24 - Elijah

1174 Palavras

Elijah Narrando Depois que almoçamos, não dei espaço para o silêncio ou para dúvidas crescerem. Pedi para minha assistente trazer todos os documentos e as artes da nova fachada do atelier. Queria tudo resolvido ali, naquele mesmo dia, enquanto Melinda ainda estava com aquele brilho incrédulo nos olhos, como se tivesse medo de acordar de um sonho muito bom. Os papéis chegaram organizados, pastas elegantes, contratos, registros, plantas, artes gráficas. Espalhei tudo sobre a mesa da sala de jantar, que mais parecia uma sala de reuniões improvisada. Melinda sentou ao meu lado, curiosa, passando os dedos pelos papéis como se estivesse tocando algo frágil. — Isso tudo, é meu mesmo? — ela perguntou, quase num sussurro. — É nosso — corrigi, olhando para ela. — Mas o atelier é seu. Como está

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