14° Capitulo.

1706 Palavras
Lucas Mendes: O apartamento de Lucas e Beatriz estava repleto de caixas. A mudança para os Estados Unidos estava a poucos dias de acontecer, e o clima era de expectativa e alívio. Beatriz, sentada no sofá, observava Lucas organizar os últimos documentos necessários para a viagem e a troca de nomes e identidades que farão. Ela passava a mão sobre a barriga, ainda pequena, mas já carregando o peso de um futuro que ambos ansiavam. — Lucas, você acha que vai dar tudo certo? — perguntou Beatriz, com um tom de voz que misturava esperança e apreensão. Ele se virou para ela, sorrindo. — Claro que vai, meu amor. Já temos tudo planejado. Você vai adorar lá, Boston é uma cidade pitoresca e e vamos viver felizes por lá, e o bebê vai nascer em um lugar seguro, longe de tudo isso aqui. Beatriz tentou sorrir, mas algo dentro dela ainda a inquietava. Pitbull estava preso, mas ela conhecia o homem que ele era. Sabia que ele não desistiria tão facilmente da vingança contra eles. O telefone de Lucas tocou, interrompendo o silêncio. Era seu chefe, o delegado Almeida. — Lucas, temos boas notícias — disse Almeida, com um tom animado. — Consegui aquele emprego para a Beatriz lá nos EUA. Ela vai trabalhar como assistente administrativa em uma empresa de segurança e também poderá ingressar na Boston University enquanto o bebê de vocês não nasce. E você, como combinado, vai treinar novos agentes da FBI. Tudo está encaminhado como eu havia te prometido, o departamento te devia isso, depois de todo o trabalho prestado por você em todo esse tempo que arriscou sua vida para nos ajudar a prender criminosos extremamente perigosos aqui do Rio. Lucas respirou aliviado. — Isso é ótimo, chefe. Muito obrigado por tudo que está fazendo por mim e pra minha mulher. — Só não esqueça de manter contato, hein? — brincou Almeida. — E fique atento. Pitbull ainda está por aí, e ele não vai descansar enquanto não se vingar, mas não vamos deixar ele concluir seus planos. Lucas desligou o telefone e olhou para Beatriz. — Tudo certo. Você já tem um emprego lá e uma vaga na universidade, minha futura advogada, e eu vou começar a trabalhar como treinador de novos agentes do FBI. Estamos quase lá, Beatriz. Ela sorriu, mas o medo ainda estava presente em seus olhos. — E o julgamento, quando aconterá? — perguntou, hesitante. — O julgamento em uma semana — respondeu Lucas, sério. — Xandão vai depor amanhã no fórum, e com o depoimento dele, e o nosso testemunho no julgamento, Pitbull não terá como escapar. Ele vai ficar atrás das grades por muito tempo. Beatriz balançou a cabeça, tentando acreditar nas palavras de Lucas. Mas no fundo, ela sabia que o irmão e eles estavam em perigo. Xandão era a única testemunha que poderia colocar Pitbull na cadeia por anos, e ele não era homem de deixar barato. Estava finalizando alguns detalhes da nossa viagem no meu notebook, enquanto Beatriz estava descansando no nosso quarto, após o jantar, já que por conta da gravidez, ela anda bem sonolenta. Assim que terminei tudo, fechei o notebook, apaguei as luzes do apartamento e também fui me deitar. Estava tirando minha calça, quando olhei para a cama e vi Beatriz virada de barriga pra cima, o lençol não estava mais cobrindo seu corpo delicioso e minha boca salivou ao ver sua calcinha à mostra. Andei até a cama, enquanto me livrava da minha boxer também e fui para a cama. Abri suas pernas e começo a beijar seus pés, vou subindo os beijos pelas suas pernas, mas ela não acordava, quando minha boca subiu até o meio das suas coxas, eu abocanhei a sua carne macia ainda coberta com a renda da calcinha. Puxei a calcinha para o lado e chupei seu c******s com vontade, foi quando senti uma mão puxando meus cabelos, quando olhei pra cima, olhos verdes brilhantes estavam me observando. Sem tirar meus olhos de cima dos seus, mas continuei com minha boca ali no meu lugar favorito. Beatriz começou a rebolar na minha boca, lambi toda a extensão do seu canal, ela tremeu seu corpo todo quando gozou na minha língua. -Ah... Fui pra cima dela, mas ela queria ficar por cima, então eu virei nossos fazendo ela ficar montada em cima de mim, e ela sentou de uma vez só em cima do meu p*u. Segurei em sua cintura, enquanto minha mulher quicava em cima de mim bem lentamente. -Beatriz... Ela começou devagar, mas logo estava pulando com vontade, seus s***s fartos seguiam os movimentos dos seus quadris, pulando pra cima e pra baixo, eu estava fascinado com isso. Tanto que me sentei, para que minha boca lambesse e chupasse seus m*****s, eu adoro seus p****s grandes, quero até colocar meu p*u entre eles até gozar. Delícia de mulher. Beatriz rebolou uma ótima vez sobre mim, nos fazendo gozar enquanto eu beijava sua boca, engolindo seus gemidos. Ela me abraçou enquanto sua b****a ainda se contraia, sugando meu p*u. Tirei ela de cima de mim, e a coloquei de quatro, e meu