E o tempo voou!

3347 Palavras
ARIANA Muitas coisas aconteceram após a morte de Camille, as crianças não sentiram tanto a sua falta, Scott se culpava por isso já que foi ele que as afastou da própria mãe, mas o mundo também não parou para ele e tudo continuou como antes apesar da dor latente no seu peito ainda está lá dia após dia e noite após noite! __ Arya? Ele estava ao pé da Escada, esperando afinal se ela não se apressasse chegariam atrasados. __ Arya! O andar dos quartos das crianças estava acima dele transformado agora em quartos mais apropriadas para adolescentes. Por vezes pensava em mudar as crianças para o andar de baixo para ficar perto dele, mas os dois já estavam acostumados com o seu próprio pavimento e ele jamais tivera coragem de reabrir os aposentos de Camille. As portas do apartamento vazio de Camille estavam cerradas há sete anos. O relógio bateu a meia hora, e como se obedecesse a uma deixa, a luz inundou o corredor superior. Quando ele ergueu os olhos lá estava ela uma visão em camadas de organdi branco com um ramo de minúsculas rosas-brancas entrelaçadas nos cabelos louros. O longo pescoço era como marfim surgindo dentro do vestido cor de neve as feições um camafeu perfeitamente entalhado e enquanto olhava para ele, os olhos azuis dançavam. Lentamente desceu a Escada na direção dele ao mesmo tempo, em que Gerard sorria lá de cima espiando da porta do Que Fora no passado o quarto de brinquedos deles. O garoto quebrou o Encanto do momento dizendo para o pai que esperava, aturdido, ao pé da Escada: __ Está bem, não está? Para uma garota. Tanto ela quanto o pai sorriram, então. Scott concordou e lançou ao filho um Sorriso cansado. __ Eu diria que está extraordinária para uma garota. Scott tinha completado 65 anos naquela primavera. E os tempos não estavam fáceis, não para um homem da sua idade ou para qualquer um hoje em dia. O país achava se em guerra a quase 3 anos. Não que aquilo modificasse o modo como eles viviam. Berlim ainda estava vivida de beleza e emoção, quase ao ponto de frenesi com festas constantes teatro ópera e intermináveis novas formas de divertimento que ele achava cansativas para um homem da sua idade. Além disso, havia a tensão constante de manter a ordem na família, dirigir o banco não se meter em encrencas e proteger os filhos do veneno que agora corria livremente pelo sangue do país. Não, não tinha sido fácil. Mas até agora Scott dera um jeito de fazer tudo. O banco tilden ainda era sólido as suas relações com o reich eram boas, o seu estilo de vida ainda estava seguro e por causa da sua importância como banqueiro enquanto continuar a ser útil ao partido ninguém perturbaria os seus filhos ou ele próprio. Quando Gerard e Arya Chegaram à idade em que se esperava que participassem de um grupo de jovens explicou-se discretamente que o menino estava a ter dificuldades nos estudos, tinha um toque de asma, e era doentiamente tímido com as crianças da sua idade. Desde a morte da mãe... Claro que compreendem... E Arya... não temos certeza absoluta de que se recuperará do choque. Um viúvo nobre de passado aristocrático os seus filhos moços e um banco. Não precisava de mais nada para sobreviver na Alemanha exceto a paciência para suportar a sabedoria para ficar quieto à disposição para ser cego e mudo. Ele ainda se lembrava do horror da menina quando foi ver o peleteiro da mãe certo dia, 3 anos após a morte de Camille. Quando ela era garotinha, Nothman, o peleteiro, sempre lhe dava chocolate quente e biscoitos, e de vez em quando um rabinho de visom. Porém, quando ela foi procura-lo encontrou ao invés dele uma dúzia de homens com braçadeiras de guarda diante da loja que estava vazia e às escuras a marquise destroçada, as vitrines quebradas, o imenso e luxuoso depósito vazio e nas vitrines uma só palavra “ Juden". Arya Correra chorando para o escritório