LXXXVI- Gregório Vitorino ( Grego)

4160 Palavras

Sempre imaginei que algum dia o meu natal seria mágico, mas nunca foi, nunca teve o velhinho na favela, apenas em comercial na televisão, na escola falavam dele, eu até acreditava, mas pra o morro mesmo ele nunca foi, pensei que pelo menos Giulia passaria comigo, mas passou a noite inteira com George que não dormiu um instante se quer, saiu daqui aos tropeços de sono. m*l pude me despedir.— Se você quiser eu posso... — Nem me deixou terminar de falar, saiu correndo rapidamente, eu só ia oferecer pra leva-la a casa dos Pacheco, seria algo desconfortável, eu sei, mas nem entraria. — Titia. —Vejo o pequeno de pé somente de fralda nos pés lhe procurando. — Sua tia se foi, você conseguiu acabar com ela cara. — Não me entende, mas fica olhando em volta do apartamento, pelo menos eu dormi, o bas

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