Bryan Thompson:
Bryan e Debby haviam escolhido a costa de Cape Cod, em Massachusetts, para a lua de mel. Era um lugar tranquilo, com praias de areia branca e dunas douradas, perfeito para um casal que buscava um refúgio longe do caos e das ameaças que ainda pairassem sobre suas vidas. Eles alugaram uma pequena cabana à beira-mar, com vista para o oceano e um jardim privativo onde podiam desfrutar de momentos de paz e i********e.
Após o jantar, Debby quis tomar um banho e fomos juntos, queria fazer amor com ela ali na banheira, mas preferi levá-la para a nossa cama, porque não queria que ela ficasse desconfortável.
Assim que tirei o seu roupão, deitei ela sobre o colchão e comecei a alisar sua carne.
-Ah, Bryan… minha mulher gemeu no momento que belisquei o seu c******s inchado.
-Você é tão gostosa, senhora Thompson, nunca vou me cansar de fazer amor com você… Digo enquanto enfio um dedo na sua f***a encharcada.
-Então não me faça esperar, marido, eu te quero agora. Debby pede aos sussurros, enquanto aperta meu p*u, alisando até a base, me deixando duro como aço.
Ajoelhei sobre os seus pés, levei meu rosto até o meio das suas coxas e cheirei sua b****a, sentindo o cheiro dos nossos fluidos, que está misturando dentro dela, e com esse gesto, eu arranco um gemido abafado vindo da boca da minha mulher.
-Cheirosa… Digo com o rosto ainda enterrado na sua carne.
Passo minha língua sobre os grandes lábios ensopados.
-Ah… Ela geme e se esfrega no meu rosto
-Tão molhada pra mim...
— Faça amor comigo, senhor Thompson — Ela diz após enquanto ainda rebola no meu rosto.
-Eu estou fazendo meu amor, mas primeiro será a vez da minha boca, eu quero explorar esse seu corpo delicioso com a minha boca novamente.
Sua respiração vai acelerando, enquanto dava um banho de língua nela. Seus olhos verdes estão cheios de desejos carnais, assim como os meus estão.
Coloquei ela de quatro com cuidado, e tirei seu cabelo da frente, enrolando as mechas macias em minha mão, delicadamente coloco a sua cabeça para o lado, expondo seu pescoço elegante, me inclinei, esfregando o nariz em sua orelha e percorri seu pescoço com beijos leves e mordidas, fazendo o mesmo no sentido contrário.
-Ah…
Um som suave vem do fundo da sua garganta. Nossa, como eu a quero.
Beijei o seu pescoço pela última vez e me ajoelho à sua frente, surpreendendo-a.
—Me chupe, Bryan.— Ela diz, quando me ver babando em cima do seu sexo por trás, com a voz quase inaudível.
—Com certeza iria te chupar todinha, esposa.
Lentamente, deixo meus dedos percorrerem suas pernas, de baixo para cima, até minhas mãos alcançarem seus quadris, então eu puxei seu corpo para a frente, abrindo seu r**o e coloquei minha boca sobre a sua carne.
Enfio minha língua na sua f***a rosada e totalmente lisinha, abro seus grandes lábios com meus dedos, onde encontro seu c******s entumecido e sinto o seu gosto com vontade.
Nossa! Como minha mulher é deliciosa. Ela também é doce pra c*****o.
Debby gemeu, segurando na cabeceira no meu cabelo, e eu não paro. Giro a minha língua para um lado e para outro, sentindo seu gosto.
— Bryan, por favor — Implorou ela. E eu paro de lambê-la.
— Por favor, o quê, Debby? Digo manipulando seu cu apertado com meu dedo.
— Faça amor comigo, marido. Ela diz à beira de um orgasmo.
—Já disse que eu estou fazendo — respondo, soprando delicadamente seu c******s, fazendo os pêlos do seu corpo se eriçarem.
— Você não entendeu. Quero seu p*u dentro de mim. Ela pede com firmeza.
— Ele também quer, mas primeiro quero que você goze na minha boca primeiro. Digo já chupando sua f***a outra vez.
— Por favor. Ela implora de novo, enquanto sigo com a lenta e lasciva tortura na minha mulher absurda de gostosa.
— Bryan... — Ela gemia bem gostoso, enquanto eu sugava o seu néctar, depois que a soltei, a virei de frente me levantando, minha boca molhada com o t***o dela, encarando seus olhos entreabertos.
