NORA Branco. Branco. Branco As paredes são brancas. O azulejo do chão é branco. A roupa do homem que tem meu pulso na mão é branco. A luz na minha cara é branca. Branca e fluorescente. A única coisa fora da curva sou eu. Que diabos está acontecendo!? Quero gritar, mas não há tempo para que eu diga uma única palavra antes de Tilly aparecer no meu campo de visão e começar a pular e apontar. — O que está acontecendo? — Sussurro, minha garganta arranhando com o esforço da fala. — VocÊ nãooo lembra? — Tilly reage, a expressão no seu rosto parecendo tão em choque que chego a duvidar de mim mesma. Então olho para o homem, que ainda mantém meu pulso sobre o domínio e o avalio por inteiro. — Eu passei m*l?— Encaro o homem que não deve passar dos quarenta, esperando que a explicação v