do pai no banco e ele fechará a porta e a gira com firmeza. __ Não pode contar a ninguém, Arya!A ninguém! Não pode discutir o assunto ou fazer perguntas. Não conte a ninguém o que viu! Ela o olhava confusa. __ Mas outras pessoas também viram. Os soldados estavam todos do lado de fora, armados, e a vitrine... E papai... eu sei... vi sangue! Você não viu nada, Arya. Nem esteve lá. __ Mas... __ Silêncio! Você almoçou comigo hoje no nutrarten, e depois voltamos para o banco. Ficamos aqui sentados durante algum tempo você tomou uma xícara de chocolate quente e depois o chofer levou-a para casa. Está bem Claro? A filha nunca ouvira daquele jeito, e não estava compreendendo. Seria possível que o pai estivesse com medo? Não podiam toca-lo. Era um banqueiro importante. E além do mais, o pai não era judeu. Mas para onde tinham levado notherman? E o que iria acontecer a sua loja? __ Está a compreender,Arya? A voz do pai era alta, áspera, quase irada, no entanto, ela pressentia que não estava com raiva dela. __Estou E então, numa vozinha que perfurou o silêncio: __ Mas, por quê? Scott von gotthard soltou um suspiro e se afundou na cadeira. Era um escritório grande impressionante uma enorme escrivaninha, e sentada diante dele, a despeito do fato de que tinha 12 anos, Arya parecia muito pequena. O que poderia dizer? Como poderia explicar? Um ano depois daquele incidente, o pior acontecerá. Em setembro entraram em guerra. Desde então Scott planejara o seu curso com cautela, mas sabia que tinha tido êxito. As crianças estavam seguras e protegidas. O menino agora estava com 12 anos e meio, e ela, com 16. muito pouco mudara para eles, embora as crianças sempre desconfiassem de que o pai odiava Hitler era uma desconfiança que não discutiam nem mesmo entre si. Era perigoso admitir que se odiava Hitler. todos sabiam disso. Ainda moravam em grunewald, frequentavam as mesmas escolas, iam à mesma igreja mas raramente visitavam a casa de outras pessoas. Scott mantinham sob rédea curta para o seu próprio bem explicou lhes cuidadosamente e aquilo fazia sentido para eles. Afinal o país estava em guerra final por toda parte havia fardas soldados revisões lindas garotas e a noite às vezes ela ouviu música virgula quando os vizinhos davam grandes festas para os oficiais e amigos. De certa forma, por toda Berlim, era uma época de Alegria sem conta final mas as crianças sabiam que também era triste final muitos dos seus amigos estavam longe, lutando. Alguns deles já tinham perdido pais e irmãos na guerra final mas para área e gerar a despeito das provocações das outras crianças era um Alívio saber que o pai deles era velho demais. Já haviam perdido a mãe não teriam suportado perdê-lo, também. __ Mas o senhor não é velho demais para festas. Disse Arya a Scott com Sorriso Maroto. estavam na Primavera do seu 16º aniversário e ela desejava desesperadamente comparecer ao seu primeiro baile. Tinha idade suficiente para se lembrar de que quando a mãe era viva os pais tinham levado intensa vida social. Mas nos 7 anos desde que ela falecera, Scott passava praticamente cada momento em que estava desperto ou no banco, ou em casa nos seus aposentos, o jogando cartas com eles. A vida de bailes e festas terminara quando Camille tirara a própria vida. mas as crianças sabiam muito pouca coisa sobre a mãe. Os fatos de como e porque a mãe morrera eram verdades dolorosas que Scott nunca partilhará. __Então, papai? Podemos? Por favor a filha olhara Súplice para ele, E Scott sorrira. __ Um bairro? Agora? Durante a guerra? __ Ah, papai, todo mundo vai a festas. Até aqui em grunewald ficam acordados a noite toda. Era verdade... até mesmo no seu respeitável bairro residencial fazia regularmente até as primeiras horas do dia. __ você não é um pouquinho jovem para isso ? __ De jeito nenhum. Olhou-o altivamente parecendo se estranhamente mais