um com um tiro na perna e outro no ombro. O do ombro já tá fudido, vai morrer mermo. Dois menor sobe no caminhão, já tomamos a carga pra nois. Finalizamos os três lá e deixamos o corpo dentro do mato, na beira da estrada. Depois o chefe deles vem buscar, se se der ao trabalho de procurar pelos soldados abatidos. Minha primeira missão foi com sucesso. Espero que meu pai me deixe ir em outras, adrenalina é uma coisa que eu gosto e tá no meu sangue. Ontem não deu pra eu ir na casa da minha tia, então eu vou colar lá hoje de surpresa, ela que bote mais água no feijão. Sarah tá com minha moto hoje, me convenceu a deixar ela pilotar hoje de novo. Vamos escoltando o caminhão até a entrada por trás do morro. Deixamos lá em um galpão, os menor vão tirar e embalar já pra vender. Fico na boca até perto da hora do almoço, mando uma mensagem pra minha mãe avisando que não vou ir almoçar em casa hoje. Vou pra casa da minha tia, e na frente à Gabriela e a Pérola tão conversando e olhando a vida dos outros. Tudo fofoqueira. –Minha mãe vai te matar.—me dá um abraço.–Ela ia lá na sua casa ontem, eu que convenci ela a não deixar minha tia de luto. –Ontem não deu pra eu vim, mas vim hoje.—olho pra Gabriela.–Eaê Gabriela. –Eaê. Deixo as duas lá fofocando e já vou entrando e indo direto pra cozinha. –Oh tia coloca mais água no feijão!—pego uma uva da fruteira em cima do balcão. –Seu filho da p**a!—me xinga.–Eu ia te matar ontem muleque. –Já tô ligado nessa fita aí.—pego outra uva.–Tô numa larica da p***a. –Espere, já tá quase pronto. Fico sentado no sofá esperando ela terminar lá, as câmeras ambulantes chegam e se sentam também. Gabriela senta ao meu lado e Pérola na ponta. –Eu vou ali no meu quarto rapidinho, se comportem aí em?—sorri maliciosa, e eu faço o mesmo. Minha irmã some de vista e eu não perco nem tempo. Chego mais perto e puxo a nuca dela e a beijo com brutalidade. Ela corresponde na mesma intensidade e arranha minha nuca com suas unhas gigantes. Puxo ela e a coloco no meu colo, a diaba ainda rebola no meu p*u. Não posso f***r ela aqui, estamos na casa da minha tia. Nos beijamos por mais um tempo até que Pérola volta, e ela sai do meu colo. Minha ereção é notável, abaixo um pouco minha blusa, e sorte que deu pra cobrir um pouco. As duas ficam cochichando lá, de mim é claro. –Eu e Sarah fomos o cupido.—Olha pra mim sugestiva.–Vocês formam um casal tão bonitinho, ahhh cut cut! –Já vai começar as viadagem.—reviro os olhos.–Vai caçar o p*u no cu do Pietro menina vai, deve tá por aí v******o. Ela muda de assunto na hora, já que vive de rolo os dois,mas o cara é igual eu. Não quer comer uma b****a só, tem que ter as vadias da rua pra se satisfazer. Estilo cachorro. –Imagina, duas cacheadas pra você se preocupar?—coloca a mão no queixo pensando, depois dá risada.–Muitos encaracolados na sua vida meu rapaz. Nem ligo pro que ela tá dizendo, só quero comer. Meu celular chega uma nova notificação, já que vibra em meu bolso. A chata da Sarah já tá me importunado de novo, não me deixa em paz aquela criatura. Chata do c*****o ❤ ? Oia mano, vou pegar pra mim? ? ? E junto com a mensagem, uma foto. Ela só pode tá de brincadeira com a minha cara, até parace que vai levar a minha moto assim. Tem uma loja, caso não saiba, que vende igualzinhas. É só juntar dinheiro e ir lá comprar. E pode estacionar aí na garagem e sair de cima, já chega! A maioria é implicância com ela mesmo. Nosso aniversário de 18 é mês que vem, vou pensar se dou uma moto pra ela ou não.
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