Sem hesitar um único instante, eu corri em velocidade máxima de volta para o corredor, arrastando Andre comigo mesmo que o menino estivesse gritando que nós tínhamos que voltar para buscar o pai dele. Nós quase batemos contra a porta da saída de emergência quando dois tiros foram ouvidos. O meu coração parou. Não podia ser! Andre começou a gemer novamente e soltou a minha mão, mas não correu de volta; em vez disso ficou ali, gemendo e tremendo, passando as mãos pela cabeça e pelas orelhas, pelo focinho, pelos braços. Ele pulava no lugar e o r**o dele estava como um espinho, eriçado e rígido. — Andre, Rex disse que nós tínhamos que ir para o telhado! E eu era uma idiota... eu nunca deveria ter entrado na oficina, eu deveria ter obedecido Rex desde o começo, eu... — Eles atiraram em al