com a mãe dele do que com a dela própria __ Estou com 16 anos. Finalmente com a ajuda do irmão ela o convencerá e agora estava parada ali como uma Princesa de conto de fadas usando vestido de organdi branco que os dedos hábeis de fraullein Hedwing tinham confeccionado. __Está muito linda, querida. Sorriu para ele, de modo infantil admirando-lhe a casaca. __O senhor também. Mas Gerard ainda os observava, e ouviram um dá uma risadinha, do alto da Escada. __ Acho que os 2 estão com cara de bobos. Mas também parecia orgulhoso deles. Vá para a cama, seu monstro. Gritou ela alegremente, por cima do ombro, enquanto descia rapidamente o último lance da Escada . O hispano Suíça foi substituído pouco antes do começo da guerra por um rolls preto e cinza, e agora o carro estava à espera deles diante da casa, o idoso chofer parado junto à porta. Arya trazia um leve agasalho A volta dos ombros, e o vestido branco rodopiava em torno dela enquanto entrava no carro. A festa ia ser na ópera e todas as luzes estavam feericamente acesas quando os von gotthard se aproximaram O largo bulevar continuava bonito como sempre, unter den linden não tinha sido modificado por causa da guerra. Scott olhava orgulhoso para a filha, sentada como uma Princesa a seu lado no rolls. __ Emocionada? __ Muito. Estava encantada com a perspectiva do seu primeiro baile. e foi ainda melhor do que a jovem havia esperado. As escadarias que levavam a ópera tinham sido atapetadas de vermelho, o saguão principal com o seu teto maravilhoso estava todo iluminado. E por toda parte viam-se mulheres de vestido de baile diamantes enquanto os homens usavam fardas e medalhas ou casacas. Para Scott, único senão da noite era grande Bandeira vermelha que pendia diante deles, com emblema preto e branco do reich. A música sussurrava para eles, vinda do salão principal, e ao seu redor rodopiavam giravam inúmeros corpos enfeitados, alvoroçados, cobertos de jóias. Os olhos deArya, Pareciam duas imensas águas marinhas no delicado rosto de marfim a boca um rubi delicadamente lapidado. Dançou a primeira música com o pai e depois ele rapidamente a levou para a segurança de um círculo de amigos. Havia diversos banqueiros conhecidos agrupados numa mesa perto do salão onde os casais valsavam. Ela estivera a tagarelar toda contente com eles a uns 20 minutos quando Scott notou a presença de um rapaz alto próximo ao grupo. Observava ela com ar de interesse e conversava baixinho com um amigo. Scott desviou o olhar do soldado e convidou a filha para dançar de novo. Não era justo fazer isso, mas ele achava que devia adiar o inevitável o máximo que pudesse. Sabia, quando a trouxera, que ela dançaria com outros homens. No entanto as fardas... as fardas... era inevitável... podia apenas rezar para que todos achassem jovem demais para ter alguma atração especial. Mas enquanto Scott e ela circulavam pelo salão juntos, ele soube que ela chamaria a atenção de qualquer homem. Era jovem, fresca e linda, porém mais do que isso: Arya Tinha uma atração, um poder sereno que fascinava quem quer que olhasse naqueles profundos olhos azuis. Era como se ela tivesse as respostas para um segredo. Notara a reação dos seus próprios amigos, era uma qualidade que hipnotizava a maioria dos homens. Era o rosto sereno, os olhos meigos e então o Sorriso repentino como o Sol de verão no Lago. Havia uma qualidade nela que atraía as pessoas uma magia um espírito que se desejava conhecer mais a despeito de sua Juventude. Ela era muito menor do que o irmão, e de ossatura muito mais delicada. O alto da sua cabeça m*l chegava aos ombros do pai, e os pés pareciam voar enquanto valsava. Foi quando voltou com a filha para a mesa deles que o jovem oficial finalmente se aproximou. Silenciosamente, Scott se retesou. Por que não podia ter sido um dos outros? Alguém que não estivesse fardado... um homem