CAPÍTULO 37

1320 Palavras

JOSÉ LUIZ A observo com cautela, calculando os melhores caminhos para obter o que eu quero. — Não, você está tentando distrair-me. — digo. Ela ergue apenas uma sobrancelha. — E está funcionando!? — Fala, um sorriso brincando nos lábios. Ela é uma provocadora de merda, mas eu saquei o seu jogo e tenho minhas próprias cartas.. — Você está tentando fugir da pergunta, mas lá vai um conselho, boneca. — Pauso, dando um tempo para ela poder gravar as minhas palavras. — Eu sempre tenho o que quero. Nem sempre. Minha consciência murmura e uma imagem minha, ajoelhado, surge. Suas mãos param com a carícia e descem para as laterais do seu corpo. O olhar confiante que ela mantinha se esvai e dá lugar ao terror, dura pouco, no entanto, é o suficiente para mim. Eu desconfiei de que algo esta

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