bc

FRUTO PROIBIDO - O INIMIGO DO MEU PAI

book_age18+
13
SEGUIR
1K
LER
bilionário
vingança
proibido
família
diferença etária
playboy
badboy
heroína poderosa
poderoso
herdeiro/herdeira
colarinho azul
bxg
patada
cidade
escritório/local de trabalho
paixões infantis
friends with benefits
like
intro-logo
Sinopse

Antonella Vasconcelos passou a vida inteira provando que era capaz de assumir o império da família. Inteligente, dedicada e implacável nos negócios, ela acreditava que finalmente seria reconhecida… até ser descartada por quem mais deveria confiar nela.

Ferida e determinada a recomeçar, Antonella cruza o caminho de um homem tão intenso quanto enigmático. É impossível de ignorar que ele desperta nela sentimentos que nunca se permitiu viver. Ao lado dele, ela encontra tudo o que sempre buscou: espaço, reconhecimento… e uma conexão intensa demais para ser ignorada.

Antonella descobre uma nova versão de si mesma… mais forte, mais livre e perigosamente apaixonada.

Mas algumas relações nascem cercadas de segredos e quando a verdade começa a vir à tona, Antonella percebe que está envolvida em um jogo muito maior do que imaginava, onde confiança é uma arma, e o amor pode ser o erro mais perigoso de todos.

