Capítulo 18

873 Palavras
Rhae A noite na mansão Vespermont havia se tornado um vórtice de desejos incontroláveis, com Valéria e Cassius ainda longe em sua viagem. Meu corpo era um templo profanado, marcado pelos toques frios e possessivos dos quatro irmãos. Cada um me havia levado a picos de prazer que me deixavam ofegante, ansiando por mais – Dante com seu charme provocador, Lucien com sua autoridade implacável, Drago com sua intensidade silenciosa, Sebastian com sua loucura possessiva. Aos dezoito anos, eu me sentia uma mulher renascida no fogo da luxúria, mas também uma prisioneira de meus próprios anseios. O que começara como sussurros e toques proibidos agora evoluía para algo mais profundo, mais coletivo. Eu os desejava todos, juntos, e naquela noite, o destino – ou talvez o destino deles – conspirou para que isso acontecesse. Desci as escadas devagar, o robe de seda m*l cobrindo minha nudez por baixo, o ar da mansão carregado de uma tensão palpável. O salão principal estava iluminado pelo fogo da lareira, sombras dançando nas paredes como amantes fantasmagóricos. Os quatro estavam lá, esperando por mim como predadores em um círculo ritualístico. Dante reclinado no sofá, sorriso malicioso nos lábios; Lucien de pé, imponente, os olhos carmesim fixos em mim como comandos; Drago encostado na parede, silencioso e intenso; Sebastian ao lado da lareira, possessivo, os dentes à mostra em um sorriso sombrio. Meu coração disparou, o pulso ecoando nas veias, uma umidade quente se formando entre minhas coxas só com seus olhares. — Rhae — murmurou Lucien, a voz grave rompendo o silêncio. — Venha. É hora de nos pertencer completamente. Eu obedeci, as pernas tremendo, aproximando-me do centro da sala. Eles me cercaram, corpos frios contrastando com o calor da lareira. Dante foi o primeiro a tocar – suas mãos deslizando pelo robe, abrindo-o devagar, expondo minha pele nua ao ar. Eu gemi baixo, o corpo arqueando instintivamente. Lucien se aproximou por trás, suas mãos possessivas apertando minha b***a, os dedos traçando a linha entre as nádegas. Drago e Sebastian observavam, tocando-se devagar através das calças, os olhos vermelhos brilhando de fome. Dante me beijou primeiro, feroz e urgente, a língua invadindo minha boca enquanto Lucien me virava de frente para ele, ajoelhando-me no tapete macio. Meu coração martelava, o desejo me consumindo. Sebastian se posicionou à minha frente, abrindo a calça e expondo seu m****o duro e frio. Eu o tomei na boca sem hesitar, chupando com avidez, a língua rodando na ponta enquanto sugava, gemendo em torno dele. Drago se ajoelhou atrás de mim, erguendo minhas coxas e penetrando minha entrada traseira devagar – o plug anterior havia me preparado, mas a sensação de plenitude era intensa, uma dor prazerosa que me fazia arquear as costas. Lucien observava, tocando-se, mas logo se juntou – posicionando-se debaixo de mim, guiando meu corpo para que eu cavalgasse seu m****o na v****a enquanto Drago investia por trás. Eu gritei de prazer, os dois me preenchendo ao mesmo tempo, ritmos alternados que me faziam perder o fôlego. Minha boca ainda em Sebastian, chupando com mais força, a saliva escorrendo enquanto Dante masturbava meu c******s com os dedos, circulando rápido e preciso. Esqueci do mundo nesse momento – só existia o prazer cru, os corpos frios me possuindo em todos os buracos. Drago gozou primeiro, mas retirou-se e reposicionou, gozando dentro da minha v****a com um grunhido baixo, o jorro frio me levando a um orgasmo que me fez tremer inteira. Sebastian seguiu, retirando da minha boca e penetrando minha v****a por cima, investindo forte enquanto eu lambia Dante, alternando com a boca nos dois. Lucien observava, possessivo, esperando sua vez. Eles revezavam com maestria vampírica – Dante me virava de quatro, penetrando minha boca enquanto Lucien entrava por trás na entrada traseira, Drago masturbando meu c******s com vibrações frias dos dedos. Sebastian se posicionava embaixo, preenchendo minha v****a, os dois ritmos me fazendo gritar de êxtase. Eu gozava repetidamente, o corpo convulsionando, gemidos ecoando na sala. Dante gozou na minha boca primeiro, mas engoliu e reposicionou, penetrando minha v****a para terminar dentro, o jorro frio misturando-se aos outros. Sebastian me ergueu nos braços, penetrando minha v****a enquanto Drago entrava por trás novamente, os dois me suspendendo no ar, investidas coordenadas que me faziam ver estrelas. Lucien e Dante observavam, tocando-se, esperando. Eu masturbava o c******s com desespero, os dedos rodando no ponto sensível, gemendo alto enquanto o prazer me rasgava. Sebastian gozou dentro de mim, possessivo, o corpo tremendo contra o meu. Lucien me deitou no sofá, abrindo minhas pernas e penetrando devagar na v****a, enquanto Dante usava minha boca, investindo ritmicamente. Drago e Sebastian lambiam meus s***s, mordiscando os m*****s, os dentes roçando sem perfurar. O prazer era infinito, ondas após ondas, até que Lucien gozou dentro, preenchendo-me completamente. Finalmente, todos haviam gozado dentro da minha v****a, seus jorros frios misturando-se, transbordando pelas coxas. Eu desabei no sofá, exausta e satisfeita, o corpo latejando de prazer. Eles me cercaram, toques suaves agora, possessivos, e eu soube que era deles – para sempre. Eu nunca achei que quando viesse para cá as coisas seriam desse jeito. Não que seja r**m, mas nunca pensei que me entregaria para 4 homens, ainda mais vampiros. Isso é louco demais para racionar direito.
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