Cinco anos depois… ADRIAN — 23 anos O nome Adrian Ashbourn agora aparecia em revistas de negócios, não apenas nas estudantis. A MonBourn Motors havia passado oficialmente para suas mãos no ano anterior, quando seu pai decidiu se afastar da linha de frente. O mundo corporativo recebeu Adrian como um prodígio jovem demais, inteligente demais, exigente demais. E ele confirmou cada expectativa. Era ele quem aprovava projetos. Ele quem comandava as reuniões. Ele quem representava a marca em eventos internacionais. E apesar de toda a competência, todos os elogios, todos os números perfeitos… Era impossível não notar algo nele: O olhar sempre concentrado. O tom de voz sempre medido. A postura impecável demais. Como se estivesse sempre… compensando alguma coisa. Naquela manhã, ele est

