Ainda estou namorando a lava louças quando escuto a voz do porco velho.
– O que faz aqui? – pergunta cheio de arrogância, como se fosse o dono do lugar.
– Trabalhando, é óbvio – respondo no mesmo tom de arrogância.
– É muita audácia sua aparecer aqui depois da palhaçada de ontem. – fala como se fosse o dono do lugar.
– Ontem, falei apenas a verdade. – respondo fazendo pouco caso dele.
Ele se aproxima de mim.
– Que verdade, acha mesmo que o Sr. Wayne acreditaria em uma gorda estúpida como você? Vá pegar suas coisas e tira esse traseiro enorme do meu restaurante. – o porco velho ordena e eu só faço rir da cara dele.
– Desde quando esse restaurante é seu? – O Sr. Wayne estava atrás de Carlos, meu santo das gordas safadas, esse homem de novo não.
– Senhor, eu só estava colocando essa insubordinada no lugar. – Carlos responde abaixando a crista.
– E quem você pensa que é pra fazer isso? O chefe aqui sou eu. – Wayne fala cheio de prepotência, seguro uma risada pois o meu ainda está na reta.
– Eu sei senhor eu...
– Não mandei você me interromper, e nem demitir ninguém, pegue suas coisas e vá para minha sala, estar demitido. – chocada, o novo chefe molhador de calcinhas acabou de demitir o ser mais asqueroso do mundo, me amarrota que estou passada.
Carlos ficou paralisado com a maior cara de tacho do mundo, me controlo para não rir, o velho se deu m*l. Ele saiu logo atrás do Sr. Wayne.
Todos começamos a rir e a comemorar assim que ambos saíram de cena. Carl, Samira e Maria me deram um abraço em conjunto.
– Você conseguiu se livrar do porco velho.
– Eu não, o senhor Wayne se livrou dele. – deixo bem claro que eu não tenho nada haver com isso e voltamos ao trabalho.
Depois do expediente a turma foi para um barzinho comemorar a demissão de Carlos.
Adoro sair no meio da semana para tomar um porre com a galera é um dos poucos momentos que me sinto livre pra fazer o que quiser, Carl me entrega um cigarro de maconha logo que entramos no bar, nossa.
O fato de ser gorda não me impede em nada de ser safada, ainda mas, ser tem um cara n***o e muito gato que não tira os olhos de você.
Deixo a galera de lado e vou até o garanhão.
– Oi – dou uma tragada no cigarro. – Me chamo Mary – minto meu nome.
– Sou Jean. – a voz rouca dele me deixa excitada, já deu pra notar que adoro homens com voz máscula.
– Vamos dançar? – ele pergunta ao pé do meu ouvido.
– Não, quero fazer uma coisa melhor. – falo cheia de safadeza – Vamos. – o puxo pelo braço o levando até ao banheiro.
– O que está planejando? – pergunta surpreso, quando o jogo para dentro da cabine para deficientes. Não respondo, apenas arrebato aquela boca enorme com um beijo, jogando-o contra aquela parede imunda.
– Nossa. – ele sussurra com certeza surpresa.
– Cala a boca – mando, odeio que as presas falem comigo. – Apenas curta o momento. – peço abaixando-me na direção de sua cintura, tirando o cinto de sua calça, abrindo a braguilha logo em seguida.
Meus olhos brilham de alegria ao vê o tamanho do c****e dele, o abocanho ferozmente...
Cheguei por volta das três da madrugada. Caindo de bêbada, fedendo à álcool, maconha, p***a e derrubando as coisas.