Bryan Thompson:
A manhã seguinte em Cape Cod amanheceu com uma brisa suave, o mar calmo refletindo o azul do céu. Bryan e Debby caminhavam descalços pela areia fina, de mãos dadas, como se o mundo lá fora tivesse deixado de existir. O sorriso dela era leve, sincero, daqueles que ele pensou nunca mais ver desde que tudo começou.
— Sabe, faz muito tempo que eu não me sentia tão... viva — disse Debby, observando as pegadas deixadas por eles na areia. — Você me devolveu isso, Bryan.
Ele a puxou para perto e a beijou com delicadeza, sentindo o gosto de maresia nos lábios dela. — Você merecia essa paz. E agora ela é nossa. Ninguém vai tirar isso da gente.
Mais tarde, almoçaram em um restaurante à beira-mar, onde os moradores locais os cumprimentavam com simpatia. Bryan mantinha um perfil discreto, o sotaque americano afiado e o comportamento casual. Era um mestre em desaparecer à vista de todos.
Mas mesmo naquele cenário idílico, os instintos do investigador nunca adormeciam. Ele percebeu quando um homem estranho observou a mesa deles por mais tempo que o normal.
Notou também o carro escuro estacionado do outro lado da rua, motor ligado, sem ninguém dentro. Anotou tudo mentalmente, sem demonstrar preocupação à esposa.
Enquanto isso, na estrada para Boston, Pitbull dirigia sem pressa. A nova identidade funcionava perfeitamente. Seu nome agora era Javier López, cidadão colombiano em viagem de negócios. A barba cuidadosamente aparada, os olhos escondidos atrás de óculos escuros. Ele tinha até um sotaque bem convincente, afinal ele também já vendeu drogas para um quartel colombiano uns anos atrás e fez até alguns aliados no meio.
Enquanto cruzava os limites do estado, ligou o rádio e sintonizou em uma estação de jazz, como se quisesse zombar da própria calma que sentia. Tinha reservado um quarto simples em um hotel discreto nos arredores de Boston, onde seus contatos locais já o aguardavam. Entre eles, estava Moreno — um velho aliado que devia favores a Pitbull desde os tempos do cartel em Medellín.
— Quero saber onde estão. Cada detalhe. Roteiros, fotos, lugares que frequentam. Você tem dois dias — disse Pitbull ao entregar um maço de notas ao sujeito.
Moreno assentiu e saiu, deixando Pitbull sozinho no quarto. Ele se aproximou da janela e abriu a cortina levemente, olhando para o horizonte.
— Agora o jogo é meu, Bryan Thompson. Você roubou a única coisa que me importava. Eu vou levar tudo de volta — rosnou ele, apertando os punhos, você deve pensar que sou um bandido comum ou um pé de chinelo, mas você mexeu com um homem muito perigoso.
Enquanto isso, no silêncio acolhedor da cabana, Debby desenhava no seu caderno de esboços. Era algo que não fazia há anos, desde antes de seu casamento infeliz com Pitbull. Ela desenhava o mar... e Bryan.
— Promete que amanhã vamos andar de caiaque até aquele ilhote que vimos ontem? — ela perguntou, animada.
— Prometo. Mas com uma condição.
— Qual?
— Que você continue sorrindo assim. É a melhor parte dessa viagem.
Ela sorriu mais uma vez. E, do lado de fora, o vento começava a mudar.
Assim que entramos dentro do quarto, eu avancei sobre minha mulher, segurando sua nuca e cintura e a puxei com força contra o meu peito.
-Se você não estiver cansada, Debby, eu quero fazer amor com você. Eu sussurrei no seu ouvido e a beijei da forma mais apaixonada possível.
Eu uni meus lábios nos seus, num beijo delicioso.
-Hum..
-Então faça, Bryan, eu também te quero.
O gemido de prazer que veio do fundo da sua garganta fez meu p*u quase rasgar a minha calça e me afundar dentro da sua carne macia.
-Eu te amo tanto, senhora Thompson!
Murmurei na sua boca, minhas mãos apertaram a sua cintura, esfregando meu p*u nela que já estava extremamente duro.
-Bryan...
Debby gemeu empurrando minha jaqueta para fora dos meus ombros, enquanto ainda nos beijávamos.
-Eu vou amar tanto o seu corpo, Debby. Eu disse alisando seu rosto.
-Ele é todo seu para amar, aliás ele sempre foi seu, Bryan.
Ela respondeu beijando a minha boca.
-E ele será para sempre, Debby, assim como o meu também é seu!
As minhas mãos desceram para as suas costas cobertas pelo tecido leve do seu vestido, mas eu a queria nua para a festa começar.
Coloquei ela de frente para a porta e abri o zíper do seu vestido, o tecido escorregou pelo seu corpo e ficou amontoado nos seus pés descalços, meu p*u se apertou dentro da minha calça, quando meus olhos viram a minúscula calcinha preta de renda que ela estava usando e que a parte de trás sumia entre a sua b***a deliciosa.