e não Reich . Era só o que eram para ele aquelas fardas não eram gente eram simplesmente um bando de malfeitores Glutões e comodistas e em unissono juntamente com aquilo que representavam e ameaçavam, tinham matado sua mulher. __ Herr Von Gotthard ? Scott respondeu com um breve aceno de cabeça e o braço direito do rapaz imediatamente se elevou no gesto familiar. __ Heil Hitler! Scott meneou de novo a cabeça, desta vez com um Sorriso fixo . __Creio que esta é sua filha? Scott teve vontade de esbofetea- lo, mas olhando para Arya e de novo para o intruso deu uma resposta seca. __ Sim. É um pouco jovem para estar aqui esta noite, mais dei meu consentimento contanto que permaneça ao meu lado. A menina pareceu chocada ante aquele pronunciamento, mas não protestou. E o rapaz fez que sim compreensivamente e depois olhou para a Princesa de conto de fadas com Sorriso estonteante. Tinha uma longa fileira de dentes perfeitos brancos como a neve realçados ainda mais pela curva dos lábios e a beleza do Sorriso. O azul dos seus olhos era semelhante ao de Arya mas enquanto o cabelo dela era lourinho clarinho o dele era n***o. Era alto e gracioso de ombros largos, quadris estreitos e pernas longas acentuadas pela farda e pelas botas lustrosas. Desta vez o jovem oficial fez uma reverência para o pai da menina ao estilo de uma época anterior aos braços direitos estendidos bateu os calcanhares depois ficou ereto de novo. __ Werner von Klaub, herr Von Gotthard. O Sorriso ofuscante dirigiu-se para ela de novo. __ E estou vendo que a senhorita Gotthard é realmente muito jovem, mas ficaria honrado se o senhor confia se a mim para uma dança. Scott exitou. Conhecia a família do rapaz deu-se conta agora e recusar ser uma ofensa tanto o seu nome quanto ao uniforme que usava. E a moça parecia tão esperançosa e bonita. Como podia recusar? Não podia lutar contra os uniformes quando eles haviam tomado conta do seu mundo inteiro. __Suponho que não possa fazer objeção não é? Lançou um olhar amigo para a filha, a voz cheia de ternura e pesar. __posso papai? Os olhos muito grandes muito esperançosos muito azuis e brilhantes. __Pode. Von Klaub fez nova reverência, desta vez para ela, e depois a conduziu para o salão. Dançaram lentamente como o Príncipe Encantado e a gata borralheira como se tivessem sido feitos perfeitamente para os braços um do outro. Era um prazer observa-los disse o homem parado ao lado de Scott. Talvez fosse, mas não para Scott. Deu-se conta ao observar de que uma nova ameaça acabara de entrar na sua vida. E o que era mais importante, na dela. Quanto mais crescida ficava, mais linda se tornava e o pai não podia mantê-la eternamente prisioneira na casa deles. Acabaria por perdê-la E talvez para um deles. Que coisa estranha, pensou consigo mesmo, enquanto os observava. Em outra vida, outra era este homem teria sido bem-vindo na sua casa e na vida da filha, mas agora... a farda tinha mudado tudo para Scott. Uma farda e aquilo que ela representava. Era mais que ele podia suportar. Quando a dança terminou, ela olhou para o pai, uma pergunta Franca nos olhos, e ele já ia sacudir a cabeça, negando a permissão, mas descobriu que não podia fazer isso com ela. Então concordou. E depois disso mais uma vez. Então sabiamente o jovem oficial alemão levou-a de volta ao pai fez uma reverência despediu-se dela. Mas algo no modo como sorria para ela disse ao pai da moça que ainda haveriam de ver Werner von Klaub mais uma vez. Quantos anos ele tem, Arya? Lhe disse? __ vinte e quatro. Olhava diretamente para o pai, com ligeiro Sorriso. __Ele é muito simpático, sabe. Gostou dele? __ O que importa é... você gostou? Ela deu de ombros, com indiferença e pela primeira vez em toda a noite o pai riu. __Então está começando, não é? Minha querida, você vai partir 1000 corações. Esperava apenas que entre eles, não partisse o dele