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2203 Palavras

[...] Sebastian sorriu e era algo que Esmeralda não esperava, ele nunca ria, sempre era tão sério e a todo momento a única coisa que ele sabia fazer era lhe dar ordens, que vê-lo sorrindo era tão novo, que sentiu vontade de retribuir, porém, a aproximação dele a deixava nervosa, apesar de terem passado a madrugada bem mais próximos do que estavam naquele momento, no entanto, na delegacia ela não estava acordada, fez aquilo enquanto dormia, então não era tão vergonhoso e não a deixou tão nervosa quanto se encontrava. Talvez o seu corpo sabia o que aquela aproximação significava. — Se você der mais um passo, eu vou gritar e menos de um minuto meu pai e meu irmão estarão aqui. — Ameaçou. — Você não vai fazer isso. — Continuou sorrindo. — Não pode afirmar isso, você nem me conhece. — Ele

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