Meu p*u deu vibrou tanto dentro da minha calça, que tenho certeza que se ele tivesse braços, ele mesmo já teria rasgado o tecido jeans da minha bermuda para entrar dentro dela.
-Você está tão gostosa nessa calcinha, Debby, amei mesmo, mas gosto mesmo é do que está embaixo dela. Digo rasgando o tecido de renda, dei uma tampa na sua b***a, deixando sua pele vermelha.
Tirei minhas roupas também, deixando meu corpo nu para brincar com o seu, deixando meu p*u livre, já que ele estava amassado e espremido dentro da minha boxer.
Fiz ela ficar de frente pra mim, e babei quando vi seus s***s fartos com os m*****s rosados já enrijecidos por causa da t***o.
Levei minha boca até eles e os suguei com vontade, passei a língua pelas auréolas, enquanto sua mão apertava meu p*u.
Mordi um dos seus s***s, enquanto deslizava meus dedos por seu corpo todo, até chegar no meio das suas coxas, sentindo o quanto a sua b****a estava molhada.
Meti dois dedos dentro dela, enquanto deslizava minha língua dentro da sua boca.
-Oh, Bryan...
Debby gemeu no momento em que meus dedos abriram seus grandes lábios e meu dedão brincava com o seu c******s, meus dedos brincaram com o seu centro que estava inchado ansiando por meu toque.
Minha mulher gritou quando comecei um vai e vem com mão toda o seu canal apertado.
-Você, está tão molhada, e tão pronta pra mim, noiva!
Eu dizia sem parar de beijá-la.
-Ah...
Eu tive que tirar meus dedos do meio das suas coxas, quando percebi que ela já estava prestes a gozar, lambi ambos ao mesmo tempo, antes de pegá-la no colo e a levar para a cama.
A minha boca foi logo para a sua pele, provando seu pescoço enquanto tomava um dos seus s***s fartos na minha mão, antes de chupá-lo.
-Ah...
Debby agarrou meus cabelos, quando eu suguei com força o seu peito.
Meti a minha mão no meio de suas coxas outra vez, e sem aviso algum, eu mergulhei dois dedos suas dobras e ela arranhou a pele das minhas costas com as suas unhas.
Ela beijou o meu pescoço enquanto usei a minha boca no seu outro seio e retirei meus dedos e tornei a enfia-los no mesmo lugar, fodendo sua b****a com meus dedos.
-Ah...
Um gemido gostoso saiu da boca dela, enquanto seu g**o ensopava a minha mão, agora assim toda molhada eu sabia o quanto ela já estava pronta para receber meu p*u.
-Faz amor comigo, Bryan, eu preciso do seu p*u aqui dentro de mim! Minha mulher me implorou, mas eu tinha outro plano antes de colocar meu p*u pra jogo.
-Ele também quer está dentro de você, Debby, pode acreditar nisso meu amor, mas agora quem vai fazer as honras será a minha língua que também quer experimentar seu delicioso sabor primeiro.
Enquanto dizia isso eu abri as suas pernas um pouco mais, me ajoelhei entre ela e minha boca tomou a sua carne saborosa.
-Ah, Bryan!
Seus gemidos aumentaram, enquanto ela rebolava na minha boca, enquanto eu deslizava a língua por toda a extensão da sua f***a, depois chupei o seu c******s, e meus dedos entraram na brincadeira.
Debby começou a esfregar sua b****a doce na minha cara! E cai de boca naquela carne rosada.
Quando senti que ela estava chegando lá, eu comecei a lamber a sua carne com mais vontade, e belisquei o seu c******s.
Minha mulher não demorou nem mais um minuto a mais para gozar na minha boca faminta.
Antes que ela se recuperasse, eu me enfiei no meio das suas pernas, abrindo espaço entre suas dobras molhadas com o meu p*u duro, extremamente duro.
Fiz amor com a minha esposa, dessa vez bem lentamente, beijando a sua boca e chupando a sua língua, misturando seu gosto com nossas salivas.
Meus movimentos ficaram mais rápidos, quando senti suas paredes da sua b****a apertar o meu p*u, nossos olhares estavam presos, enquanto as nossas bocas escapavam gemidos deliciosos de prazer.
-Ah...
Debby gozou, a sua cabeça caiu para trás, mas eu puxei seu rosto, e beijei sua boca, engolindo os seus gemidos.
Gozei logo em seguida, trazendo ela para os meus braços, ela sentou no meu estômago, e voltou a me beijar, um tempo depois meu p*u já estava em riste e totalmente pronto para o segundo round, fiz ela engolir ele.
Ela quicou em meu colo e dessa vez gozamos juntos, em perfeita harmonia, ela desabou em cima de mim, e a coloquei de conchinha, logo em seguida minha mulher adormeceu nos meus braços, bastante cansada, mas com um sorriso enorme no seu lindo rosto.
Tomamos um banho bem gostoso, depois fomos para a cama, e eu fiquei ali velando seu sono, enquanto alisava seu ventre, antes de cair no sono também.
Continua......