Ela pega meu p*u duro e aperta com firmeza, como ela sabe que me deixa louco.
Debby substitui a mão pela sua boca, e me chupa.
Gemendo eu fechei meus olhos. A visão dela de joelhos e a sensação de sua boca em mim estão me deixando louco. Sua boca quente e molhada me engole. E ela me chupa com ainda mais força.
— Debby....
Enquanto segurava seus cabelos, ela foi me engolindo cada vez mais fundo na sua garganta, cobrindo os dentes com os lábios para não morder meu p*u, e vai pressionando minha carne dura cada vez mais.
— p***a! — Rosnei, venerando-a, eu flexionei o meu quadril para entrar cada vez mais fundo em sua boca.
A sensação de estar na boca da minha mulher é deliciosa demais. Ela continua lambendo sem parar.
Debby começou a girar a língua ao redor da cabeça do meu p*u repetidamente para me provocar. Gemi, deixando claro que estava prestes a gozar.
— Amor, eu vou gozar. — Falo com os dentes cerrados.
Ela me faz chegar ao pico, e me faz explodir na sua garganta.
Coloco ela de costas no colchão, escancarei suas pernas ainda mais, deixando ela ainda mais aberta e pronta para me receber meu p*u ali dentro.
Deitei-me sobre ela, comecei a beijar sua boca, enquanto meu p*u vai abrindo caminho entre as suas dobras, minha língua rodopia ao redor da sua, e ela me recompensa com um gemido alto.
Passo a língua na parte inferior de um dos seus s***s fartos, depois do outro. Enfiei um dos seus m*****s na boca, brincando com ele, esticando-o à medida que endurece mais entre meus lábios.
Puxo com força, e ela se contorce ardentemente sob o meu corpo, gritando.
-Bryan...
Solto um dos seus m*****s, enquanto concentro minha atenção no outro.
— Bryan, por favor.
— Por favor, o quê, meu amor? — murmuro entre seus s***s, curtindo o desespero dela.
—Mete logo esse seu p*u dentro de mim... Ela está completamente ofegante e exasperada, do jeito que eu gosto.
Deslizei meu p*u um pouco mais dentro dela. Pronto para saboreá-la mais uma vez.
Seus olhos ficam mais escuros, ardentes, encontram os meus e meti o meu p*u dentro dela.
É sempre tão bom estar dentro dela. Ela é tão apertada. Perfeita pra mim.
Debby ergueu o quadril na direção do meu p*u, enquanto joga a cabeça para trás, seu queixo está erguido, a boca aberta quando ela geme meu nome outra vez.
Ela agarra meus braços com força e grita sem nenhum pudor.
-Bryan...
Que som maravilhoso. Coloco as mãos ao redor da sua cabeça para segurá-la, afasto-me e deslizo novamente para dentro dela. Seus dedos encontram meu cabelo outra vez, puxando e mexendo, e me movo lentamente, sentindo seu calor molhado e apertado me envolver, apreciando cada centímetro delicioso.
Seus olhos estão ainda mais escuros. A boca inchada pelos meus beijos. Ela ofega debaixo de mim. Está tão linda.
— Mais rápido, Bryan, mais rápido... por favor. Seu desejo é uma ordem linda.
Minha boca encontra a sua, tomando posse dela também, e começo a me
mexer, de verdade, metendo, metendo.
Ela é tão gostosa. Eu me perco, e vou
me enterrando dentro dela, sem parar.
Sua intensidade cresce: ela está chegando ao ápice. Ah, meu amor, sim. Suas pernas se enrijecem. Ela está quase lá. Eu também.
— Goze, em mim Debby. Goze para mim — sussurro com os dentes cerrados.
-Ahh... Ela grita ao explodir debaixo de mim, prendendo meu corpo e me
enterrando ainda mais fundo, e eu g**o, derramando minha vida e
minha alma dentro dela.
— Debby! Ah, meu amor! Caio em cima dela, pressionando-a no colchão, e enterrei o rosto em seu pescoço, sentindo o delicioso e intoxicante perfume de Debby.
-Boa noite, minha vida, digo quando vejo ela fechando seus olhos enquanto a ajeito nos meus braços.
-Boa noite, marido. Ela sussurra antes de adormecer pra valer.
