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1165 Palavras
–Tá maluco cara?—coloca a mão no lugar que eu soquei. –Tu não me viu maluco ainda. Parto pra cima dele, só que ele também revida. Trocamos socos e chutes, enquanto a mãe dele grita desesperada, pedindo ajuda. Mas ninguém ousa se meter na briga. Quem é maluco? O menor sabe até que lutar bem. Me dá um direito na cara, que me faz quase cair. Meu rosto está dolorido, na minha boca estou sentindo o gosto de sangue. Ele também tá machucado. Nós dois batemos e apanhamos. –Vou te mandar a visão menor.—aponto o dedo pra ele, que se encosta na parede.–Fica longe da minha irmã. –E se eu não quiser ficar?—me desafia, limpando o canto da boca que sangra.–Tu vai fazer o que? –Deixar tua mãe de luto. –Vai querer a tua irmã pra tu é? –Eu tô te dando o papo. Chega perto dela de novo que tu ganha uma cova rasa no meio do matagal. –Manda ele embora daqui meu filho.—a mãe dele tá chorando.–E não é pra você se envolver com esse tipo de gente. –É isso aê coroa.—vou até a minha moto.–Aconselha teu filho a ficar longe da minha irmã. Ele não pode se misturar com gente desse tipo, tá entendendo? –Vai embora daqui seu marginal.—grita com nojo. –Vou te respeitar ainda por ser mulher e ser mais velha que eu. Se não, era sem ideia. Não escuto mais o que eles falam. Hoje eu não vou ficar na boca. Ficar em casa sem fazer nada, ou ir pra casa de alguma gostosa, fuder até o talo. Meu pai não tá mais em casa. Só a minha mãe tá lá e as minhas tias também. Vieram com certeza falar da minha vida. Quando eu entro, as três viram a cabeça pra me olhar. Reviro os olhos e vou direto pro meu quarto. Tranco a porta e tomo um banho pra tirar a catinga. Tô com essa roupa desde ontem. Visto só uma calça moleton e desço. As três ainda tão lá. Fofocando e bebendo café. –Não viu a gente aqui não é menino?—Tia Betah pergunta erguendo uma sobrancelha.—m*l educado. –Oi tias.—falo com as duas ao mesmo tempo. –Eu deixei ainda café da manhã pra você.—diz minha mãe.–Tá dentro do forno. –Valeu mãe. Aceno com a cabeça e vou comer um pouco. Tem o nosso bolo favorito. De chocolate com cobertura. A gente amava quando era criança, na verdade, amamos até hoje. Ela deve ter feito por conta da minha briga com Sarah. Como o bolo com suco de acerola. Sento na bancada e pego o meu celular, vendo se tem alguma mensagem de mulher me chamando pra fuder. Não demora muito tempo eu online e chega uma mensagem de Laura. A loira gostosa que eu já fodi duas vezes. Quer f***r gostoso delícia?? Tô aqui toda aberta esperando você me f***r com força. Bom, parece que eu não vou ficar o dia todo em casa sem fazer nada. Marca 15. Troco de roupa vestindo uma bermuda e camiseta. Coloco umas camisinha no meu bolso, não quero sair por aí deixando filho. Nem quero ser pai um dia. Deus me livre suportar dia e noite choro de criança. Da trabalho de mais, cê é louco. –Vai pra onde?—pede satisfação dona Sam. –Fazer um corre aí coroa. –Eu vou te dá uns p*u quando me chamar de coroa de novo.—manda um olhar mortal. –Arthur também tem essas mania de me chamar assim. Até eu quebrar a cara dele pelas paredes. –Tem nem coragem de matar uma barata.—tiro sarro. –Aé garoto?—cruza os braços. Tia Betah só tá comendo o bolo, só pensa em comida. –Se vocês não comerem ela não deixa nem uma migalha.—gargalho. –Me respeita não, fica aí. Deixo as três e vou pro meu corre. A v***a já tava me esprando nua. Deixou a porta encostada, só fiz empurrar e encontrar ela de perna aberta no sofá, se masturbando. Tiro só a minha bermuda e cueca. Ela vem até mim e bate um babão gostoso. Engole toda a minha p***a, não deixando cair uma gota. Depois de ganhar um boquete eu coloco ela de quatro no sofá. Visto a camisinha e meto com tudo dentro dela. Jogo a cabeça pra trás e vou entrando com tudo dentro dela. Minhas bolas batendo na sua b***a faz um barulho, meu p*u entrando e saindo dela também. –Me come atrás vai...—pede manhosa olhando pra mim. Tiro meu p*u e coloco na sua b***a. Já deu tantas vezes que nem tive trabalho de entrar. Enquanto como ela por trás, a masturbo com a mão. Meto mais algumas vezes até que ela goza, só que eu não tinha gozado ainda. –Espero... Não paro de meter até que eu g**o dentro da camisinha. Saio de dentro dela e tiro o preservativo e amarro a ponta. Ela se vira e se abre de novo. Coloco outra camisinha e começo a f***r ela de novo. A mulher é gostosa pra p***a. Troca de posição e começa a cavalgar no meu colo. Gemendo alto e arranhando o meu abdômen. Depois de gozar mais duas vezes eu começo a vestir a minha cueca e bermuda. Ela fica nua no chão da sala, me olhando ainda com malícia. –Tu nunca vai assumir uma fiel não?—quebra o silêncio fazendo pergunta b***a. –Ixi tá incomodada é?—pego as camisinha usada no chão.–Quando eu quiser eu assumo, não precisa ninguém me pedir não. –Eu posso ser tua fiel.—não evito de gargalhar da cara dela, que me olha com raiva. –Tá locona é? Fumou droga estragada? Ela não diz nada. Só me fuzila com o olhar. –Eu só te fodo de vez em quando, não é pra ficar perguntando nada não. –A gente se dá tão bem no sexo.—chega mais perto de mim.–Somos uma bela dupla. –Não quer dizer que tu vai ser minha fiel nao.—me afasto dela indo até a porta. –Vai ter um dia que eu não vou tá mais disponível pra tu.—ameaça. –Não se esquece que é tu que me procura, não o contrário.—pego na maçaneta da porta.–E se tu não quiser me dá mais, suas amigas ocupa o cargo. Saio rindo colocando a camisinha usada no bolso. Quando eu chegar em casa eu jogo no lixo. Se eu deixasse lá aquela louca podia pegar e querer engravidar, e aí ia da B.O. Vou pra casa e cheiro umas cinco carreira. Na lombra eu vou tirar um cochilo.
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