Se não vai terminar, não começa.

2498 Palavras
— Oi, amor, como foi a entrevista? - fingi se importar. Na realidade se importa sim, afinal se eu não trabalhar, as contas acumularam ainda mais. — Muito bem, tanto que já começo amanhã. Ele, então, se aproxima, segura em minha cintura e da um selinho em minha boca. — Olha, aí sim amor, eu sabia que você ia conseguir. — Obrigada. - digo num tom seco. Eu olho para a Emma, e ela parece estar com mais raiva do que eu. — Hoje a noite vamos comemorar, delícia. Segura no meu cabelo, vira o meu rosto e da outro selinho. Emma faz uma cara de nojo para mim. — Tá bom, Anthony. - concordo mesmo sabendo que não tô a fim. Pego a garrafa de vinho já vazia, me levanto para ir jogar no lixo e levo um tapa inesperado em um lado da minha b***a. O barulho do tapa ecoa na pequena cozinha. — É isso aí, essa é a minha garota. Eu tenho que me segurar para não mandar ele para o inferno enquanto caminho até o lixo perto da porta. — Ah, e não esqueça de vestir aquela lingerie azul turquesa que amo tanto, hein. — Claro que não amorzinho. - aperto os dentes de cima nos de baixo, com muita força. Ele, então, vai até a geladeira, pega uma latinha de cerveja e saí para a rua novamente. Olhando para a Emma, sei que ela está sentindo o mesmo que eu. Nojo, asco, raiva, ódio, ... — Como você consegue suportar esse homem em cima de você, Grace? - indaga — Ele é asqueroso, nojento, repulsivo, repugnante, ... — Não sei. - suspiro — Talvez seja porque ele é meu marido, e é minha obrigação. — Desculpa Grace, mas você está totalmente errada. - discorda — Você não é obrigada a t*****r com um homem que não te sustenta. — Pode até ser Emma, mas se eu n**o a ele, ele começa a me insultar, diz que estou o traindo com alguém, não me deixa dormir. — Cara, sinceramente, eu não sei se eu conseguiria suportar um homem desse, como você o suporta. - Balança a cabeça negativamente — Um cara folgado, encostado e aproveitador. Mas uma vez ela está certa nas palavras. — Sim, mas uma vez você está totalmente coberta de razão, Emma. - concordo — Mas ele não era assim. Ele era tão diferente quando eu o conheci. Começo a me lembrar da época da faculdade. — Quando saíamos, ele não deixava eu pagar, nem muito menos rachar a conta com ele. Desgrudar de mim? Só quando cada um tinha que ir para o seu dormitório ou aulas diferentes. - sinto- me decepcionada — E comemoração então? Até uma nota boa nas provas era motivo para comemorar. — Sim, você disse certo, Grace. Ele era diferente. Hoje não mais. - ela pega as taças e coloca dentro da lava louças — Com o tempo as pessoas mudam, algumas para melhor e outras infelizmente para pior. Que seria o caso dele. — Sim, realmente foi para pior. Sento novamente na bancada da ilha e fico batendo meus dedos nela. A ansiedade parece querer tomar conta do meu corpo. — Sabe, eu sei que é uma pergunta um pouco íntima demais, mas como é que é na hora h entre vocês dois? - olha- me atentamente. — Ah, o que eu posso te dizer?. Frio como a Antártida. — Sério? - me olha incrédula. — Sim, o duro que sim. - suspiro — Enquanto ele tá lá se satisfazendo, eu fico olhando para o teto, torcendo para que ele acabe logo. São poucas as vezes que sinto t***o, e quando sinto ele não me deixa alcançar o orgasmo. — Nossa, amiga, eu não fazia ideia que isso estava acontecendo com você. — É que infelizmente eu não tenho mais vontade, nem desejo nenhum de t*****r com ele. - digo desanimada — Tudo entre nós esfriou completamente. — Mas você não sente mais nada por ele, nenhum tipo de afeto? — Não, em meu coração não há mais respingo nenhum de amor, de paixão, de carinho, ... , nada. — Então se você não o suporta mais, não sente mais nada por ele, porque você não o manda embora, pede o divórcio e vai viver a sua vida? Afinal essa casa é sua, está no seu nome. — Sinceramente eu não sei, Emma. - respondo indecisa — Talvez seja porque eu já me acostumei a tê- lo por perto, ou até medo de ficar sozinha, sei lá. - digo enquanto aliso uma mecha do meu cabelo. — É, pode até ser isso mesmo, Grace. - concorda — Mas ouça e siga um conselho de amiga. A olho atentamente. — Tente mudar o seu jeito de pensar, o seu jeito de agir. - aconselha- me — Pare de se apegar tanto nas coisas ou nas pessoas, porque uma coisa que eu aprendi na vida 'é que nada é nosso, tudo é emprestado'. A Emma tem a mesma idade que eu, mas às vezes ela parece tão mais amadurecida. — Pode deixar, eu vou. Ela senta do