próprio. Protegera tão cuidadosamente do veneno que se ela contrariasse as crenças dele aquilo mataria. Mas a jovem não deu sinal de atraiçoá-lo ou os seus princípios a medida que os anos se passavam. Werner Viera visitá-la, mas apenas uma ou duas vezes. achara-a tão encantadora quanto na primeira noite no entanto achara-a também muito jovem mais do que um pouco tímida. Não era tão divertida quanto as mulheres que tinham sucumbido aos encantos da sua farda, nos últimos 3 anos. Arya não estava pronta e ele não estava interessado bastante para esperar. O pai dela mostrou-se aliviado quando as visitas cessaram e ela não pareceu ficar particularmente triste com a perda. Estava feliz com a sua vida em casa com o pai e o irmão e tinha muitas amigas da sua idade na escola. A luta incansável de Scott para protegê-la deixara-a de certa forma, jovem para a idade. No entanto, contrabalançando a Inocência, havia sabedoria que ganhara com a perda e a dor a morte da mãe, não importa o quanto Camille estivesse distante dela, não importa quão bem disfarçadas fossem as realidades daquela perda, havia marcado ela, e a ausência de uma mãe a quem pudesse recorrer havia deixado uma tristeza à espreita nos olhos da pequena beldade. Mas era um tipo particular de tristeza uma janela para algo vazio dentro de si mesma... não era devido à exposição às agruras da guerra. A despeito do aumento considerável do número de bombardeios a Berlim desde 1943 e do tempo que passava no porão com Gerard, o pai e os criados durante os ataques aéreos ela não teve contato real com a dor da guerra até os 18 anos, na primavera de 1944. Durante toda a primavera os aliados tinham aumentado os seus esforços, e Hitler havia recentemente emitido novos decretos confirmando a sua adesão à guerra total. Árya chegara da escola e encontrara o pai fechado no salão principal com um amigo. segundo Berthold o mordomo, que estava agora muito idoso e também muito surdo. __Ele falou quem é? Ela sorriu para ele. O mordomo era uma das suas lembranças mais antigas. Sempre estivera ali. __Sim senhorita. Sorriu bondosamente o rosto de Pedra se rachando em vincos carinhosos apenas para ela. Balançou a cabeça como se tivesse entendido, mas ela soube imediatamente que não tinha. Conhecendo bem as suas fraquezas, ela falou mais alto, ao contrário do irmão, que geralmente implicava abertamente com ele por estar surdo. Mas do jovem Gerard ele aguentava qualquer coisa. Ele era o seu xodó. __Perguntei se o meu pai falou quem estava de visita. __ A... não, senhorita. Não falou. Frau Clemer foi quem o deixou entrar. Eu estava lá em baixo por um momento ajudando o senhorzinho com o seu equipamento de química. __ Oh, Deus, isso não. __ Sim? __ Pode deixar, obrigada. Arya Entrou graciosamente no corredor. A casa e a sua vasta criadagem também tinham sido uma constante na sua vida. Não conseguia imaginar viver noutro lugar. Cruzou com frau Clemer no corredor superior enquanto se dirigia a seu quarto. Elas haviam discutido um segredo pela manhã sobre reabrir o quarto da mãe. Já faziam 9 anos, agora e a menina estava prestes a completar 18. Irritava partilhar o andar de cima com Gerard , que era barulhento e estava constantemente fazendo explodir as suas misturas químicas tentando fabricar pequenas bombas. E a jovem e o pai já tinham resolvido que ela só ingressaria na universidade depois da guerra. Assim, quando terminasse a escola, dali a dois meses, ficaria mais ocupada dentro de casa. Tinha planejado trabalhar como voluntária. Já ajudava no hospital duas vezes por semana. Mas parecia-lhe mais apropriado que após terminar a escola secundária, melhorasse ao mesmo tempo, sua posição dentro de casa. A perspectiva de ocupar os aposentos da mãe a agradava imensamente... Se ao menos pudesse fazer o pai concordar.
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