RAFAEL (PESADELO) Nossas línguas sambavam em uma perfeita sintonia, enquanto minhas mãos deslizavam por todo o seu corpo, apalpando cada pedacinho dele, o conhecendo melhor. Deposito um tapa forte em sua b***a grande e empinada, fazendo ela sorrir durante o beijo. — Solange: Vamos para a sua cama. — pede em um tom de sussurro, o que já fez meu amigão crescer. — Pesadelo: Sei não, loira. — hesito — vai que no dia seguinte ela dá uma de maluca e me bate por nós ter fodido. — Solange: Vai, Rafael. — sussurra em meu ouvido e eu me arrepio todo. — Eu sei que você quer tanto quanto eu quero. — morde o lóbulo da minha orelha. — Pesadelo: Você está bêbada. — tento me controlar ao máximo, mas resistir a essa perdição que está na minha frente não é tão fácil assim. — Solange: Mas é isso que eu

