Capítulo 12

1233 Palavras

Alexander assentiu novamente com a cabeça majestosa de animal, como se me convidasse a fazer o que eu bem entendesse. — Por favor. Vá descansar. Certo... por que eu continuava esquecendo que aquela era a minha casa? Subi para o meu quarto rapidamente e bati a porta com força. Fiquei ali por um momento ao lado dela, com a orelha colada na madeira. O cansaço me obrigou a apoiar o cotovelo na maçaneta, e o ar escapou dos meus pulmões num longo suspiro sonolento e cheio de dúvida. Naquele momento, eu não podia dizer que sentia falta do meu querido silêncio. Às vezes, no meio da noite, a casa rangia. Era lógico — era uma cabana com boa parte de toras, rústica e um pouco velha; os materiais se expandiam e contraíam com o frio e o calor. Não faço ideia de quantas vezes dormi com um olho quase

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