É véspera de natal, Giulia chegou de manhã, parece que não pregou os olhos, chegou em casa duas olheiras enormes ao redor dos olhos, lhe olho parecendo que foi mais uma noite de plantão, são dez e quinze da manhã e ao invés de cambalear pra algum lugar se joga em meus braços, fica de pé apoiada em mim feito uma zumbi, minha mãe ri da cena, meu pai apenas olha. — Giulia? — Lhe chamo sabendo do que ela precisa, banho e cama. — Iiii pelo visto trocou o irmão pela irmã. — Meu pai resmunga, se não fosse meu pai, lhe mostraria o dedo do meio, mas nem ligo, há quem pensem que somos um casal. Chego ao quarto que ela divide com Maíra tiro seus sapatos após lhe colocar na cama, tiro o short, deixo apenas com uma blusa que não é dela, é masculina de primeira linha, na certa ficou com algum mauri

