NORA Eu continuo empurrando a pessoa do outro lado da ligação, insistindo, questionando, exigindo um nome até que a música se transforma em uma risada profana, do tipo que marca sua alma e rouba um pedaço da sua mente e a chamada finalmente é encerrada. Levo um tempo encarando o celular, talvez um minutos ou mais até que escuto passos e vejo uma sombra chegando ao meu lado. Quando eu me viro, não tem ninguém, apenas a escuridão. — Olá? —chamo, imagnando que talvez seja uma das meninas ou Tobiah. Dou alguns passos para frente e olho na direção da escada, flagrando algumas pessoas transitando, mas duvido que tenho sido alguma delas. — Tilly? Tento mais uma vez. Nada. Estou pronta para voltar e discutir mais um pouco sobre quem enviou aqueles diários quando o zumbido de vozes a min

