Capítulo 10. Eleonora chega no internato

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O avião pousou em Tucson sob um sol abrasador que parecia zombar da vida luxuosa que Eleonora tinha deixado para trás. Ela desceu pela escada com óculos escuros caríssimos, malas de grife e uma expressão claramente contrariada. Assim que os pés tocaram o chão quente do Arizona, ela sentiu a primeira fisgada de realidade: Nada ali tinha glamour. Nada brilhava. Nada parecia digno dela. O internato ficava numa área cercada de deserto, prédios minimalistas, rotina rígida e zero luxo. E, pior de tudo, ninguém fazia ideia de quem era Eleonora Montreuil. Ao entrar no prédio principal, os alunos passavam apressados, com livros nos braços, crachás pendurados no pescoço e caras de quem havia dormido poucas horas. Ninguém olhava para ela com admiração. Ninguém sussurrava seu nome. Ninguém

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