meu lado e segura na minha mão. — Grace, você ainda é nova, bonita e interessante. - elogia- me — Com certeza tem muitos homens melhores do que ele por aí. Homens que com certeza a tratariam como uma rainha e não como uma serva, uma criada. — Eu sei, Emma, eu sei. Coloco os dois cotovelos em cima da ilha e apoia a minha cabeça em minhas mãos. — Se você sabe mesmo, então, acorda Grace. Pare de deixar ele fazer de você, o que ele bem quer. - diz num tom firme — Mostra para ele, que é ele quem precisa de você e não você dele. Talvez se eu seguisse todos os conselhos que a Emma já me deu, minha vida não estaria como está hoje. — Pode deixar, desta vez eu vou fazer de tudo para seguir o seu conselho. — Assim espero, Grace. Porque a única coisa que eu quero, é que você seja feliz como você realmente merece. A olho com ternura e sorriu para ela. — Obrigada. - agradeço de coração. Ficamos em silêncio por alguns segundos. — Bom, agora deixa eu ir. - pega sua bolsa ao lado da minha — Eu preciso descansar para o meu turno da noite na boate. Emma é dançarina na boate *Flor da noite*. Não que seja um serviço que ela se orgulhe, mas é o que a ajuda pagar as suas contas. — Ok, vai lá, e obrigada por tudo viu. — Não precisa me agradecer, Grace. - diz com humildade — Você é muito mais que uma amiga. Você sabe disso. — Idem. Ela me abraça apertado e vai embora. — A Emma é realmente a melhor pessoa que Deus poderia ter colocado em meu caminho. - digo com sinceridade — Igual a ela não há. Depois que a Emma se vai, eu começo a fazer tudo que preciso fazer em casa. Deixar tudo organizado, já que não sei como irei voltar do meu primeiro dia de trabalho. Após isso, vou para o banheiro tomar um longo banho antes de me deitar para descansar para o dia seguinte. — Ué, o Anthony ainda não chegou?! Olho para o relógio e vejo que já são quase 00:00. — Quer saber, eu vou me deitar e dormir, afinal tenho que acordar cedo amanhã. Me deito e em poucos minutos adormeço. — Oh, gataaaaa. Acordo com a voz arrastada do Anthony me chamando, mas sem abrir meus olhos. — Vamos brincar de papai e mamãe, gostosa. Estou com tanto sono que o ignoro. — Gata, eu quero. Segura no shorts do meu pijama e o puxa para baixo, fazendo- me abrir os olhos. — Anthony por favor, hoje não. - suplico — Você sabe que amanhã tenho que me levantar cedo para trabalhar. Então me deixa descansar, por favor. Ele fingi não me escutar, ficando de pé nos pés da cama e tirando toda a sua roupa. — Agora vamos comemorar o seu novo emprego, gata. Engatinha por cima de mim até ficarmos cara a cara, e com isso, sinto um cheiro forte de álcool no hálito dele. — Você está completamente bêbado, Anthony. - viro o rosto não aguentando o hálito forte de bebida. — Tô sim, mas ainda consigo trepar com a minha mulher. - diz colocando seu p**** um pouco mole e um pouco duro, no meio das minhas pernas. A minha vontade é de empurra- lo de cima de mim, mas se eu fizer isso, teremos uma discussão muito feia, por conta de eu me negar a t*****r com ele. Às vezes até rola agressão física. Então por conta disso, eu prefiro deixar rolar. — Quero deixar essa sua b******** satisfeita. - diz segurando- o na mão e esfregando na minha entrada. Sinto nojo, asco, quando ele encosta em mim. — Hoje vou te fude a noite inteira, amor. Morde meu pescoço enquanto seu p**** é colocado para dentro de mim. Eu fecho os meus olhos e tento não pensar em nada, mas não tem como. A cena dele comendo outra mulher em nosso quarto, em nossa cama, vem rapidamente a tona. Começo a torcer para que acabe logo. .." Senhor, por favor, faça o gozar logo e sair de cima de mim. Uma de suas mãos segura forte em meu queixo, virando o meu rosto e me beijando bruscamente. Tento ao máximo não retribuir, mas ele persiste até eu me dar por vencida e beija- ló também. Não sei se é por ele estar embriagado ou não, mas suas investidas são rápidas e fortes. Tanto que chego a sentir uma pequena dor por dentro. — Por favor, pare Anthony. - afasto de sua boca e suplico novamente — Você está me machucando. Súplicas que são em vão. Ele desisti da minha boca, levanta a blusa do meu pijama e cai de boca em meu seio esquerdo. Serpenteando o meu mamilo com a ponta da língua, chupando- o, sugando- o e roçando seus dentes nele. Fazendo o t***o surgir em mim, afinal faz alguns meses que não transamos. Mas eu não demonstro, segurando- me ao máximo — Pare de se fazer de difícil, gata, e entregue- se a mim. Ignoro suas