Deus do céu, minha mulher é a oitava maravilha do mundo, de tão perfeita, sua b***a carnuda ficou ainda maior desse ângulo. Fui introduzindo meu p*u dentro dela, sua b****a parecia mais apertada do que o normal, enrolei seus cabelos em volta do meu pulso. E comecei a bater meu p*u com força. Cravei meus dedos em sua cintura, e prendi a respiração quando bati meu p*u com mais força na sua b****a, Beatriz veio ao meu encontro com sua b***a deliciosa, eu meti meu p*u com tanta força que a cabeceira da cama começou a bater na parede, e ela gozou. Beatriz estava exausta quando eu terminei, por isso a carreguei até o chuveiro, onde tomamos banho juntos, mas eu a comi ali também, eu estava com tanto t***o que não conseguia parar de t*****r com ela. Depois que fomos pra cama, eu fiz sexo com ela mais uma vez, dessa vez com mais calma, estava amanhecendo quando a gente foi dormir. Eu estava feliz pela primeira desde que a tive nos meus braços pela primeira vez,, Beatriz se tornou uma espécie de imã que me atrai sempre que olho para ela, quando a coloquei pra dormir de conchinha comigo, e meu braço estava debaixo da sua cabeça, eu senti que viveríamos felizes lá nos EUA. Na manhã seguinte, Xandão estava a caminho do fórum. Ele estava no banco de trás de um carro da polícia, escoltado por dois agentes. O clima era tenso; ele sabia que depor contra Pitbull era uma sentença de morte, mas estava disposto a fazer isso para proteger a irmã, afinal ela teve a vida destruída por culpa dele e do pai. — Relaxa, Xandão — disse um dos agentes, tentando aliviar a tensão. — Estamos quase lá. Xandão não respondeu. Ele olhava pela janela, observando as ruas do Rio passarem rapidamente. De repente, um caminhão apareceu na frente do carro, bloqueando a estrada. — O que é isso? — gritou o motorista, tentando desviar, mas já era tarde demais. Dois carros surgiram dos lados, fechando o cerco. Homens armados desceram dos veículos, atirando sem piedade. Os agentes tentaram reagir, mas foram pegos de surpresa. Xandão se abaixou, tentando se proteger, mas uma bala o atingiu no peito. — Beatriz... — sussurrou ele, antes de perder a consciência. Os homens se aproximaram do carro, verificando os corpos. Um deles pegou o telefone de Xandão e enviou uma mensagem para Pitbull: *"Está feito, mas Xandão embora gravemente ferido, ainda não estava morto. Acordei com o meu celular tocando sem parar, praguejei porque não queria que Beatriz acordasse assustada por conta do barulho. Mas assim que sentei na cama, olhei para o lado, mas Beatriz não estava na cama. Atendi o celular já saindo da cama, enquanto vestia minha boxer. — Lucas, temos um problema — disse o delegado, com uma voz grave. — Xandão foi atacado. Ele estava a caminho do fórum quando foi emboscado. Ele está no hospital, em estado grave. -Merda! Foi ordem do Pitbull, chefe, não tenho dúvidas disso, esse desgraçado não vai parar. Rosnei enquanto socava a parede. -Também não tenho, Lucas, tudo que eu sei é que teremos que tirar vocês aqui do Brasil o quanto antes, vou colher a declaração de vocês dois para o julgamento, e vocês embarcam logo em seguida, se ficarem aqui vocês poderão serem as próximas vítimas daquele maldito. Lucas sentiu o coração parar. Ele olhou para Beatriz que estava sorrindo enquanto preparava o café da manhã na cozinha, ele não queria ser o portador daquela má notícia, mas sabia que não poderia esconder a verdade dela. — Beatriz, sente-se aqui, porque tenho que te contar algo... — começou ele, hesitante. — Infelizmente o seu irmão Xandão foi atacado hoje a caminho do fórum. E agora ele está no hospital. Ela olhou para ele, os olhos cheios de lágrimas e terror. — Ele vai ficar bem? — perguntou, a voz trêmula. Lucas não respondeu. Ele sabia que as chances eram pequenas. Pitbull havia cumprido sua promessa, e agora o pesadelo estava longe de acabar. Beatriz começou a chorar, e Lucas a abraçou, tentando confortá-la. Mas no fundo, ele sabia que a luta estava longe de terminar. Pitbull ainda estava por aí, e ele não descansará até fazer os dois pagarem pela traição, naquele mesmo dia, Xandão veio a óbito enquanto ainda estava na sala de cirurgia. E enquanto isso, em sua cela, Pitbull recebeu a notícia da emboscada. Ele sorriu, satisfeito. Xandão estava fora de combate, e o julgamento estava comprometido. Agora, ele só precisava esperar o momento certo para dar o próximo passo. — Eles acham que podem fugir de mim — sussurrou ele, os olhos cheios de ódio. — Mas eu vou encontrá-los. E quando eu encontrar, vai ser o fim. Alguns dias depois do enterro do Xandão e de darem seus depoimentos, Lucas e Beatriz embarcaram no avião, mas o peso da ameaça de Pitbull ainda os acompanhava. Eles sabiam que, mesmo longe do Rio, o perigo ainda estava presente. E a luta pela sobrevivência estava longe de acabar. Continua......
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