Capítulo 3

600 Palavras
Ainda estou namorando a lava louças quando escuto a voz do porco velho. – O que faz aqui? – pergunta cheio de arrogância, como se fosse o dono do lugar. – Trabalhando, é óbvio – respondo no mesmo tom de arrogância. – É muita audácia sua aparecer aqui depois da palhaçada de ontem. – fala como se fosse o dono do lugar. – Ontem, falei apenas a verdade. – respondo fazendo pouco caso dele. Ele se aproxima de mim. – Que verdade, acha mesmo que o Sr. Wayne acreditaria em uma gorda estúpida como você? Vá pegar suas coisas e tira esse traseiro enorme do meu restaurante. – o porco velho ordena e eu só faço rir da cara dele. – Desde quando esse restaurante é seu? – O Sr. Wayne estava atrás de Carlos, meu santo das gordas safadas, esse homem de novo não. – Senhor, eu só estava colocando essa insubordinada no lugar. – Carlos responde abaixando a crista. – E quem você pensa que é pra fazer isso? O chefe aqui sou eu. – Wayne fala cheio de prepotência, seguro uma risada pois o meu ainda está na reta. – Eu sei senhor eu... – Não mandei você me interromper, e nem demitir ninguém, pegue suas coisas e vá para minha sala, estar demitido. – chocada, o novo chefe molhador de calcinhas acabou de demitir o ser mais asqueroso do mundo, me amarrota que estou passada. Carlos ficou paralisado com a maior cara de tacho do mundo, me controlo para não rir, o velho se deu m*l. Ele saiu logo atrás do Sr. Wayne. Todos começamos a rir e a comemorar assim que ambos saíram de cena. Carl, Samira e Maria me deram um abraço em conjunto. – Você conseguiu se livrar do porco velho. – Eu não, o senhor Wayne se livrou dele. – deixo bem claro que eu não tenho nada haver com isso e voltamos ao trabalho. Depois do expediente a turma foi para um barzinho comemorar a demissão de Carlos. Adoro sair no meio da semana para tomar um porre com a galera é um dos poucos momentos que me sinto livre pra fazer o que quiser, Carl me entrega um cigarro de maconha logo que entramos no bar, nossa. O fato de ser gorda não me impede em nada de ser safada, ainda mas, ser tem um cara n***o e muito gato que não tira os olhos de você. Deixo a galera de lado e vou até o garanhão. – Oi – dou uma tragada no cigarro. – Me chamo Mary – minto meu nome. – Sou Jean. – a voz rouca dele me deixa excitada, já deu pra notar que adoro homens com voz máscula. – Vamos dançar? – ele pergunta ao pé do meu ouvido. – Não, quero fazer uma coisa melhor. – falo cheia de safadeza – Vamos. – o puxo pelo braço o levando até ao banheiro. – O que está planejando? – pergunta surpreso, quando o jogo para dentro da cabine para deficientes. Não respondo, apenas arrebato aquela boca enorme com um beijo, jogando-o contra aquela parede imunda. – Nossa. – ele sussurra com certeza surpresa. – Cala a boca – mando, odeio que as presas falem comigo. – Apenas curta o momento. – peço abaixando-me na direção de sua cintura, tirando o cinto de sua calça, abrindo a braguilha logo em seguida. Meus olhos brilham de alegria ao vê o tamanho do c****e dele, o abocanho ferozmente... Cheguei por volta das três da madrugada. Caindo de bêbada, fedendo à álcool, maconha, p***a e derrubando as coisas.
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