palavras. Com isso, ele tira seu p**** de dentro de mim e desci, parando em minha v*****. — Agora vamos ver o quanto você aguenta se segurar, docinho. - olha- me maliciosamente antes de cair de boca nela. Lambendo, chupando, serpenteando sua língua em meu c******s e sugando os beiços da minha v***** com vontade. Demora um pouco, mas eu começo a sentir um enorme prazer, enquanto minha v***** lateja insistentemente. Fazendo- me agarrar os lados do travesseiro com as mãos e apertar fortemente, enquanto retraío os dedos dos pés. .." Ooh.. Anthony, ooh.. isso.. assim.. ooh.. - mordo meu lábio segurando um gemido. Uma sugada forte e eu arqueio minha costa. .." Ooh.. - suspiro várias vezes. Sabendo onde é o meu p*****g', ele não mede esforços para tirar um gemido meu. Serpentea com a ponta da língua rapidamente, seguido de lambidas e sugadas famintas. — Ooh.. Anthony, Ooh.. não pare, não pare. Estou quase gozando quando ele se afasta e volta para cima de mim. Penetrando- me novamente enquanto me beija. Investidas rápidas e fortes, que me fazem voltar a sentir t***o. .." Agora eu g**o, só mais algumas estocadas dessa e eu atinjo o orgasmo. Uma vontade louca que não se cumpre, pois m*l termino a frase em meu pensamento e sinto seu esperma sendo liberado dentro de mim. Deixando- me insatisfeita e frustada. — Gozou amor? - pergunta deitando- se ao lado. — Sim, claro. - minto para ele enquanto me levanto e vou ao banheiro me limpar. Encho a banheira e entro dentro. ." Mais uma vez sou deixada a ver navios. Fico deitada e pensando em como ele não se importa comigo e com as minhas necessidades. .." Como ele não percebeu que eu não gozei?! Ainda sinto- me muito excitada e com minha v***** latejando insistentemente. .." A única forma de diminuir isso é eu me masturbando. Coloco minha mão direita dentro da água, levo até a minha entrada e me penetro com dois dedo. Com receio de ser pega pelo Anthony, faço movimentos de ir e vir rapidamente. Sempre me masturbei pensando em atores famosos, como por exemplo: Jamie Dornan, Dominic Sherwood, Ian Somerhalder, ... mas hoje não, hoje estou com a imagem do meu novo CEO 'Thomas Mueller Price' em meus pensamentos. Fecho meus olhos e começo a me lembrar dele todo peladinho. Daquele p**** enorme e grosso, daquele corpo todo tonificado, daquela boca carnuda e olhos penetrantes. Me imagino dentro do escritório dele, sendo colocada de costa por ele sobre a mesa dele, minha calcinha sendo tirada lentamente, sua mão deslizando pela minha perna até seus dedos encontrar a entrada da perdição, em seguida penetrando- me com um único dedo até me deixar pronta para recebe- ló. Movimentos de por e tirar, que me fazem suspirar, tanto na imaginação como na vida real. — Ooh.. senhor Price. - gemo baixinho. Já toda molhadinha, ele tira seu dedo, substituindo por seu delicioso m****o já ereto. Penetrando- me profundamente enquanto sussurra em meu ouvido. "- Vou te fazer implorar por clemência, senhorita Grace. Meus dedos ganham mais velocidade e minha imaginação vai mais além. Deito- me sobre a mesa dele e empino mais a b***a, dando- lhe mais acesso a ela. Entendendo o meu recado, ele enfia um dedo em meu traseiro enquanto seu p**** se sacia com a minha b*****. — Ooh.. - mordo o cumprimento do meu dedo para que o gemido saia abafado. Estocadas fortes e rápidas. Fudendo- me de duas maneiras. "- Rebola no meu p** Grace, rebola. Faço na imaginação, assim como faço na vida real. Rebolo no p**** dele, ao mesmo tempo que rebolo em minha mão, enquanto suas investidas em mim são cada vez melhor. .." Mesmo sabendo que é só minha imaginação, sinto como se ele estivesse aqui comigo de verdade. Me fudendo selvagemente. Começo a estigar meu mamilo esquerdo, com minha mão esquerda, enquanto meus dedos fazem o trabalho em minha v*****. Fudendo- a com dois de meus dedos, cada vez mais rápido. — Ooh.. deus. - não conseguindo segurar mais, gemo alto. Meu corpo me mostra que estou bem perto, fazendo- me masturbar mais rapidamente. Minha b***a, então, se contrai e meu corpo sofre espasmos enquanto g**o dentro da banheira. — Aah.. - suspiro profundamente satisfeita. Dou uma pausa para recuperar o fôlego, lavo- me, saiu da banheira, me enxugo e saiu do banheiro. Olho para a cama e vejo o Anthony roncando como um trator. .." Ufa.. que bom que ele não ouviu nada. Visto meu pijama de novo, deito- me ao seu lado e em minutos pego no sono.
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