A manhã do primeiro dia começou com o som das ondas batendo suavemente na praia. Bryan acordou primeiro, observando Debby ainda dormindo ao seu lado. O ventre dela, agora mais arredondado, era um lembrete constante da nova vida que eles estavam prestes a receber. Ele sorriu, sentindo uma onda de gratidão e amor por aquela mulher que havia se tornado sua esposa e mãe da sua filha.
— Bom dia, amor — sussurrou Debby, abrindo os olhos e encontrando o olhar de Bryan.
— Bom dia, minha linda — respondeu ele, inclinando-se para beijá-la suavemente. — Como você dormiu?
— Como um anjo — ela respondeu, esticando-se. — E você?
— Melhor do que nunca, agora que você está oficialmente presa a mim — brincou Bryan, fazendo Debby rir.
Eles passaram o dia explorando a região. Caminharam pela praia, sentindo a brisa do mar nos rostos, e visitaram pequenas lojas de artesanato local, onde compraram lembranças para o futuro quarto de Sofia. À noite, jantaram em um restaurante à beira-mar, saboreando frutos do mar frescos e rindo de histórias do passado.
— Lembra da primeira vez que nos vimos? — perguntou Debby, segurando a mão de Bryan sobre a mesa.
— Como poderia esquecer? — respondeu Bryan, sorrindo. — Você estava tão assustada, mas ao mesmo tempo tão linda. Eu sabia, naquele momento, que você era alguém especial.
Debby sorriu, sentindo-se emocionada. — E você foi minha salvação, Bryan. Sem você, eu não sei onde estaria hoje.
Eles ficaram em silêncio por um momento, apreciando a conexão que os unia. Apesar de tudo o que haviam passado, o amor entre eles só havia crescido, tornando-se mais forte a cada desafio superado.
Enquanto Bryan e Debby desfrutavam da lua de mel, Pitbull estava em movimento. Ele havia cruzado a fronteira dos Estados Unidos sem ser reconhecido, graças ao seu novo rosto e aos documentos falsos que seus comparsas haviam providenciado. Agora, ele estava a caminho de Boston, determinado a encontrar o casal e executar sua vingança.
Ele viajava em um carro alugado, com os olhos fixos na estrada e a mente ocupada com planos meticulosos. Sabia que precisava ser cuidadoso; Bryan não era um homem comum, e Pitbull não subestimava a inteligência e a coragem do policial. Mas ele também sabia que, com os recursos que tinha e a rede de contatos que ainda mantinha, seria apenas uma questão de tempo até que ele encontrasse o casal.
— Bryan e Debby Thompson — murmurou Pitbull com desdém, enquanto dirigia. — Vocês acham que podem escapar de mim, mas eu vou provar que estão errados.
Ele parou em um posto de gasolina para abastecer o carro e comprar suprimentos. Enquanto pagava, ele olhou para o reflexo no espelho. O novo rosto ainda era estranho para ele, mas era uma ferramenta necessária para alcançar seu objetivo. Ele sorriu, sentindo uma onda de satisfação ao pensar no que estava por vir.
— Logo, muito logo — sussurrou ele, entrando no carro e retomando a viagem.
De volta a Cape Cod, Bryan e Debby estavam sentados na varanda da cabana, observando o pôr do sol. O céu estava pintado de tons de laranja e rosa, e o ar estava cheio do som das ondas e do canto dos pássaros.
—Você não poderia ter escolhido um lugar melhor para nossa lua de mel — disse Debby, apoiando a cabeça no ombro de Bryan.
— Eu também acho — respondeu ele, abraçando-a. — Mas o que realmente importa é que estamos juntos, não importa onde estejamos.
Debby sorriu, sentindo-se segura e amada. — Eu sei que ainda há desafios pela frente, mas com você ao meu lado, eu sinto que podemos enfrentar qualquer coisa.
— E vamos — disse Bryan, com determinação. — Nada nem ninguém vai nos separar, Debby. Eu prometo.
Eles ficaram ali, apreciando o momento de paz, enquanto o sol desaparecia no horizonte. Mas, mesmo em meio à felicidade, uma sombra escura se aproximava, trazendo consigo uma ameaça que testaria mais uma vez o amor e a coragem deles.
Pitbull estava chegando, e o jogo estava prestes a começar.
Continua....