Pedro Carpinetti Cada movimento dela era acompanhado pelos meus instintos e comecei a contar os minutos para que aquela festa acabasse, para que eu pudesse ficar sozinho com ela. Me repreendi quando cumprimos cada protocolo de recém-casados, desde o cumprimento individual das pessoas até as fotos cortando o bolo. Brindamos e eu precisei fazer um esforço hercúleo para soltar a minha mão da dela, com o objetivo de cumprimentar os nossos convidados. Nenhum deles era mais importante do que a minha vontade quase vital de tocá-la. O nosso casamento foi repleto de interrupções e senti medo em vários momentos, senti raiva e fúria, mas tudo foi substituído por felicidade quando ela me beijou naquele altar. Ela me beijou, antes que eu tivesse coragem de beijá-la. O simples toque dos nossos lá
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