Ainda estava chovendo quando o carro parou em frente ao rio. Pedi de propósito ao motorista que passasse direto da casa de David e me deixasse ali sozinha. Estava muito ciente de que ele me encontraria facilmente em sua casa e precisava de tempo antes que também me achasse ali. O homem insistiu que eu não deveria ficar sozinha, na chuva e no meio do nada. Mas eu o ignorei, como havia feito a viagem toda enquanto ele me perguntava tudo sobre minha vida. Eu já havia lhe dado uma jóia que valia mais que seu e******o carro, não tinha que fazer mais nada. Estava escuro e lama se formava nos meus pés enquanto eu andava afundando nela com os saltos. Meu vestido caro agora era um desastre úmido colado em meu corpo dormente que nem sentia o frio da noite. Não fiquei com medo. Pela primeira vez e

