Capítulo 121 - parte 1

744 Palavras

Meu pai tem a oficina de marcenaria nos fundos, e no térreo, na frente, a loja. Minha mãe cuida da loja e ele se encarrega da fabricação de móveis, com os dois funcionários dele. Aquela sempre havia sido a nossa casa; eu cresci ali e o quarto no sótão sempre foi meu. Eu gostava de saber que minha mãe ainda mantinha o meu quarto pronto para emergências, e era reconfortante dormir naquela cama novamente depois de dois anos sem fazê-lo. Eu me sentia como uma menina de quinze anos novamente entre as minhas coisas. — Um dia você vai ter que jogar tudo isso fora, mãe — Eu disse a ela uma manhã, brincando, enquanto fazíamos a cama juntas — Não é como se guardar isso fosse dar algum valor a elas... são só bonecas sem sentido. — Ou eu posso colocar tudo numa caixa e você pode levar para o Wyom

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