end

1504 Palavras
Lorenzo entrou no escritório de Bruno, acompanhado pelos policiais, junto a Leonardo, ele estava determinado a encontrar provas da culpa de Bruno. Os policiais começaram a revistar o escritório, procurando por qualquer coisa que pudesse incriminar Bruno. Lorenzo, por sua vez, foi direto para a mesa de Bruno. Ele começou a revistar as gavetas, procurando por qualquer coisa que pudesse ser útil. E então, ele encontrou um mapa, dobrado e escondido em uma das gavetas. Lorenzo desdobrou o mapa e o examinou. Era um mapa da rota que o barco de Isabella estava seguindo. E então, ele viu as letras de Isabella, escritas no canto do mapa. "Estamos sendo atacados", lia-se no mapa. "Soube por um dos marinheiros que estavam planejando um motim, o responsável, não é nosso tripulante, ele se chama Bruno Rossi, e se infiltrou em nosso navio. Lorenzo, se um dia encontrar esse mapa, saiba que eu te amo, e nunca vou deixar de amar você e nossas filhas." Lorenzo sentiu um golpe no coração. Ele sabia que Isabella havia escrito essas palavras, sabendo que estava em perigo. Ele sentiu uma onda de tristeza e raiva, pensando em Bruno e no que ele havia feito. Os policiais se aproximaram de Lorenzo, vendo a expressão de dor em seu rosto. -Senhor, está tudo bem?-,perguntou um deles. Lorenzo assentiu, tentando se recompor. - Sim, está tudo bem. É apenas... é apenas... eu encontrei algo muito importante aqui. Ele entregou o mapa ao investigador, ali naquele momento, sabiam que ele havia encontrado a prova que precisava para incriminar Bruno, que estava passando na entrando da empresa quando os viu se aproximando da entrada, ele correu, mas foi pego por um dos guardas que estava disfarçado, e foi levado para a delegacia. Lorenzo entrou onde Bruno estava sendo mantido, acompanhado pelos policiais. Ele estava determinado a confrontar Bruno sobre as provas que havia encontrado. -Bruno, eu sei que você foi o responsável pela morte de Isabella, e dos tripulantes do navio Bella donna -, disse Lorenzo, sua voz firme e autoritária. Bruno sorriu, parecendo não se importar com as acusações. - Eu não sei do que você está falando, Lorenzo. Você está louco. um detetive pegou o mapa o da mão de um dos policiais e o mostrou a Bruno. - Este é o mapa que Isabella escreveu antes de morrer. Ele prova que você foi o responsável pelo ataque ao barco. Bruno riu. -sso não prova nada. nem a morte de ninguém, pode ser claramente uma farsa! Foi então que o detetive pediu que trouxessem a testemunha na sala, acompanhada pelos policiais. - Não, Bruno. Eu estou aqui para dizer que tudo o que Lorenzo e o detetive disseram é verdade. Bruno olhou para a testemunha, surpreso e enfurecido. -Você! Você é o responsável por isso. A testemunha confirmou e advertiu. - Sim, eu sou. E eu estou cansado de viver sobre suas ameaças desde que me encontraram desmaiado debaixo da cama da senhora Fiori. Lorenzo olhou para Bruno, satisfeito em ver que ele finalmente havia sido descoberto. -Você está acabado, Bruno. e vai pagar pelo que fez com Isabella. - EU DEVIA TER TE MATADO QUANDO TIVE A CHANCE! gritou enfurecido. A testemunha virou se para o detetive, e afirmou com todas as suas palavras. - Lembro de todo o ocorrido. Eu estava no barco naquela noite, e eu vi tudo o que aconteceu. Rossi olhou para ele com ódio nos olhos. - Você é um homem morto. sua voz era baixa e ameaçadora, tirou uma faca que guardava no blazer e tentou atacar a testemunha. Mas Leonardo, que estava junto, intervém rapidamente. -NÃO!- gritou Leonardo, segurando o braço dele - Você não vai fazer isso. Bruno se virou para Leo, sua face contorcida de raiva, e sua voz furiosa, saiu como um estrondo. - Eu vou matar todos vocês. Ele parecia ter enlouquecido totalmente, e perdido controle. e assim iniciou-se a luta. Bruno e Leonardo se engalfinharam, lutando pelo controle da faca. A testemunha e Lorenzo assistiram horrorizados, tentando interferir, junto aos policiais, mas sem sucesso. Tudo foi intenso e violento, com os dois homens lutando com todas as suas forças. Mas no final, Leonardo conseguiu dominar Bruno e o imobilizou no chão, pondo as mão dele para trás e colocando seu joelho direito na coluna dele, fazendo o ficar imóvel. - você não pode fazer mais nada Bruno! acabou! disse Leonardo. A faca foi tirada da mão dele, e ele foi levado pelos policiais, enquanto Leonardo se levantou, ofegante e machucado, porém vitorioso, tocava seu ombro, onde havia sido atingido por um soco errado no momento da luta. - está tudo bem?