Eleonora m*l teve tempo de trocar o vestido cintilante que usaria no evento por uma roupa confortável. O coração dela batia tão rápido que m*l ouvia a voz da assistente perguntando se deveria avisar sobre sua ausência. Apenas entrou no carro, depois no jatinho, com a mente tomada por um único pensamento: se sua mãe estava desesperada, algo muito sério havia acontecido. Quando o jatinho pousou na França já era madrugada. Eleonora caminhou rapidamente pelo pequeno hangar particular da família, o salto ecoando no chão silencioso. A porta da limusine abriu e sua mãe praticamente se jogou nos braços dela, os olhos vermelhos e inchados. — Mamãe… o que está acontecendo? — Eleonora perguntou, o estômago já pesado de ansiedade. — É seu pai… ele pediu para falar com você. A casa estava silencios

