Quando finalmente alcancei a porta, senti uma mão envolver o meu braço com firmeza, não o suficiente para me machucar, porém o bastante para me assustar e acabar me deixando nervosa. Vou te procurar mais tarde, e nós iremos conversar sussurrou como uma ameaça em meu ouvido, em seguida, se afastou. Como assim iremos conversar? O que Christopher e eu teríamos a falar um com o outro? Continuei a encarar o seu corpo alto mesmo depois dele já estar longe. Sentia arrepios de medo em minha pele à medida que a sua voz se repetia em minha cabeça, em um looping que só se rompeu quando a voz da minha irmã entoou ao meu lado. Tá tudo bem, Dyana? Lorena perguntou e estremeci de susto. Virei-me para ela com a mão no peito e a respiração ofegante. Caramba, Lorena, você quase me matou do coração.