- perguntou Lorenzo preocupado. - Sim, nada que uma massagem não resolva. Lorenzo olha para Leonardo, aliviado, dá um aceno de cabeça para os policiais. - preciso revelar a verdade para Elisa, ela precisa saber, de tudo, algo não estava certo durante todos esses anos, e ela sabia. - Eu compreendo perfeitamente, é um momento importante. senhor Fiori olhou para Leonardo seriamente, e levantou a sobrancelha direta. - se não estiver muito machucado, deve ir comigo, afinal você salvou a todos de Bruno, principalmente Elisa. Ele levanta a mão para apertar a de Leonardo que concorda, retribuindo o gesto. Lorenzo chegou à casa junto a Leonardo, ansioso para compartilhar a notícia com Elisa. Ele encontrou-a sentada no sofá, lendo um livro. - Elisa, tenho uma notícia importante para você. disse Loreno ficando em pé em frente a ela, que se levanta prontamente, e logo percebe que Leonardo está com seu pai, o que levantava suas dúvidas. Elisa olhou para ele, curiosa: - O que seria? Lorenzo respirou fundo antes de continuar. - o contrato de casamento com Bruno Rossi foi anulado, ele foi preso e vai responder por vários crimes que cometeu. Elisa não pareceu surpresa, mas seu olhar se tornou sombrio. - Eu sempre soube que ele era um monstro-, disse ela. Lorenzo colocou a mão em seu ombro. - Mas há algo mais que você precisa saber. Bruno... ele.. matou sua mãe. Elisa ficou pálida, e seu olhar se tornou vazio. -O quê? Lorenzo confirmou com um aceno de cabeça. -Sim, Elisa. Ele a matou a sangue frio. Elisa ficou em silêncio por um momento, processando a informação. Então, um suspiro de alívio escapou de seus lábios. -Graças a Deus, ele foi preso-, disse ela, com lágrimas nos olhos. Lorenzo a abraçou, tentando confortá-la. - Sim, filha. A justiça foi feita, por nossa família. Leo observava a cena com ternura, entendia que Elisa precisava saber de tudo, agora Isabella poderia descansar em paz, pois a justiça havia sido feita. Elisa sentiu um peso sair de seus ombros ao saber que Bruno havia sido preso. E agora, ao ver seu pai fazer a proposta a Leonardo, ela não conseguia conter a emoção. - Leonardo, o que diria se eu desse a mão de minha filha a você? Leonardo, ficou atônito, e logo respondeu com tamanha alegria. - diria, sim, mil vezes sim!, exclamou Leonardo, sorrindo de orelha a orelha. Elisa abraçou o pai, dando-lhe um beijo na bochecha. -Obrigada, papai. Você não sabe o quanto isso significa para mim, ti amo. E então, ela se virou para Leonardo e o abraçou também. Giulia, que estava dormindo, acordou com uma agitação vindo do térreo, desceu as escadas, viu a cena e correu para abraçar o pai. - Eu sabia! Eu sabia que vocês dois eram perfeitos um para o outro!-, exclamou Giulia, sem conter sua felicidade. Lorenzo ficou surpreso com a reação de Giulia, mas logo sorriu, e acariciou a cabeça da menina carinhosamente. - Eu não sabia que você sabia, Giulia. ela olhou para cima, e deu de ombros. - mas o senhor nunca me perguntou nada. nesse momento todos riram da inocência de Giulia. Leonardo se abaixou e pegou a mão de Elisa, colocando o anel que havia mandado fazer especialmente para ela. - Elisa, desde o momento em que eu te conheci, eu soube que você era a mulher certa para mim. Quer ser minha esposa? Elisa pôs as mãos sobre a boca, e não conseguiu conter sua emoção e felicidade assentindo com a cabeça. -Sim, sim, eu quero! Leonardo põe a aliança no dedo de Elisa, ele se levanta, e gira Elisa no ar, fazendo ela rir, depois ambos se abraçam, ele levanta o queixo dela, e a beija carinhosamente, enquanto Lorenzo e Giulia aplaudem lhes dando felicitações. depois de casados, Elisa e Leonardo estavam caminhando pela praça principal, e seguiram até a ponte dos suspiros, Elisa levava consigo uma moeda, segundo ela, deveria agradecer a fonte por ter realizado o seu desejo. após isso, atravessaram a ponte dos suspiros, e em um local familiar ao pôr do sol, - foi neste lugar que você quase caiu. Ele ri lembrando da situação. - Na verdade, foi aqui que eu tropecei no seu amor. Elisa parou, seus olhos encontraram os de Leonardo, ela sorriu carinhosamente, e ele retribuiu, a abraçando e lhe dando um beijo apaixonado. Fim.
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