Outra maldição?

847 Palavras
      * Bia narrando *    Gaia não parecia com medo ela estava incrédula, pelo menos era o que seu rosto demostrava, e isso assustou Bia, afinal o que faria um ser antigo, que já viu e ouviu muito, possuidor de uma alta tolerancia com o estranho ficar abismada, criando coragem ela olhou para o Endrew, de quem ela só percebeu agora, estava com suas mãos entrelaçadas, ao tirar as mãos de perto das suas, esperou uma resposta dele que  acenou com a cabeça e ela seguiu em frente:     - È...uhh... Gaia, o que é isso.    - ah sim, vocês não sabem.    Para tentar levantar o clima eu disse:    - Seja o que for não deve ser pior do que uma maldição!    Gaia deu um pequeno sorriso, e disse:    - Criança a ligação entre poderes pode ser o maior presente ou a pior das maldiçoes, quem escolhe como vai lidar com ela, são vocês.    - Bom vamos torna-la um presente, por que de maldição já basta.     - você não entende, eu só vi isso acontecer uma vez na minha vida, em toda ela, foi quando ocorreu a união do povo elementar, antes disso eram apenas tribos separadas esperando para lutar entre si- ela da um sorriso irônico - quase como nos tempos atuais, duas tribos distintas e rivais tiveram a ligação entre seus seguidores, ela basicamente é a intervenção do destino em um casal, aqueles que recebem a ligação unem seus poderes, mas isso não é o pior, eles estão destinados a ficar juntos, independente de escolhas ou traições, as consequência se isso não acontecer são... não quero nem pensar, o pior de tudo é que elas são eternas.     Endrew e eu nos olhamos, com isso pedimos:     - Se houve a formação do império veela e a  união do povo elementar ela não é tão r**m assim, né?     - a união aconteceu para que seu povo não fosse extinguido pelos humanos, eles formaram uma aliança apesar das diferenças.     - Qual a historia desse casal.     - Eles não chegaram a ser um casal, através de uma armação de certas pessoas invejosas, o casal foi separado e o reino condenado.     - Do que você esta falando? nosso reino foi o mais prospero por muito tempo.      - Sim, mas nem toda a corte era unida. Acho que vocês dois estão bem familiarizado com a historia da tribo do fogo e da agua, não é?     Endrew me olha de ressaio e diz:      - Os clãs se odeiam por causa da quebra do acordo se sangue.     - não, antes eles se odiavam, mas eles conviviam, por isso fizeram o juramento de sangue, não por não confiarem um no outro, mas sim para acalmar o destino, e por isso   essa maldição é tão feroz e inquebrável, por isso  ela instiga a dor e o ódio não só entre os clãs mas em seu ceio também.     - Mas como?     - A maldição é um espelho que reflete os erros de seus antepassados fadando todos a repeti-lo ou morrer tragicamente. Desde que vocês ativaram poderes tanto beta quanto alfa, o que foi que sentiam em maioria?     - Medo, dor, raiva e ódio. - ao falar, percebi que essa representou nos dois.     - Quando essa fúria acalmou?     - Quando estávamos juntos.     - Viram vocês são a exceção , não sei como, mas o mesmo destino que lançou a maldição esta dando a chance de vocês quebrarem ela, com exatamente a mesma escolha que seus ancestrais fizeram, escolham sabiamente.     - Você diz que nos vamos quebrar a maldição, mas como?      - Isso nem eu sei meus caros, eu só tenho certeza de algo, vocês são a chave, não só para isso, mas para algo muito maior, mas se escolherem errado, se falharem as consequências serão desastrosas e  a fúria do destino implacável.      * Endrew narrando *    Isso resolvia tudo, a garota e eu estávamos, não, estamos ligados pelo destino, nossos poderes, orgulho de nossos ancestrais, nos deu um fardo pesado que já destruiu muita gente, ela parece estar pensando o mesmo, nos despedimos de Gaia, para um ser antigo e poderoso ela foi gente boa conosco, seguimos em frente, não falamos, a tensão era palpável no ar, cada um imerso em seus pensamentos, mas no fundo com a mesma pergunta, uma pergunta formada que cutucava nossas mentes, mas agora nenhum de nos queria perguntar.       - Então.. Hum.. o que nos vamos fazer?     - Agora, nos saímos da floresta, você me ajuda a encontrar meus pais, cada um volta para sua vida, e ironicamente o resto fica na mão do destino, se ele não nos m***r a gente descobre o que acontece.     - Sobre seus pais.     - Você disse que iria me ajudar.      - Eu vou, mas um amigo vai conosco, vamos encontra-lo fora da floresta.        Ela me olha determinada, mas desiste sabe que quanto mais gente melhor. Em vez disso ela diz:       - Sobre o que ela falou, eu.. só.. uhh, não sei o que dizer.       - nem eu, só deixa rolar. - ela pareceu concordar pois saiu caminhando firme rumo a um destino não tão incerto, mas imprevisível.      
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