CAPÍTULO 102

1453 Palavras

NORA Minha mente é como um cemitério de palavras. Mesmo quando as pessoas esticam a mão para me cumprimentar ou falam comigo, minha cabeça continua remoendo o que acabei de presenciar e o sorriso que forço parece exatamente o que é, tão falso quando uma nota de um real. Sentindo uma enorme dificuldade para respirar, peço ajuda de um dos garçons para me levar até o lado fora, onde o ar não está tão corrompido com mentiras. Como se você não fosse a maior de todas. A personagem ardilosa dentro da minha cabeça provoca e rosno. — Está se sentindo melhor? — o mesmo garçom pergunta, tomando cuidado em me sentar em um dos bancos enfeitados no jardim e checar minha pressão. Afirmo com a cebeça e ele sai em seguida. Meus olhos percorrem o espaço atrás do meu segurança ou uma das meninas, eu

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