CAPÍTULO 36

1104 Palavras

JOSÉ LUIZ Meus olhos a seguem com atenção, ela olha para a sala simples como se estivesse perante a sala de um palácio. Forço-me a dar um passo a frente, lutando contra o nó que se formou na minha garganta, faz anos desde a última vez que estive aqui. Droga. Eu não venho desde a sua morte. Afasto o pensamento e apoio o ombro contra a parede, focando nela, apenas nela. Minha perdição. Meu pecado. Minha ruína. Seu vestido pesa na minha mão direita enquanto meus olhos fixam na única peça que cobre seu corpo, um tecido pequeno e rendado. Ele não é nada, um puxão e então, acesso livre. — Esse lugar é lindo. — Fala em um tom encantador. Meu peito aperta e quero envolver meus braços e prendê-la para sempre. Calma. Eu não sou do tipo fácil, mas faço bem o papel. Posso me fazer ser no

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