chap-preview
Pré-visualização gratuita
Início
Antonella Vasconcelos O dia nem começou ainda, mas como sempre acordei colocando a rotina em prática. Sinto o suor escorrendo na testa, na nuca, contornando os meus lábios. Pelo peso nos meus braços, parece que jogaram um balde de água em mim. Ainda assim, não paro. Continuo correndo enquanto observo meu relógio marcar três quilômetros. Falta pouco para os cinco e eu nunca paro antes de completar. Chicago ainda desperta devagar, tingindo o céu com tons suaves de azul e laranja. A cidade ganha vida aos poucos, e eu gosto de estar aqui antes de todo mundo. É como se, por alguns minutos, tudo fosse silencioso o bastante para eu ouvir os meus próprios pensamentos. E eu preciso disso. Todas as manhãs eu corro. Sem exceção. É disciplina. É controle. É o único momento do dia em que tudo depende exclusivamente de mim. Depois daqui, começa o resto. Hoje, principalmente. Aumento o ritmo, sentindo o ar frio bater contra o meu rosto já quente. O meu corpo reclama, mas minha mente ignora. Eu venho trabalhando o dobro há três meses. Talvez mais. Dormindo menos, revisando mais relatórios, assumindo demandas que nem eram minhas. Tudo por um único objetivo. Ser reconhecida. Não, ser finalmente vista. Quando o meu relógio vibra indicando os cinco quilômetros completos, diminuo o ritmo aos poucos até parar. Apoio as mãos nos joelhos, puxando o ar com força, enquanto observo a cidade agora mais desperta. Um leve sorriso surge no meu rosto que é de satisfação. Mais um dia. E eu estou pronta e por isso, já entro no prédio para começar o dia. O banho quente é rápido e delicioso. Não tenho tempo para prolongar nada. O meu apartamento ainda carrega o silêncio da madrugada, organizado, minimalista do jeito que gosto. Tudo no lugar certo, tudo sob controle. Enrolo o cabelo em uma toalha enquanto sigo para o closet. As minhas escolhas são sempre práticas: peças elegantes, cortes retos, tons neutros. Hoje opto por um conjunto em off-white com um blazer estruturado. Poder. Discrição. Precisão. Exatamente o que eu preciso transmitir. Enquanto me arrumo, a minha mente não para. Eu trabalho na empresa da família desde os dezesseis anos. Comecei como estagiária por decisão do meu pai, que sempre fez questão de dizer que ninguém ali teria privilégios, nem mesmo eu. E eu nunca quis ter. Enquanto muitas garotas da minha idade falavam sobre festas, romances passageiros e aventuras que pareciam urgentes demais para esperar, eu estava estudando, trabalhando e aprendendo. Lembro de ouvir conversas sobre quem beijou quem, quem ficou com quantos em uma noite… e, honestamente, aquilo nunca me interessou. Eu queria mais. Sempre quis. Cresci acompanhando meu pai em reuniões, observando como ele conduzia negócios, como tomava decisões. Aprendi cedo sobre dinheiro, investimentos, riscos. Sobre como manter algo sólido… e como expandir. Eu absorvia tudo e me tornei boa. Muito boa. Sou a filha mais velha. A que deveria herdar não só o sobrenome, mas o peso dele. Meu irmão, Caio, tem vinte e quatro anos e uma visão completamente diferente da vida. Ele gosta do conforto, das festas, da liberdade que o dinheiro proporciona. Eu gosto do que constrói esse dinheiro. Minha mãe, Cristina, sempre foi mais… distante do mundo corporativo. Elegante, presente em eventos, mas nunca realmente envolvida nos negócios. Ela prefere manter a harmonia da família mesmo quando isso significa não se posicionar. Eu não. Dou um último olhar no espelho ao ficar pronta e sorrio. Estou impecável como sempre. O trânsito já começa a ganhar volume quando saio do prédio, mas nada fora do esperado. Dirijo com atenção automática, a minha mente focada no que me espera. Reuniões, relatórios, decisões. Hoje é mais um dia importante, mas todos os dias têm sido assim ultimamente. O prédio da empresa se impõe no horizonte, moderno, imponente. Um reflexo direto do que meu pai construiu ao longo dos anos. E do que, muito em breve, eu vou comandar. Assim que entro, cumprimento alguns funcionários com um leve aceno. Muitos já me conhecem, sabem do meu histórico, da minha dedicação. Alguns me respeitam. Outros ainda me veem apenas como “a filha do dono”. Isso vai mudar. — Oi, senhorita Vasconcelos... tudo bem? — Tudo ótimo... e bom dia. — Sorrimos. Subo direto para o meu andar, passando pela recepção até chegar à minha mesa. Como analista de sistemas estratégicos, o meu trabalho envolve monitorar, avaliar e otimizar estruturas internas da empresa. Basicamente, eu vejo o que funciona… e o que pode ser melhorado e sempre pode. Mäl me sento, já ligo o computador e começo a revisar os relatórios que deixei pendentes ontem à noite. Não demora muito para que uma notificação apareça na tela. Reunião com Luiz Vasconcelos às 08:30. Pontual como sempre. Levanto-me, ajustando o blazer antes de seguir até a sala dele. Dou duas leves batidas na porta. — Entre. Abro e encontro meu pai atrás da mesa, já imerso em papéis e dados. Ele levanta os olhos rapidamente quando entro. — Bom dia, minha filha. — Bom dia, pai. Aproximo-me, colocando o tablet sobre a mesa. — Separei os relatórios de desempenho do último trimestre. Também revisei os dados de segurança dos sistemas que você pediu. Ele estende a mão, pegando o tablet enquanto folheia as informações com atenção. — Hm… você tem sido eficiente. Não é um elogio caloroso. Nunca é. Mas vindo dele… já é algo. — Temos uma reunião às dez com o conselho. — Ele continua. — Quero que você esteja presente. — Claro. — Às treze horas, almoço com investidores. Você vem comigo. Assinto. — E no final da tarde, preciso que revise o novo projeto de expansão. Quero um parecer completo até amanhã. — Eu entrego hoje à noite. Ele levanta os olhos para mim, analisando. — Não precisa exagerar. Eu sustento o olhar dele, firme. — Não é exagero. É prioridade. Um pequeno silêncio se instala. Ele volta a olhar para o tablet, mas percebo algo ali. Talvez avaliação. Talvez dúvida. Ou talvez nada. — Certo. — Ele diz por fim. — Faça como achar melhor. Assinto novamente, mas antes de sair, ele chama a minha atenção. — Antonella. Eu paro. — Essa semana teremos a reunião geral. Viro-me levemente, já sabendo do que se trata. — Vou anunciar as minhas férias. Um período mais longo dessa vez... eu preciso de um tempo pra... relaxar. O meu coração acelera, mas por dentro. Por fora, continuo completamente controlada. Eu já sabia que ele queria férias, ele soltou algumas vezes como quem não quer nada, mas eu peguei bem os sinais. E é por isso que eu estou vivendo pela empresa. — Entendi. Ele apoia os braços na mesa. — Vamos reorganizar algumas coisas durante esse período. Claro que vão. E eu sei exatamente o que isso significa. Saio da sala tentando manter o mesmo ritmo de sempre, mas por dentro… algo se acende. Finalmente. Depois de anos, depois de todo esforço, depois de tudo que eu fiz, de tudo que abdiquei. Eu sei o que vai acontecer naquela reunião. Eu sei. E, pela primeira vez em muito tempo… eu mäl posso esperar. Me sinto viva! {RECADINHO: ESSE LIVRO É PARA +18, CONTÉM CENAS DE SEX0 EXPLÍCITO, PALAVRÕES, CONSUMO DE ÁLCOOL. QUERO ESCLARECER QUE A PLATAFORMA TEM DIVIDIDO CERTOS CAPÍTULOS PARA FICAR MAIS ACESSÍVEL E ELES PODEM MODIFICAR A QUANTIDADE DELES, MAS NÃO O CONTEÚDO. EU NÃO CONTROLO ISSO. SE PUDER COMENTE NOS CAPS E ME SIGA AQUI NO APP DREAME E NO INSTÄ @AUT.GSILVA.} Boa leitura e volto logo.

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Unscentable

read
1.7M
bc

He's an Alpha: She doesn't Care

read
629.2K
bc

Claimed by the Biker Giant

read
1.2M
bc

Holiday Hockey Tale: The Icebreaker's Impasse

read
867.8K
bc

A Warrior's Second Chance

read
302.4K
bc

Not just, the Beta

read
310.5K
bc

The Broken Wolf

read
1.0M

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook