Terrorista narrando
O morro tá na maior tranquilidade, tudo fluindo, hoje vou descer pra boca só mais tarde pra ver se tá tudo nos conforme, embora o Ws esteja de frente é sempre bom estar por dentro. Tomo um banho e faço minhas higienes e então desço pra tomar um café, assim que chego na cozinha me deparo com a Carol e minha mãe discutindo, quase todo dia é essa palhaçada aqui.
Terrorista: Que p***a tá acontecendo aqui? - Falo alto já pra elas pararem com isso.
Dona Carmem: Essa garota insuportável, que acha que tem empregada aqui, eu já te avisei Bruno ou você dá um jeito nessa menina ou eu vou sentar a mão nela.
Carol: amor, eu apenas pedi pra ela levar meu café lá em cima pq não estou bem! - fala fazendo uma cara de cão que caiu da mudança
Terrorista: Nem de manhã tem paz nessa casa, que p***a de amor o que c*****o, Carol você não tem empregada aqui.
Essa briga das duas é constante, minha mãe não concorda em eu ter assumido a Carol como minha fiel, as duas parecem cão e gato, e se essa situação continuar vou colocar a Carol em algum barraco, aliás devia ter feito isso desde o início.
Com essa encheção de saco perdi até a vontade de comer aqui, pego minha arma coloco na cintura pego meu celular a chave da moto e meto macha pra padaria.
Peço dois misto é um suco de laranja, depois de comer e conversar com alguns moradores meto macha pra boca, chegando lá faço toque com uns vapor e entro na minha sala. Acho estranho o filho da p**a do ws não ter vindo aqui encher o saco então pergunto para o parafuso se viu ele, quando ele me fala que ele foi liberar morador novo na barreira fiquei confuso e acelerei pra lá, ninguém pediu autorização pra se mudar.
Quando chego na barreira vejo ele de costas falando com uma mina, quando ele sai da frente e eu vejo de quem se trata senti um bagulho estranho, foi como se eu voltasse no dia do baile quando vi ela pela primeira vez.